Mostrar mensagens com a etiqueta piso.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta piso.. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 27 de outubro de 2015
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Afinal ele tem razão!
Interrogado por um órgão da comunicação social sobre o que é que a Câmara pensava fazer face aos protestos dos utentes em relação ao pó que o piso do Jardim origina, o vereador José Sá Fernandes afirmou que dentro de poucos meses, após as primeiras chuvadas, esse problema ficaria resolvido per se.
Na verdade o Sr. Vereador tem toda a razão. Vejam só o que aconteceu à camada superficial do piso, após as fortes chuvadas dos últimos dias:
E tudo a chuva levou.

Reparem no piso entre as linhas vermelhas: perdeu a camada superficial, ficou careca.
A caldeira está a cheia, a deitar por fora, da 'areia' do piso.
...e a calçada também...

...e lá vai ela rua abaixo.
Ora se o nosso querido vereador estava tão seguro e certo do efeito que a chuva teria no piso podia ter-nos poupado a meses de pó. Bastava ter requerido aos bombeiros sapadores que com as suas potentes mangueiras se antecipassem à chuva e removessem toda essa camada superficial do piso.
E por favor, Sr. Vereador, quando, com o uso, a camada que agora ficou à superfície por sua vez se desagregar não espere pela chuva: peça aos bombeiros que tratem do assunto.
Etiquetas:
piso.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Três meses depois.
Três meses e um dia depois da inauguração verificamos algumas melhorias no coberto vegetal do jardim graças à realização de uma série de medidas correctivas ao projecto inicial e graças também às duas esforçadas senhoras encarregues da manutenção do jardim.
Entre as medidas correctivas realça-se a colocação de mais aspersores e a resolução do problema da falta de pressão da água.
Parece, no entanto, que se passou do 8 para o 80, quer no caso da densidade de aspersores, quer no que respeita à pressão da água. Como as fotos seguintes documentam estamos agora em risco de em vez de termos canteiros arrelvados passarmos a ter uns pequenos pântanos onde se poderá plantar arroz em vez de relva.
Mas apesar dessas melhorias, algumas zonas continuam no estado que se documenta:
Se em relação às áreas arrelvadas houve, apesar de tudo, melhorias sensíveis, já o mesmo se não pode dizer das áreas com heras rasteiras que, apesar de serem diariamente regadas manualmente, o que lhes corta um pouco o ar esbranquiçado que o pó do piso que se acumula sobre as suas folhas lhes empresta, estão no estado que se documenta a seguir:
O preenchimento de espaços vazios com casca de pinheiro sempre atenua o ar desolador de certas áreas plantadas com pouca densidade de arbustos:
O problema é que a própria casca de pinheiro se vai degradando pelo que terá de ser regularmente substituída.
A questão do piso continua por resolver, embora também ela se tenha atenuado graças às constantes regas a que é sujeito e graças ao facto de em muitos locais a força dos aspersores se estender ao próprio piso:
Não seria esta coloração do piso preferível ao 'branco pó' do piso quando seco?
Três meses depois o estado do jardim é este. Algumas melhorias no coberto vegetal rasteiro. Mas que será desse coberto vegetal rasteiro quando o contrato para a manutenção do jardim acabar daqui a 9 meses? Será que a Câmara terá então dinheiro para novo contrato? Ou terá criado alguns postos de trabalho para ter os seus próprios jardineiros?
Entretanto o cedro do Buçaco e outras espécies definham a olhos vistos. Mas isso é assunto que será para ser abordado na próxima visita guiada ao jardim.
E a estrutura de suporte do cedro? Não tinha sido dito que ela seria objecto de uma posterior intervenção? Para quando essa intervenção?
Nota: fotos, com excepção da última, tiradas Domingo dia 22.
Etiquetas:
Aspersores,
cedro,
Coberto vegetal,
piso.
Subscrever:
Mensagens (Atom)