Mostrar mensagens com a etiqueta . Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta . Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de janeiro de 2014

Verde que te quiero verde.

Graças há muita chuva que tem chovido as folhas das árvores do Jardim estão mais verdes:


 Conseguiram ver-se livres do pó do piso que sobre elas se acumulava desde o passado Verão.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

ACUSAMOS!


Um dos mais graves erros de que enfermou a 'requalificação' do Jardim França Borges, vulgo Jardim do Príncipe Real, foi a escolha do seu novo piso. Como previmos e alertamos atempadamente essa foi uma péssima escolha. O pó que produz, e o vidro moído é um dos materiais que este piso contém, é o mais grave dos problemas que o presente piso apresenta, mas não é o único. Logo pouco após a inauguração das obras de 'requalificação', do Jardim em Maio de 2010, um abaixo assinado que recolheu mais de 300 assinaturas de cidadãos utentes do Jardim exigiu a substituição desse piso, sem resposta e sem sucesso. Um ano depois, face ao crescente desagrado e desconforto provocado pelo piso a pessoas, plantas e animais a tutela levou a cabo uma tentativa de eliminar o pó 'regando' o piso com uma solução química agregadora da camada superficial do piso, ver imagem abaixo. Mas essa solução, bastante dispendiosa, não resistiria senão poucos meses ao natural uso do piso pelos passeantes.
Surge agora no sítio da CML dedicado ao Orçamento Participativo, OP, a repavimentação do Jardim como uma das escolhas dos cidadãos para as obras a realizar no âmbito desse OP.
Ora, louvando embora a atitude dos cidadãos que, preocupados com a péssima qualidade do piso do Jardim, e aproveitando o evento da 'Árvore da Participação' (ver imagem) propõem a sua substituição por outro tipo de piso mais adequado à sua função, não podemos deixar de denunciar a atitude hipócrita da vereação dos espaços verdes e ao colocar à votação pública essa proposta sem assumir a sua enorme e exclusiva responsabilidade no caso.
Na realidade a escolha deste piso foi uma escolha política e pessoal do actual titular da pasta, o vereador José Sá Fernandes, contra o parecer dos próprios técnicos que tutela.
Já aquando da solução acima referida da cola agregadora a tutela agiu como se nenhuma responsabilidade tivesse tido no caso, dando a entender que estaria a tentar resolver um problema que outros, que não ela, tinham criado.
Ora o facto é que a tutela dos espaços verdes da CML é a única e exclusiva responsável pela teimosia na escolha do piso do Jardim, que agora, hipocritamente, permite vir a ser repavimentado no âmbito do OP.
Não podemos aceitar isso de modo nenhum. Exigimos que a CML assuma as suas responsabilidades no caso e efectue a repavimentação do piso do Jardim, mas não em detrimento de outros projectos que o limitado OP venha a financiar, mas sim a expensas do orçamento próprio atribuído ao departamento dos espaços verdes.
É caso também para indagar porque é que a vereação dos espaços verdes não exige do empreiteiro a assunção das suas falhas e reparação das mesmas, caso entenda, como se depreende das suas tomadas de posição públicas, que a escolha do tipo de piso foi a correcta e adequada e todos os problemas que têm surgido se devem a uma defeituosa execução do piso.


'Os Amigos do Príncipe Real'


* Infelizmente aplicado também noutros espaços, como no terreiro de S. Pedro de Alcântara.


'Estamos a Trabalhar para Eliminar as Poeiras'!

A 'Árvore da Participação'


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Se me enchessem de pó...

Todas as crianças sabem que as plantas respiram pelas suas folhas. Mas será que os responsáveis pelos espaços verdes desta cidade, e deste Jardim em particular, também o saberão? É que, a julgar pelo que acontece aqui, parece que desconhecem esse facto tão elementar quão fundamental para a vida de uma planta:

Uma folha antes e depois de ser limpa do pó.

As árvores e plantas deste jardim há mais de três anos que respiram...PÓ.




sábado, 29 de junho de 2013

Ora molha, molha...

