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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

400 000 euros depois.

Quatrocentos (ou mais) mil euros depois rega-se, com directa intervenção humana, o jardim:

para não deixar morrer a erva e evitar os desgradáveis e nefastos efeitos do pó gerado pelo piso:


domingo, 2 de outubro de 2011

Que se passa com estes canteiros?

Desde há umas semanas que se nota uma progressiva degradação do estado da relva de alguns dos canteiros do jardim:

Segundo consta o sistema de rega automático estará em alguns sectores avariado. Espera-se que ele se auto-conserte? E até lá, não podem estes canteiros serem regados manualmente?
A propósito: a Flora Garden já não está encarregue do jardim. Agora está (?) outra empresa da qual não me recordo agora o nome.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Correcção de erros, II.

Em nota anterior apontamos dois factores causadores do pobre estado dos relvados do jardim: o primeiro o escasso número de aspersores; o segundo a falta de pressão da água, que seria 1/4 do valor adequado.
O primeiro factor foi corrigido poucos dias depois da nota acima referida com a instalação de mais aspersores por todas as zonas arrelvadas, como aqui também se deu já nota.
O segundo factor, a falta de pressão da água, que exigia uma intervenção da EPAL, acaba agora, há dois dias atrás, de ser também corrigido com a instalação de novas tubagens e de um novo e mais potente contador:


As melhorias no relvado já se fazem sentir:

antes

depois

Mas é caso para dizer que não há fome que não dê em fartura:

A água sai agora com imensa pressão.

quer a potência, ver exemplo acima, quer o número de aspersores por área arrelvada, ver foto abaixo, estarão agora exagerados. Mas enfim, talvez valha a mais do que a menos!

Este canteiro tem 5 aspersores para tão poucos metros quadrados de área arrelvada.
Nota de 24 de Agosto: não são 5 mas sim 6 aspersores!

Estas correcções são de aplaudir, mas, infelizmente, há muitas mais correcções a fazer a esta desqualificação que o jardim sofreu:
- O piso continua a encher tudo e todos de pó;
- Das 10+1 árvores cortadas no interior só 5 foram substituídas, e dessas, 3 estão mortas e uma meio morta;
- os pobres lódãos plantados nos alinhamentos só - e se - daqui a muitos, muitos anos, poderão ombrear com os choupos abatidos:

Os lodãos e os poucos choupos poupados.

- As robínias continuam a vingar-se de quem as matou:




Esta já é a quinta vez que estas robínias despontam das raízes, da mãe, que por lá ficaram.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Correcção de erros.


A relva, principalmente em torno do lago, mas não só, apresenta-se em muitas zonas no estado que a foto acima documenta.
Esta situação já aqui tinha sido apontada. As razões para este pobre estado da relva devem-se a dois factores:
1- poucos e mal distribuídos aspersores;
2- falta de pressão da água. Segundo nos informam a água chega com uma pressão de 1 kg, quando deveria ser de 4 kg*

A correcção do primeiro factor começou há dias a ser feita, com a colocação de mais aspersores como as fotos abaixo documentam.



A correcção da falta de pressão será, ao que parece, mais complicada e problemática e passa pela EPAL.
Enfim, pouco mais de dois meses após a inauguração os responsáveis começam a dar-se conta - e ainda bem - dos inúmeros problemas que esta "requalificação" apresenta.
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* Esta unidade de pressão é muito pouco ortodoxa mas vendo o peixe como mo venderam. O que importa é verificar que a pressão existente é 1/4 da pressão necessária.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Mas que grande azar.


Já repararam nas peladas que a relva à volta do lago apresenta?


Logo após a inauguração foi colocado um gradeamento à volta do lago para proteger o crescimento da relva:


e ela cresceu, mas deste estranho modo:


Porquê? Por falta de plantação nas zonas que se apresentam peladas?

Não, não foi por falta de plantação. É só por falta de rega!


Ou a colocação dos dispositivos de rega não cobre toda a área a regar ou então é falta de pressão da água.

Um azar dos diabos!
Ou será antes pura incompetência?

Quase dois meses depois da inauguração, a situação mantém-se sem qualquer esforço de correcção.

sábado, 26 de junho de 2010

Fará uma folhinha a Primavera?




Num dos liquidambares moribundos despontou uma folhinha verde. Será que esta folhinha é precursora de muitas outras? Esperemos que sim.

Entretanto ao fim de mais de um mês da inauguração do jardim o relvado à volta do lago apresenta-se como as imagens documentam.




Que se terá passado na preparação do relvado que conduziu a tão pobre resultado?

terça-feira, 6 de abril de 2010

Um óasis verde?


Havia verdes relvas em torno do lago


Agora não vai haver mais relva.
Olaia junto ao lago. Fotografia de Lara Zee.


Olaia junto ao lago dias antes da intervenção.

onde estão as prometidas relvas?

Canteiro arrelvado já com marcas das máquinas pesadas.
O mesmo canteiro já com os arbustos que vão substituir a relva.

antes

agora

onde estão as relvas?

onde estão as prometidas relvas?

O que está a ser plantado em lugar da relva.

A pgs 128 do 'Guia dos Parques, Jardins e Geomonumentos de Lisboa' editado pela CML em Junho de 2009, pode ler-se no início do artigo dedicado ao jardim do Príncipe Real:
'Plantado entre 1859 e 1863 no cimo do Bairro Alto, em pleno Príncipe Real, este é um oásis de verdura e frescura no Verão, bem no miolo da cidade histórica, e inserido no espírito urbano de Lisboa.'
Sim de facto era essa a sensação do passeante que vindo do Chiado, atravessando o Bairro Alto, tinha ao chegar ao Príncipe Real: chegara a um oásis de verdura e frescura.
Mas não a vai ter mais. O Príncipe Real deixou de ser um jardim romântico com denso arvoredo e frescos e verdes relvados para se transformar num jardim mediterrânico, seco e desensombrado.