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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Uma chamada de atenção.

Seja porque razão fôr o facto é que além dos dois ramos que, mais recentemente, já cairam de uma das três figueiras, mais um ramo, de uma outra figueira, dá sinais de eminente ruptura:
esta pernada estende-se até ao passeio fronteiro e a sua extremidade toca já os passantes:
Não era isso que acontecia em 2009 antes do início das lastimáveis obras de 'requalificação' do jardim, como se pode observar nesta imagem do 'Google':
Não sugerimos que se mutile ainda mais a pobre figueira, mas tão só que se tomem providências, como por exemplo a colocação, com algum cuidado estético, de uma ou mais escoras:



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Figueira da Baía

© Guillaume Pazat


Espécie originária da Austrália. Em Portugal é usada como ornamental e de sombra. Faz conjunto com outras duas árvores da mesma espécie. As folhas ficam aderentes durante todo o ano e sempre verdes. O fruto é semelhante ao figo da nossa figueira portuguesa mas este é pequeno. Esta espécie desenvolve uma seiva esbranquiçada designada por látex, cuja matéria prima era usada para o fabrico da borracha. Uma das características mais interessantes desta espécie são as suas raízes aéreas. Estas raízes no seu crescimento em direcção ao solo lenhificam e vão criar novos suportes com boa resistência estrutural nas pernadas horizontais. Via.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Faz falta

Contrariamente ao prometido continuam por repor as árvores abatidas no interior do jardim, como aqui já se deu nota.
Uma das árvores que mais falta faz ser reposta é a figueira que existia junto à estátua a França Borges, no canto NE do Jardim.
Esta figueira foi abatida poucos dias antes da inauguração, não estando sequer o seu abate contemplado no plano de abates do projecto de 'requalificação'. Apesar de ser uma das poucas árvores que estava efectivamente morta não tinha sido incluída no rol dos abates das árvores 'doentes'. Terá sido por isso que acabou também por ser abatida, para não dar azo à chacota de, depois de tanto abate, terem deixado de pé a única árvore que estava efectivamente morta.

A Figueira junto à estátua a França Borges, antes do abate.
e já abatida.

Porque é que é importante plantar uma nova árvore no local onde estava esta figueira? Porque esta figueira fazia parte de uma 2ª linha de árvores (quase) de alinhamento na orla do jardim mas já no seu interior. Além disso, como se pode ver no croqui anexo, demarcava e servia de guarda a uma das principais entradas para o jardim:


O jardim sem uma árvore frondosa nessa localização fica demasiado devassado:


Vista actual da entrada do Jardim pelo canto NE (vista da Rua D. Pedro V). Na pequena imagem superior observa-se a mesma vista mas ainda com a figueira, antes do seu abate.

É claro que as árvores de alinhamento quando crescerem (quando?) irão disfarçar um pouco o 'buraco' deixado pela figueira. Mas não o suficiente, pois o espaçamento entre elas é demasiado grande para preencher esse vazio.

Assim solicita-se que a CML, conforme prometido, reponha as árvores abatidas no interior do jardim e em particular esta que tanta falta faz.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sem pré-aviso.



Foi no dia 1 de Abril mas infelizmente não é mentira.

Ontem dia 1 de Abril, suponho que ao fim da tarde, sem que tivesse sido publicado qualquer aviso, e sem, ao que se saiba, qualquer autorização da AFN, foi abatida mais uma emblemática árvore no interior do Jardim.
Esta figueira Ficus macrophyla não consta sequer no rol das 62 das árvores a abater. Foi agora, e só agora - quase um mês após o prazo estipulado para o fim das obras - abatida, porquê? É certo que esta árvore há anos que não dava folhas, mas os competentíssimos técnicos da CML que fizeram o levantamento do arvoredo do Jardim não a marcaram para abate, e com boas razões.
Apesar de não reverdescer esta árvore pela sua localização e porte era fundamental na bela composição do topo NE do Jardim em redor do monumento a França Borges.
É isto a 'requalificação' do Jardim?