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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Chumbo no parque de estacionamento.





A fazer fé na notícia veiculada ontem pelo I online:

http://www.ionline.pt/artigos/portugal/parque-estacionamento-nao-avanca-no-principe-real-lisboa/pag/1

a DGPC teria emitido no passado dia 9 de Dezembro um parecer negativo sobre a pretensão do promotor em construir um parque subterrâneo automóvel no Príncipe Real, por essa construção “colocar em risco o património arquitectónico e a vegetação do jardim".
Uma vez que os pareceres da DGPC são vinculativos a CML terá que chumbar este projecto ficando desse modo (definitivamente?) afastado o perigo que ameaçava o Jardim, a Patriacal e toda a envolvência da Praça do Príncipe Real.
 
Tendo esta Plataforma estado na linha da frente na contestação ao absurdo projecto de construção do parque subterrâneo, congratulamo-nos com a acertada decisão da DGPC e apelamos à CML para que confirme o indeferimento definitivo de um parque de estacionamento subterrâneo no Jardim do Príncipe Real, bem como as medidas legais asseguradas junto do promotor.

A Plataforma:
Grupo de Amigos do Príncipe Real; Fórum Cidadania Lx; Liga dos Amogos do Jardim Botânico; Associação Lisboa Verde; Árvores de Portugal; Quercus Lisboa.






domingo, 27 de julho de 2014

À Atenção do ICNF.

Este belo Plátano, que é um rebento do Plátano de Hipócrates - à sombra do qual o pai da Medicina dava consultas na ilha de Cós - foi oferecido a Lisboa por Paulo, Rei da Grécia, é das 7 árvores classificadas do Jardim

aquela que mais perto vai ficar do parque automóvel subterrâneo, caso a construção deste venha a obter autorização de quem nunca a deverá dar
Este Plátano, classificado, verá as suas raízes cortadas pelas paredes do parque que se situarão a menos de dois metros do seu tronco.
Que saibamos o ICNF, cujos pareceres são necessários e vinculativos para qualquer obra ou alteração que se realize dentro da zona de protecção de uma árvore classificada, não tem ainda conhecimento oficial do projecto do parque subterrâneo.
Será que, como aconteceu durante a intervenção de 2009, a AFN - anterior designação do actual ICNF - que de nada tinha sido informada pela CML, voltará agora a ser a última Autoridade a saber do projecto do parque?
À Atenção do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.


sábado, 19 de julho de 2014

Ecos na Radio e Imprensa da Conferência de Imprensa.



 José Calisto na abertura da Conferência de Imprensa

Após uma aturada pesquisa na Net eis o que encontrei na Radio (Radio Renascença- Maria João Costa) e na Imprensa (papel e/ou digital) : 'Público' - Marisa Soares; DN - Inês Banha;  'O Corvo'  - Isabel Braga.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=155987

http://www.publico.pt/local/noticia/parque-de-estacionamento-no-principe-real-sera-um-elefante-numa-loja-de-porcelana-1663358

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4033157&page=-1

A SIC esteve presente com uma equipa de reportagem mas não consegui encontrar a peça que nos disseram que iam pôr no ar ainda no dia 17.

Informação enviada pela SIC dia 21:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-07-21-moradores-do-principe-real-contra-construcao-de-parque-subterraneo



domingo, 13 de julho de 2014

O Parque Automóvel Subterrâneo. Vamos Permitir Isto?

Estas duas plantas do projecto do parque automóvel que a Empark pretende construir na nossa bela praça/jardim do Príncipe Real são sintomáticas dos estragos irreversíveis que esse parque, se permitirmos a sua construção, irá causar às dezenas de Árvores directamente afectadas, algumas delas classificadas, outras recém plantadas, ao Reservatório da Patriarcal, Monumento nacional, e seus aquededutos subterrâneos, aos edifícios, à estética da praça, com as entradas para os elevadores à superfície e os pórticos da entrada e saída dos tunéis, ao aumento de tráfego, aos engarrrafamentos e poluição em toda a zona.


Vistas das zonas, árvores e edifícios que serão directamente afectados:

Uma das entradas/saídas será feita por aqui.

