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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mais vale tarde do que nunca.


Talvez por se aproximarem as próximas autárquicas, talvez por as queixas dos utentes serem constantes, o certo é que finalmente os (irre)responsáveis pela desastrosa intervenção no jardim, a pouco e pouco, vão tentando remendar os problemas que criaram.
Depois da reformulação dos canteiros, ainda em curso, com plantas rasteiras, ver nossa nota anterior, estão agora a tentar resolver o terrível problema do pó que o actual piso origina.
A solução que está a ser aplicada consiste em remover a camada superior (ver imagens) até se encontrar 'rocha' firme. Após essa decapagem o piso é borrifado com um líquido cola especial que uma vez seco funcionará como uma espécie de pele elástica que impedirá, assim esperam, a desagregação do piso com a consequente produção de mais poeiras.
Pensamos que esta solução não resolverá em definitivo o principal problema deste piso, que é precisamente o pó, além de, uma vez retirada a camada superior, o piso adquire uma dureza de autêntica rocha muito desagradável num jardim com estas características, enquanto o natural desgaste não ocorrer.
Uma verdadeira solução teria de passar pela completa remoção do actual piso e sua substituição por outro mais adequado. Mas essa solução equivaleria ao manifesto reconhecimento da incompetência dos responsáveis pela tão gabada 'requalificação' do jardim, além de ser muito cara.
Resta averiguar os estragos que estes dois anos a respirar pó em que uma das componentes é vidro moído terão provocado na saúde de pessoas, animais e plantas.

Nesta foto observa-se bem a diferença entre a parte mais clara do piso que corresponde à zona onde a solta camada superior foi já removida, e a mais carregada onde essa camada ainda persiste.
Estas fotos dão uma ideia da quantidade de 'terra' que está a ser removida.
Aspecto dos trabalhos em curso


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Um flagrante.

É fácil apresentar provas indirectas nas plantas, bancos, viaturas, etc., dos malefícios provocados pelo inesgotável fino pó que o piso do jardim ( © Aripaq) constantemente produz. Já mais difícil é apanhar um flagrante de uma dessas nuvens de pó que repentinamente, quando menos se espera, se originam no meio do jardim. Aqui fica uma prova fotográfica para quem (ainda) duvida:
Observem a atitude retraída da moça apanhada de surpresa pela nuvem de pó.

Contrariamente ao afirmado pelo nosso querido vereador dos espaços verdes, o pó deste jardim não desapareceu com as primeiras chuvadas, nem com as últimas, acrescentamos nós. Mais depressa desaparecerá do elenco autárquico este assertivo vereador que o pó neste jardim.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Pisos não poeirentos.

A substituição dos pisos do parque de Charlotemburgo, em Berlim, a que aqui se fez referência, está concluída:
Neste piso não se observa a desagregação da camada superior em finas partículas que ao mais leve vento originam nuvens de pó.
Mesmo sujeitos a intenso uso por parte das pessoas, umas a passear, outras a correr e outras ainda a andar de bicicletas, não se observa qualquer levantamento de poeiras:
Quão longe estamos do desastre que é o piso do nosso jardim!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

400 000 euros depois.

Quatrocentos (ou mais) mil euros depois rega-se, com directa intervenção humana, o jardim:

para não deixar morrer a erva e evitar os desgradáveis e nefastos efeitos do pó gerado pelo piso:


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Areão

Agora sempre que chove forte como na passada Sexta-feira e Sábado acontece o que já aqui se deu notícia. A água da chuva sempre que encontra um pequeno declive vai 'levando' o piso do jardim, deixando-o 'careca'.
Parte do areão desliza para as ruas limítrofes ou corre rua abaixo, outra parte acumula-se nas caleiras do próprio jardim, contribuindo para entupir os sumidouros, outra parte ainda acumula-se nas caldeiras das árvores de alinhamento.

Areão arrastado para o passeio e rua.


e lá vai ele rua abaixo até S. Bento


As caleiras estão cheias do areão do piso.

e as caldeiras das árvores de alinhamento também.

As fotos acima ilustram alguns dos aspectos acima relatados.

Não há dúvida que o sr. vereador JSF tem razão: o problema do piso ficará solucionado com mais algumas destas fortes chuvadas!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Pó de vidro pelo ar


Até que ponto é ameaça para a saúde pública, que é como quem diz para os nossos pulmões? Opinião abalizada, precisa-se!


Foto: JTP

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pó, muito pó.

Foto de A. Lourenço, publicada no Cidadania Lisboa em 1 de Junho.

Uma das críticas que mais se começa a ouvir em relação ao novo formato do jardim tem a ver com o novo piso. Este novo piso - quer pelas suas características, quer pela maneira como foi realizado, quer por ambas - apresenta uma camada superior, de alguma espessura, completamente desagregada e muito fina, que, em dias de um vento um pouco mais forte, dá origem a nuvens de pó, como a documentada na foto de A. Lourenço, publicada aqui.
Muito deste pó acaba por assentar na vegetação, principalmente na mais rasteira, e irá contribuir para a sua lenta mas segura 'asfixia'.
Mas não só. Quem caminha no jardim, mesmo em dias de calmaria, verifica que o seu calçado adquire uma patine esbranquiçada, desse mesmo pó.
Os pulmões dos frequentadores mais assíduos também não devem gostar muito de respirar este pó de materiais em que um dos componentes contém micro partículas de vidro.