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sábado, 4 de junho de 2016

Sobre o novo piso.


 Como temos vindo a referir, temos sérias reservas sobre a escolha do novo piso. É certo que o maior problema do anterior piso, a produção de pó, fica com este tipo de piso resolvida. Porém um jardim histórico, romântico, como é o caso deste nosso jardim, merecia ter um piso natural e que não produzisse pó. Que os há.

A solução que foi encontrada in extremis, um betuminoso preto sobre o qual se aplicou uma fina camada de cor creme do tipo Compotop, é, apesar de tudo, bem melhor do que a que tinha sido posta a concurso, a Max IR, semelhante à que existe no Jardim de Santos, e que tão maus resultados, apresenta:
Aspectos do piso do Jardim Nun'Álvares, em Santos (fotos tiradas em 2016.03.20)

A alteração do tipo de piso, do Max IR, para o Compotop, foi afinal a verdadeira razão para a suspensão dos trabalhos iniciados a 13 de Janeiro, e não, como nos foi transmitido via Junta da Freguesia da Misericórdia, a chuva:
(Clicar na imagem para a aumentar)

A decisão da suspensão dos trabalhos foi tomada a fim de corrigir um erro que seria dramático para o nosso jardim caso se mantivesse o inicialmente previsto. Não se compreende portanto porque é que essa decisão não foi publicamente assumida, explicada e fundamentada junto aos residentes e aos cidadãos em geral.

O actual piso não está isento de problemas, longe disso, como se comprova pelos remendos já realizados:

Os buracos e os remendos feitos para os tapar.

e das manchas do betuminoso preto que já surgem aqui e acolá:


Esperamos que as garantias de oito anos, dadas pelo fabricante, sejam accionadas sempre que necessário a fim de ir corrigindo os problemas que irão fatalmente surgir ao longo do tempo.

Por último: não podemos deixar de constatar que ao fim de 6 anos, das inúmeras intervenções feitas para tentar corrigir o problema da produção do pó - afinal sobre aquele piso, tipo Aripaq, tinham-nos sido dadas garantias que era o ideal para o jardim - e de centenas de milhares de euros gastos, voltamos a ter um piso betuminoso e impermeável. Uma única diferença: a cor que, por enquanto ainda é creme.
 .

sábado, 16 de abril de 2016

Outra vez.

Passado pouco mais de um mês da reabertura do jardim eis que de novo parte dele, ou todo ele (?), irá novamente ser fechado ao público. Sem pré-aviso, quer da Câmara quer da Junta de Freguesia. Mas é isso que nos informam os feirantes da feira biológica que todos os Sábados tem lugar no lado poente do jardim e que este Sábado já se posicionaram do outro lado da rua:
Porquê? Porque, segundo nos dizem, o novo piso vai ser reforçado pelo menos nas áreas onde costumam instalar-se. É que nessa zona já se apresenta cheio de buracos, buracos feitos pelas estacas das suas tendas:
Mas não só aí existem buracos no novo piso. Junto às esplanadas também:
e por todo o lado do jardim se encontram buracos e degradação do recém inaugurado piso:
junto aos bancos começa também a aparecer o negrume do betume que se encontra por debaixo da fina camada colorida do compotop, que deveria ter entre 2 a 5 mm de espessura e terá, quando muito 1 mm. Vicissitudes das nossas obras públicas?




sábado, 19 de março de 2016

A Maxasphalt corrige o texto mas não o piso.

Na sequência da nota "Alguém se digna explicar?" a página da Maxasphalt onde referiam o trabalho feito no jardim do Príncipe Real, que aqui reproduzimos na parte que interessa

foi agora substituída por esta outra

sem qualquer referência à correcção feita.

O novo texto refere agora "argamassas coloridas aplicadas sobre um Betuminoso". O plural "argamassas" é que deixa dúvida sobre se se refere à extensão, ou seja aplicadas a todos os caminhos, ou à espessura, ou seja, que terão diversas camadas. É que em relação à espessura deveria usar-se o singular, "fina argamassa colorida aplicada sobre um betuminoso".
Assim é que a descrição do que foi feito corresponderia à realidade no terreno.

Será isto um pavimento permeável?


Esta pequena poça de água, que aqui permanece há horas, aparentemente desconhece que não devia ali estar pois que o novo piso é constituído por "Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura e permeável."

sexta-feira, 18 de março de 2016

Alguém se digna explicar?

No sítio do representante da Maxasphalt, pode ler-se, sobre o novo piso, que: "O novo piso do Jardim do Príncipe Real, foi concluído 01 de Março de 2016 no passado dia constituído por Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura e permeável. Será o fim dos dias poeirentos que existiam naquela zona emblemática da nossa cidade de Lisboa."

 
Mas na realidade o que se observou foi, não a tal argamassa colorida, mas sim uma camada de um betuminoso preto de com cerca esses 2,5 cm de espessura:
sobre o qual foi aplicada uma fina camada de uma tinta de cor de terra:

Mais, o novo piso do jardim deveria ser semelhante ao que foi aplicado no jardim de Santos, cuja textura é a que a imagem seguinte, retirada do sítio do representante da Maxasphalt, ilustra:


Este sim, corresponde à tal "Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura".

Que importância é que isto tem, perguntarão? É que além das dúvidas que esta discrepância gera em termos das especificações dos produtos aplicados no jardim do Príncipe Real, no caso do piso do jardim de Santos o desgaste do piso não provoca mudança na cor, na aparência do piso. Já no caso do piso do Príncipe Real isso não irá acontecer. À medida que a fina camada superficial se for desgastando irá aparecer, por debaixo dela, o feio asfalto preto.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Pintado de fresco.


A pintura cor de terra do preto alcatrão avança agora a toda a velocidade:


Vamos ver quanto tempo esta fina camada de tinta aguenta.