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quinta-feira, 30 de maio de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
Pó.
Jardim do Pó.
Ele aí está de novo e em força, como era de esperar. A foto não é a mais ilustrativa mas nehum dos utentes do Jardim negará as nuvens de pó que atacam caras e olhos, plantas e animais e se depositam em carros e casas à volta deste Jardim que era do Príncipe Real e agora é do Pó.
Ele aí está de novo e em força, como era de esperar. A foto não é a mais ilustrativa mas nehum dos utentes do Jardim negará as nuvens de pó que atacam caras e olhos, plantas e animais e se depositam em carros e casas à volta deste Jardim que era do Príncipe Real e agora é do Pó.
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Piso. Pó
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Quero aplaudir.
Tal como nos célebres sketches do Jo Soares eu também quero aplaudir a 'solução' encontrada pela CML para acabar com o pó no Jardim do Príncipe Real:
De facto quem não conhecer a história recente das intervenções neste jardim só tem de apreciar e agradecer a atenção da CML em cuidar da saúde e bem estar dos frequentadores deste jardim acabando de vez com dois anos de poeiras.
Mas quem criou estas poeiras que agora são eliminadas? A própria CML!
E porque é que o fez? Porque o anterior piso estava degradado e era impermeável. O Jardim merecia um piso de alta tecnologia que não só emulava os antigos pisos de terra batida como também era permeável e não fazia pó.
Ora apesar de muito ter chovido o pó continuava a não dar sinais de ir desaparecer, cada vez mais pó, cada vez mais insuportável. Acabe-se então com ele! Mas como? Ora, removendo-se a camada superior já desagregada, fica um piso rijo como pedra, rega-se esse piso com um líquido cola e pronto. Acaba-se o pó...mas fica o piso IMPERMEÁVEL:
De facto quem não conhecer a história recente das intervenções neste jardim só tem de apreciar e agradecer a atenção da CML em cuidar da saúde e bem estar dos frequentadores deste jardim acabando de vez com dois anos de poeiras.
Mas quem criou estas poeiras que agora são eliminadas? A própria CML!
E porque é que o fez? Porque o anterior piso estava degradado e era impermeável. O Jardim merecia um piso de alta tecnologia que não só emulava os antigos pisos de terra batida como também era permeável e não fazia pó.
Ora apesar de muito ter chovido o pó continuava a não dar sinais de ir desaparecer, cada vez mais pó, cada vez mais insuportável. Acabe-se então com ele! Mas como? Ora, removendo-se a camada superior já desagregada, fica um piso rijo como pedra, rega-se esse piso com um líquido cola e pronto. Acaba-se o pó...mas fica o piso IMPERMEÁVEL:
...impermeável mas sempre dá para matar a sede
...e as manchas de um branco azulado sujo da cola bem nítidas
IMPERMEÁVEL? Mas não era essa uma das deficiências a corrigir com o novo piso Aripaq?
E como nestes dois anos muito do piso foi por água abaixo:
ficam agora as irregularidades bem à vista e a serem sentidas por quem nele caminha:
Quanto tempo vai aguentar este remendo para evitar o pó? Pouco tempo. Passado pouco mais de um mês sobre a colocação desta pele de cola já começa a sentir-se a sua desagregação. Mas talvez dê até ao fim do verão. E para o ano logo se vê, não é assim senhores (irre)responsáveis da CML?
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Impermeabilização.,
Piso. Pó
terça-feira, 17 de julho de 2012
"Estamos a trabalhar para eliminar as POEIRAS."
Estamos a trabalhar para eliminar as POEIRAS. É o que se pode ler nos aviso/informação colocados nas vedações que delimitam as zonas do trabalho de correcção do piso do Jardim:
Óptimo, se de facto as eliminarem.
Mas há que exigir responsabilidades pelo que aconteceu neste jardim/campo de experiências:
1 - Porque é que contra todas as evidências a CML através do vereador que tutela os espaços verdes desta cidade impôs este tipo de piso?
2 - Porque é que, já após a colocação deste piso, contra todas as chamadas de atenção sobre o pó que ele originou, sempre o mesmo responsável negou a realidade dizendo que após as primeiras chuvas essa originalidade do novo piso desapareceria?
3 - Porque é que mesmo após a entrega de um abaixo assinado com mais de 300 assinaturas de residentes e frequentadores do Jardim, nada foi feito?
E mais perguntas terão ainda de ser cabalmente respondidas:
1 - Que danos é que este piso, em que uma das componentes é vido moído, terá já provocado a pessoas, plantas e animais?
2 - Quanto dinheiro nosso foi já esbanjado neste piso?
As asneiras que se realizaram neste pobre jardim foram em devido tempo aqui e noutros fora publicamente denunciadas. Algumas são irreversíveis, outras como a que agora está a ser tentada no piso, serão eventualmente atenuadas, mas a que custos?
Entretanto metade do jardim está mais uma vez cortada ao usufruto dos cidadãos e frequentadores:
Há que exigir que os responsáveis assumam as suas responsabilidades em toda esta triste história.
Óptimo, se de facto as eliminarem.
Mas há que exigir responsabilidades pelo que aconteceu neste jardim/campo de experiências:
1 - Porque é que contra todas as evidências a CML através do vereador que tutela os espaços verdes desta cidade impôs este tipo de piso?
2 - Porque é que, já após a colocação deste piso, contra todas as chamadas de atenção sobre o pó que ele originou, sempre o mesmo responsável negou a realidade dizendo que após as primeiras chuvas essa originalidade do novo piso desapareceria?