Voltamos ao mesmo de sempre:


borrifa-se o piso para comabater o pó que este constante e permanentemente gera.
Só há uma solução para isto, sr. (ir)responsáveis da CML: um novo piso!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mais vale tarde do que nunca.


Talvez por se aproximarem as próximas autárquicas, talvez por as queixas dos utentes serem constantes, o certo é que finalmente os (irre)responsáveis pela desastrosa intervenção no jardim, a pouco e pouco, vão tentando remendar os problemas que criaram.
Depois da reformulação dos canteiros, ainda em curso, com plantas rasteiras, ver nossa nota anterior, estão agora a tentar resolver o terrível problema do pó que o actual piso origina.
A solução que está a ser aplicada consiste em remover a camada superior (ver imagens) até se encontrar 'rocha' firme. Após essa decapagem o piso é borrifado com um líquido cola especial que uma vez seco funcionará como uma espécie de pele elástica que impedirá, assim esperam, a desagregação do piso com a consequente produção de mais poeiras.
Pensamos que esta solução não resolverá em definitivo o principal problema deste piso, que é precisamente o pó, além de, uma vez retirada a camada superior, o piso adquire uma dureza de autêntica rocha muito desagradável num jardim com estas características, enquanto o natural desgaste não ocorrer.
Uma verdadeira solução teria de passar pela completa remoção do actual piso e sua substituição por outro mais adequado. Mas essa solução equivaleria ao manifesto reconhecimento da incompetência dos responsáveis pela tão gabada 'requalificação' do jardim, além de ser muito cara.
Resta averiguar os estragos que estes dois anos a respirar pó em que uma das componentes é vidro moído terão provocado na saúde de pessoas, animais e plantas.

Nesta foto observa-se bem a diferença entre a parte mais clara do piso que corresponde à zona onde a solta camada superior foi já removida, e a mais carregada onde essa camada ainda persiste.
Estas fotos dão uma ideia da quantidade de 'terra' que está a ser removida.
Aspecto dos trabalhos em curso


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Um flagrante.

É fácil apresentar provas indirectas nas plantas, bancos, viaturas, etc., dos malefícios provocados pelo inesgotável fino pó que o piso do jardim ( © Aripaq) constantemente produz. Já mais difícil é apanhar um flagrante de uma dessas nuvens de pó que repentinamente, quando menos se espera, se originam no meio do jardim. Aqui fica uma prova fotográfica para quem (ainda) duvida:
Observem a atitude retraída da moça apanhada de surpresa pela nuvem de pó.

Contrariamente ao afirmado pelo nosso querido vereador dos espaços verdes, o pó deste jardim não desapareceu com as primeiras chuvadas, nem com as últimas, acrescentamos nós. Mais depressa desaparecerá do elenco autárquico este assertivo vereador que o pó neste jardim.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Pó de vidro pelo ar


Até que ponto é ameaça para a saúde pública, que é como quem diz para os nossos pulmões? Opinião abalizada, precisa-se!


Foto: JTP

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pó, muito pó.

Foto de A. Lourenço, publicada no Cidadania Lisboa em 1 de Junho.

Uma das críticas que mais se começa a ouvir em relação ao novo formato do jardim tem a ver com o novo piso. Este novo piso - quer pelas suas características, quer pela maneira como foi realizado, quer por ambas - apresenta uma camada superior, de alguma espessura, completamente desagregada e muito fina, que, em dias de um vento um pouco mais forte, dá origem a nuvens de pó, como a documentada na foto de A. Lourenço, publicada aqui.
Muito deste pó acaba por assentar na vegetação, principalmente na mais rasteira, e irá contribuir para a sua lenta mas segura 'asfixia'.
Mas não só. Quem caminha no jardim, mesmo em dias de calmaria, verifica que o seu calçado adquire uma patine esbranquiçada, desse mesmo pó.
Os pulmões dos frequentadores mais assíduos também não devem gostar muito de respirar este pó de materiais em que um dos componentes contém micro partículas de vidro.