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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Caminhos.

Quando se retiram as protecções de ferro que existiam em volta dos canteiros está-se a fazer um convite aos incivilizados cidadãos desta cidade para encurtarem em alguns metros os seus percursos:
mas afinal um Jardim não será um local para descansar e usufruir? Não deveria ser um lugar pensado para dissuadir as pressas e os 'stresses'?
Não tarda que apesar das chuvas que tanto beneficiaram estas relvas e dos esforços dos cuidadores do Jardim todo este verde dê lugar à triste cor da terra nua.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Redução das áreas arrelvadas.

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O jardim do Príncipe Real tem vindo a perder área arrelvada de há anos a esta parte. A última intervenção foi a este propósito muito negativa como se pode depreender do esquema aqui publicado. As áreas marcadas como 'Área não arrelvada' eram, antes desta última intervenção, áreas arrelvadas e constituem uma perda da ordem dos 50% da área arrelvada em relação ao estado anterior. A área em torno do lago central ainda não se pode saber se será arrelvada ou de prado.
A justificação para este empobrecimento é a mesma que presidiu ao calcetamento das duas áreas verdes existentes a poente do jardim. A CML não tem meios para as manter.
A CML teve 380 mil euros - se é que a coisa se ficou por aí - para estourar nesta desastrada 'requalificação' mas não tem umas centenas mensais para dar emprego, que tanta falta faz, a um ou dois jardineiros que tratassem do jardim.