Estes terrenos são de aterro. Suportarão a gigantesca estrutura do parque?
Estes edifícios vão ser seriamente afectados...
...e estes também.
O Platáno, ai o Platáno! De nada lhe vai valer ser uma Árvore Classificada.
Estas também serão todas sacrificadas...
...e estas também...
...esta Robínea e as outras seis que foram salvas in extremis aquando da 'requalificação' desta vez não escaparão...
...e mais estas. Ao todo serão umas largas dezenas de árvores abatidas.

Vamos permitir isto? Só depende de nós dizer NÃO a este absurdo parque. A Empark que vá tentar ganhar dinheiro para outro lado. Senhor Presidente da CML, Dr. António Costa: não diga 'para já não'; diga antes 'PARA NUNCA MAIS'; sr. Presidente: 'deite ABAIXO este Parque'




terça-feira, 1 de julho de 2014

Carta Aberta

  A seguir transcrevemos a Carta Aberta enviada ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa:



Exm. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Caro Dr. António Costa,


Fazendo fé no que a comunicação social informou, a viabilidade da construção de um parque de estacionamento automóvel na Praça/Jardim do Príncipe Real, mereceu da parte de V. Exa. a afirmação de que  ‘não é para já’.  Esta terá sido a expressão usada para sintetizar a sua posição, no debate sobre o assunto ocorrido na Assembleia Municipal do passado dia 17 de Junho.
Senhor Presidente, um ‘não é para já’ não basta. A nós, cidadãos e residentes, e às organizações cívicas que representamos, um ‘não é para já’ não nos sossega, antes pelo contrário, deixa-nos muito inquietos. Por isso apelamos ao seu proverbial bom senso e ao seu intransigente sentido de defesa dos interesses dos cidadãos para não ceder a injustificados interesses de terceiros, para, agindo com base nos poderes que os cidadãos desta cidade recentemente lhe conferiram, transformar esse ‘para já, não’ num ‘para nunca mais’. Para nunca mais se voltar a falar numa tal monstruosidade.
Senhor Presidente, como antigo residente na zona, e profundo conhecedor dos problemas que a afectam, tem com certeza noção de que os problemas que a construção de tal parque se propõe obviar não só não serão resolvidos, mas, antes pelo contrário, agravados.
O brutal acréscimo de tráfego viário, que as condicionantes ao trânsito na Avenida da Liberdade - facto agravado pela recente explosão do comércio e ‘gentrificação’ da zona - provocaram no eixo Chiado-Rato só poderá agravar-se ainda mais com a oferta das centenas de lugares de estacionamento previstos para o parque. É sabido que a oferta incrementa a procura pelo que o aumento do tráfego na zona e especificamente no referido eixo não é uma mera hipótese mas sim uma certeza. Ora, como certamente os serviços da Autarquia a que V. Exa preside, terão já recolhido dados e feito estudos, o trânsito nesse eixo atingiu o ponto de saturação não só nas chamadas horas de ponta como em muitos outros períodos do dia, pelo que qualquer incremento nesse trânsito vai tornar a vida insuportável quer para residentes quer para quem é obrigado a utilizar essa via de comunicação. Acresce que a poluição atmosférica que se faz cada vez mais sentir, irá, como é óbvio, aumentar ainda mais, ultrapassando os limites toleráveis para a saúde humana, para não falar da de outras espécies vivas. Acresce que a entrada e saída de veículos do parque será mais um obstáculo à fluidez do tráfego.
Os aspectos negativos da construção de tal parque na Praça/Jardim do Príncipe Real, não se ficam, contudo, pelo acréscimo do trânsito e consequentes malefícios já referidos.
A esse aspecto há que acrescentar ainda outros, não menos graves, entre os quais sobressai a impossível convivência com o Reservatório da Patriarcal e o conjunto de galerias subterrâneas que dela emanam.
A “Patriarcal”, como V. Exa. sabe, faz parte do Aqueduto das Águas Livres, Monumento Nacional. A construção de um parque com vários pisos subterrâneos paredes meias com essa construção do século XVIII, além da forte probabilidade de lhe causar danos, directa ou indirectamente, através da alteração do regime de infiltração das águas pluviais, irá inviabilizar a futura candidatura a Património da Humanidade desse Monumento Nacional.
Além da “Patriarcal” também o Jardim, tão maltratado na ‘requalificação’ de 2009, será seriamente prejudicado pela construção do parque subterrâneo. Duvidamos mesmo que consiga sobreviver se essa construção for avante. Nesse Jardim, autêntico oásis para caminhantes e turistas, existem 7 árvores classificadas, sendo uma delas ex-libris de Lisboa.
A construção do parque além de roubar área ao Jardim - muitos dos recém-plantados lódãos da envolvente, terão de ser abatidos - irá afectar o sistema radicular de todas as árvores aí existentes, incluindo as 7 classificadas, o que será a sua sentença de morte.
Não exageramos nem falamos de cor. O uso de maquinaria pesada e abertura de profundos roços para instalação do novo sistema de iluminação no Jardim, durante os trabalhos de 2009/10, por nós atempadamente e publicamente denunciados, mostraram-se e continuam infelizmente a mostrar-se, altamente prejudiciais para a saúde das árvores, como a ‘taxa de mortalidade’ entretanto verificada entre as espécies do Jardim o comprova.
Ora, se uma intervenção superficial, que pretendia requalificar o Jardim, causou os estragos que são do conhecimento geral e até, recentemente, reconhecidos publicamente pela tutela, que pensar de uma intervenção em profundidade e que envolverá forçosamente meios e maquinaria muitíssimos mais agressivos?
Outro aspecto ainda que há que considerar com muita apreensão é o do impacto negativo que a construção de um parque com 4 pisos subterrâneos e pelo menos 12 metros de profundidade, terá sobre os edifícios centenários que ladeiam a praça. É que as paredes exteriores desse parque ficariam a escassos metros das fundações desses edifícios, que não poderão deixar de se ressentir quer com as vibrações e trepidações do terreno durante a fase de construção, quer com as consequências que a mudança do regime de infiltração das águas pluviais produzirá ao longo do tempo.
Aliás, os estudos técnicos encomendados para suportar o projecto em apreço, são claros quando afirmam que os impactes negativos nas estruturas dos edifícios que bordejam a praça, e no aqueduto, não estão estimados e, pior, podem ser irreversíveis.
O equilíbrio estético da praça/jardim é outro dos aspectos a considerar. É óbvio que por mais cuidado que se tenha, a construção do parque irá impor a implantação de mais painéis de sinalização aumentando ainda mais a poluição visual da praça/jardim. Mas mais grave ainda para a preservação da estética da praça será a construção dos pórticos de entrada e saída do parque.
Senhor Presidente, como o senhor saberá, melhor do que ninguém, o problema da fluidez do tráfego na zona e da escassez de lugares de estacionamento não se resolverá com mais oferta de lugares, pois, como já acima afirmamos, a mais oferta sucede mais procura. Esse problema resolve-se, pelo contrário tomando medidas de desincentivo ao trânsito de veículos particulares e aumentando e melhorando, simultaneamente, a oferta do transporte público.
Senhor Presidente, permita-nos que parafraseemos a célebre frase de Ronald Reagan:
 Deite abaixo este parque’.