3 - Porque é que mesmo após a entrega de um abaixo assinado com mais de 300 assinaturas de residentes e frequentadores do Jardim, nada foi feito?
E mais perguntas terão ainda de ser cabalmente respondidas:
1 - Que danos é que este piso, em que uma das componentes é vido moído, terá já provocado a pessoas, plantas e animais?
2 - Quanto dinheiro nosso foi já esbanjado neste piso?
As asneiras que se realizaram neste pobre jardim foram em devido tempo aqui e noutros fora publicamente denunciadas. Algumas são irreversíveis, outras como a que agora está a ser tentada no piso, serão eventualmente atenuadas, mas a que custos?
Entretanto metade do jardim está mais uma vez cortada ao usufruto dos cidadãos e frequentadores:
Há que exigir que os responsáveis assumam as suas responsabilidades em toda esta triste história.
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Piso. Pó
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
A propósito de pisos não poeirentos.
Há quem saiba da poda. Fazer pisos não poeirentos não é segredo para os responsáveis dos jardins e parque do palácio de Charlotemburgo, em Berlim:
Os caminhos do parque deste palácio eram de terra batida e tinham uma cor escura:
Os caminhos do parque deste palácio eram de terra batida e tinham uma cor escura:
piso antigo
O piso desses caminhos foi e está ainda a ser subsituído por um piso compósito, de uma cor mais aberta, em que a camada superior é um saibro relativamente espesso e que não levanta pó, mesmo em dias de vento:piso novo
aspecto do novo piso
os pisos antigos tinham uma cor escura como a que se vê na margem direita.
piso a ser construído (Julho 2011)
Charlotemburgo é só um exemplo, por toda a cidade e arredores, Babelsberg, Potsdam, etc., se vêem jardins e parques com pisos que não levantam pó.
Talvez não fosse má ideia a CML enviar alguém a Berlim, se não estiver muito apertada de dinheiros, para aprender como se faz um piso sem pó.
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Piso. Pó
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O piso e o pó, de novo.
Uma das finalidades da 'requalificação' do Jardim era a de se poupar nos consumos de água. Para isso se dotou o jardim de um sistema de rega por aspersão para as zonas arrelvadas e de um sistema de rega gota a gota, sistemas mal concebidos de raíz e que já sofreram várias alterações mas sem grandes resultados.
Mas além da água que tem de se gastar a regar relvas e plantas há agora também que gastar água a molhar o piso para que não se levante pó:
e como essa necessidade não deveria existir - lembram-se que o pó desapareceria após as primeiras chuvas - nada foi previsto para esse fim.
Solução encontrada: transportar água numa cisterna
E assim vamos cantando e rindo.
Mas além da água que tem de se gastar a regar relvas e plantas há agora também que gastar água a molhar o piso para que não se levante pó:
e como essa necessidade não deveria existir - lembram-se que o pó desapareceria após as primeiras chuvas - nada foi previsto para esse fim.
Solução encontrada: transportar água numa cisterna
E assim vamos cantando e rindo.
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Piso. Pó
sábado, 28 de agosto de 2010
Petição
A petição em papel, chamando a atenção da CML para os problemas do actual piso do Jardim e requerendo a tomada de medidas para a imediata correcção dos mesmos, foi já remetida ao presidente da CML em carta registada.
A recolha de assinaturas foi efectuada em 3+1 comércios locais perfazendo-se um total superior a 330 subscritores a maioria dos quais residentes na zona.
Por economia de espaço limitamo-nos aqui a reproduzir unicamente uma folha de rosto com o texto da petição e uma das folhas com as assinaturas:

Nota de 29 de Agosto: por uma questão de segurança parte dos nomes e os BI foram retirados.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Para Grandes Males, Grandes Remédios?
O pó que o piso origina continua a ser um quebra-cabeças. A rega manual do piso passou agora a ser feita de um modo mais eficiente e rápido com o jacto de água pulverizado, abrangendo mais área e com mais alcance, ver fotos acima.
Mas logo que o piso volta a secar, volta o pó. Para combater o insuportável pó, o piso tem de se manter sempre húmido o que implica um enorme dispêndio de água - a tal água que se queria poupar - e de mão-de-obra.
Haverá outras soluções? Segundo me informam haverá um produto, uma espécie de cola, que dissolvido na água, reduzirá a propensão para a formação de pó. Mas esse produto é caro e não será completamente inócuo.
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Piso. Pó
terça-feira, 20 de julho de 2010
O pó de S. Pedro de Alcântara
O miradouro de S. Pedro de Alcântara foi reaberto há dois anos e meio, mas o pó ainda não acamou...
«José Sá Fernandes, vereador da CML, assegurou ontem ao DN, que tudo foi feito a pensar no jardim e nos seus frequentadores. "Aquele piso foi recomendado, aprovado e elogiado pelo Igespar (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico). O que acontece é que ele precisa de mais dois ou três meses para assentar", referiu o responsável.
O vereador desvaloriza as críticas feitas ao pavimento e garante que a opção tomada não põe em causa a saúde de ninguém. "Este piso é muito bonito e a questão do pó é passageira. Temos o exemplo de São Pedro de Alcântara, foi colocado o mesmo piso e os resultados foram muito positivos", disse.» (também aqui)
O vereador desvaloriza as críticas feitas ao pavimento e garante que a opção tomada não põe em causa a saúde de ninguém. "Este piso é muito bonito e a questão do pó é passageira. Temos o exemplo de São Pedro de Alcântara, foi colocado o mesmo piso e os resultados foram muito positivos", disse.» (também aqui)
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