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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A chacina continua... agora no jardim das Amoreiras


Abate de tílias no Jardim das Amoreiras é um “crime ambiental”, dizem activistas

«O corte de três tílias no Jardim das Amoreiras, iniciado nesta terça-feira (20 de Outubro), está a ser fortemente criticado pelos membros da Plataforma em Defesa das Árvores, que vêem na operação um “crime ambiental”. O abate das árvores, realizado por uma empresa ao serviço da Câmara Municipal de Lisboa (CML), a pedido da Junta de Freguesia de Santo António (...)»

Ler mais: http://ocorvo.pt/2015/10/22/abate-de-tilias-no-jardim-das-amoreiras-e-um-crime-ambiental-dizem-activistas/

Pode até o presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Vasco Morgado (PSD), alegar que é por motivos de segurança pública, mas a imagem abaixo desmente-o.


Imagem de http://cidadanialx.blogspot.pt/2015/10/o-vendaval-arrancou-lhe-uma-pernada-os.html
também publicada em http://somosarvores.blogspot.pt/2015/10/pobre-lisboa.html

sábado, 7 de maio de 2011

Jardim das Amoreiras...outra vez.

Um pouco antes da Páscoa foi sacrificada mais uma árvore no Jardim das Amoreiras:



Entretanto a vizinha desta está agora com o aspecto que as fotos documentam:
 

Que ocorreu? Falta de cuidado? Deliberada falta de profissionalismo no abate, para justificar o previsível  abate desta outra?

Quando o 'Google Street View' por lá passou, era assim que as duas árvores estavam:

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mais uma que estava inclinada.

Há umas semanas atrás quem frequenta o jardim das Amoreiras e/ou o museu Vieira da Silva/Arpad Szenes, deparou-se com mais este corte, mesmo em frente ao museu :


Qual a razão que leva os serviços da Câmara Municipal de Lisboa a estes constantes abates?
A árvore estava doente? Não, obviamente. Apresentava perigo de queda iminente? Não, obviamente.
Então porque a cortaram? Porque cresceu mal!
Cresceu inclinada, coitada. E embora a inclinação se apresentasse para o lado de dentro, para o lado da relva, nunca se sabe, e quem tem cu tem medo, e mais vale prevenir do que remediar, e, pelo sim pelo não, mais vale cortar.

Foto antes do corte (fonte: Google Street view).

Felizmente noutras paragens não se segue a 'escola' de Lisboa:

Árvore super inclinada no parque do palácio de Charlottenburg, Berlim.

A árvore nas fotos supra - e não é a única neste parque a apresentar forte inclinação - está assim há largos anos, que eu possa testemunhar.
O jardim e parque foi alvo de uma recuperação recente - como se pode ver pelo novo piso - mas os temerosos técnicos do parque não consideraram ser de cortar esta e outras árvores com inclinações semelhantes. Porquê? Não receiam por em perigo a vida de pessoas e animais? Com certeza que sim, que esse perigo foi avaliado. E avaliar não é olhar para ela, é verificar, quantificar o perigo de ruptura mecânica segundo normas e procedimentos próprios.
Ora a questão que se tem de colocar aos nossos reputados técnicos camarários é se avaliaram o perigo de queda da árvore na praça das Amoreiras. Ou se se limitaram a olhar para ela e disseram: está um bocado inclinada, pelo sim pelo não o melhor é cortá-la.