Pela Plataforma Contra a Construção do Parque,
Amigos do Príncipe Real
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Fórum Cidadania Lisboa
Associação Lisboa Verde
Cidadãos subscritores das Petições Contra a Construção do Parque

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Reservatório da Patriacal em risco.

Carta a ser distribuída aos residentes

Cara Vizinha, Caro Vizinho
Parece que foi ontem, mas foi há 13 anos que os moradores disseram NÃO à construção do parque de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real, por o mesmo colocar em sério risco o Reservatório da Patriarcal, situado sob o lago do jardim e que faz parte do Aqueduto das Águas Livres (Monumento Nacional). O jardim tem ainda 7 árvores de Interesse Público que ficariam afectadas.
Pensámos que o assunto tivesse então sido arquivado mas, há 2 semanas, fomos
surpreendidos pela realização de SONDAGENS técnicas em 3 pontos diferentes em redor do jardim do Príncipe Real.
Depois de consultarmos a Direcção Geral do Património Cultural (instância que tutela o património classificado), ficámos estupefactos: trata-se da CONSTRUÇÃO futura de um parque de estacionamento subterrâneo! Ao qual a DGPC deu parecer negativo!!
E o projecto é ainda PIOR que o de 2001 – 4 caves, elevador à superfície, rampas de acesso, construção a 1 metro das galerias do Aqueduto das Águas Livres – o que acarretará efeitos colaterais irreversíveis e imprevisíveis.
Não menos importante será o problema de trazer ainda mais tráfego para a zona, já de si
saturada. A promessa de alguns lugares de estacionamento para os moradores não deve
iludir-nos, pois isso não resolverá o problema, tal como o parque da Praça Camões não o fez.
  Uma melhor mobilidade não se consegue com a vinda de mais carros, mas com transportes públicos, de que aliás a zona já está bem servida: o metro no Rato e no Chiado, além dos autocarros e dos parques nas imediações, dão acesso fácil aos forasteiros. O regresso do eléctrico 24, sim, será sempre uma mais-valia em termos de mobilidade do século XXI.
Por isso, lançámos uma petição «Contra a Construção do Parque de Estacionamento
Subterrâneo na Praça do Príncipe Real», disponível em http://amigosprincipereal.blogspot.pt.
Não nos iremos calar enquanto não arquivarem DEFINITIVAMENTE todo e qualquer projecto de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real. Esteja atento a mais iniciativas neste âmbito, muito em breve. Obrigado.

JUNTE-SE A NÓS, ASSINE A PETIÇÃO E PASSE PALAVRA, POR FAVOR!

Lisboa, 18 de Junho de 2014
P’ O Grupo de Amigos do Príncipe Real

José Calisto                            Gabriela Cerqueira                        Manuela Correia  


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Deixem o Príncipe Real em paz!

Quando todos pensávamos nunca mais ouviríamos falar da construção de um parque de estacionamento subterrâneo em “L” em redor do Jardim do Príncipe Real desde que o mesmo foi fortemente contestado pelos moradores há nem 15 anos, eis que a CML, ao que tudo indica e por razões que a razão desconhece, mas suspeitamos quais sejam, se prepara para voltar à carga com o malfadado projecto.
A eventual construção de um tal parque (4 pisos subterrâneos e com fundações a menos de 1 m da estrutura da patriarcal e ameaçando seriamente também árvores de grande porte, várias delas classificadas), significaria o golpe de misericórdia no já tão degradado e enfraquecido jardim além de fazer perigar, senão destruir, o valiosíssimo e único património mundial da rede da Mãe d'Água que, partindo do reservatório central, estende os seus braços subterrâneos para as vertentes Norte e Sul do então Alto da Cotovia, actual Praça do Príncipe Real. Há parecer favorável da Sec. Estado da Cultura? Será inconcebível que o haja.

A construção de um parque subterrâneo para estacionamento automóvel além de colocar em perigo quer o coberto vegetal do Jardim, já tão castigado (há parecer favorável do ICNF? Será inconcebível que o haja…), e todo o conjunto classificado da Mãe d'Água é um absurdo contra-producente na medida em que ao oferecer mais lugares de estacionamento tal irá atrair ainda mais veículos para a já tão congestionada zona, num ciclo vicioso imparável (há estudos de mobilidade favoráveis a esta enormidade? Será inconcebível que os haja…

Fica o alerta: opor-nos-emos com todos os meios à nossa disposição contra tal absurdo

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Estacionamento subterrâneo no Príncipe Real? Não, Obrigado.


Segundo notícia saída no 'Público' do passado dia 27 de Julho, e que aqui se reproduz, a CML quer retomar a tonta ideia de construir um parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real - congestionando ainda mais uma zona já saturadíssima, quando o que importa é precisamente o contrário, é dissuadir o transporte privado -  tendo já pedido pareceres nesse sentido ao IGESPAR e AFN (Autoridade Florestal Nacional).
Desde já alertamos a CML que se prosseguir com essa absurda ideia irá contar com a mais forte e determinada oposição da população residente em geral e  em particular com a deste grupo de empenhados cidadãos. 
Do mesmo modo alertamos o IGESPAR e a AFN para que não se demitam, uma vez mais, das suas obrigações de defesa do património edificado e do património vegetal, já tão erodido e mal-tratado por quem dele deveria cuidar.
Será que a CML já se esqueceu da veemente rejeição por parte dos residentes e população em geral que a anterior tentativa de levar por diante este tipo de projecto sofreu? Quererá a CML comprar outra guerra que deveria saber, de antemão, que perderá? Esperemos que por uma vez o bom senso e o sentido político prevaleçam sobre estas absurdas ideias.