quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Hoje de manhã

No Jardim
(fui ver se a Paineira já estava a florir)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sexta-feira passada.

Sexta-feira passada, dia 16, uma pernada de uma das três ficus que ladeiam a entrada poente do jardim ruiu aparatosamente sobre a esplanada. Felizmente o ruído que antecedeu a ruptura e queda da pernada permitiu que os clientes da esplanada se retirassem a tempo do local.
Nenhum dos 'amigos' do jardim estava presente no momento pelo que as imagens abaixo documentam tão só a pernada já cortada pelos serviços camarários:

Será esta queda natural? Não terá o descuidado tratamento dado ás raízes mais superficiais destas figueiras durante as obras nenhuma culpa no cartório?

Não terão as valas abertas tão perto das raízes destas árvores nada contribuído para os casos que agora se vão sucedendo?

O certo é que esta pelada aqui permanece, mais de ano e meio depois,  desde que a terra aí foi revolvida para a instalação eléctrica:


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vistas Abertas

Onde estavam duas das Robíneas abatidas e onde estiveram depois os dois Liquidambares nado-mortos estão agora dois espaços bem abertos:
Não nos esqueçemos que nos foi prometida a reposição de todas as árvores abatidas em torno do logo. Só que o tempo passa, passa e a promessa continua por cumprir. Até quando? Se calhar até às próximas eleições!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Porquê? Para quê?

Afinal o barbarismo que aqui denunciamos consumou-se:
 
Estas árvores viviam aqui há dezenas e dezenas de anos. Porquê e Para quê foram agora abatidas? Será que o futuro Teatro da Escola Politécnica tem algo a ver com mais este desfalque no nosso já tão pobre e reduzido coberto vegetal? Vamos esperar para ver o que vai sair de mais esta destruição.

domingo, 21 de agosto de 2011

Teatro da Escola Politécnica.

Segundo notícia do 'Público' do passado dia 7 de Julho os 'Artistas Unidos' de Jorge Silva Melo vão ocupar a antiga cantina da ex-FCUL, que será transformada no Teatro da Politécnica:

 Saudamos esse novo espaço cultural, desejamos-lhe os maiores sucessos e esperamos que as obras de adaptação do espaço à sua nova função cénica não tenham sido responsáveis pelo barbarismo que as fotos abaixo documentam:
Aspecto actual da entrada para o futuro Teatro da Politécnica.

© Google Street view
Quando a máquina da Street view da Google por lá passou o espaço agora destroçado ainda tinha este aspecto.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A propósito de pisos não poeirentos.

Há quem saiba da poda. Fazer pisos não poeirentos não é segredo para os responsáveis dos jardins e parque do palácio de Charlotemburgo, em Berlim:
Os caminhos do parque deste palácio eram de terra batida e tinham uma cor escura:
piso antigo
 O piso desses caminhos foi e está ainda a ser subsituído por um piso compósito, de uma cor mais aberta, em que a camada superior é um saibro relativamente espesso e que não levanta pó, mesmo em dias de vento:
piso novo
aspecto do novo piso
os pisos antigos tinham uma cor escura como a que se vê na margem direita.
piso a ser construído (Julho 2011)
Charlotemburgo é só um exemplo, por toda a cidade e arredores, Babelsberg, Potsdam, etc., se vêem jardins e parques com pisos que não levantam pó.
Talvez não fosse má ideia a CML enviar alguém a Berlim, se não estiver muito apertada de dinheiros, para aprender como se faz um piso sem pó.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O piso e o pó, de novo.

Uma das finalidades da 'requalificação' do Jardim era a de se poupar nos consumos de água. Para isso se dotou o jardim de um sistema de rega por aspersão para as zonas arrelvadas e de um sistema de rega gota a gota, sistemas mal concebidos de raíz e que já sofreram várias alterações mas sem grandes resultados.
Mas além da água que tem de se gastar a regar relvas e plantas há agora também que gastar água a molhar o piso para que não se levante pó:

e como essa necessidade não deveria existir - lembram-se que o pó desapareceria após as primeiras chuvas - nada foi previsto para esse fim.
Solução encontrada: transportar água numa cisterna

E assim vamos cantando e rindo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

E agora sr. vereador dos espaços verdes?

Um ano e dois meses depois os (ir)responsáveis pelo arvoredo do jardim renderam-se à evidência da morte de 2 dos 4  liquidambares plantados em lugar das 6 Robíneas abatidas junto ao lago:
Os dois Liquidambares nado-mortos.

Que estes dois Liquidambares estavam, desgraçadamente, mortos, não restavam dúvidas a ninguém.
aqui - Outubro de 2010 - e aqui  - Maio de 2010 - se chamou a atenção para o estado dessas árvores.

Foram agora esses dois exemplares removidos:

E agora sr. Vereador? Que é feito da sua promessa de replantar todas as Robíneas abatidas? Lembre-se que eram 6 Robíneas e dos 4 Liquidambares que as substituiriam só 1 é que está com ar de que talvez vingue.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Que se passa com as árvores do jardim?

Quem olhar com alguma atenção verificará que algo de errado se está a passar com um número cada vez maior de árvores do Jardim:

 mais uma vítima das obras de 'requalificação'?


Este liquidambar era o único dos quatro plantados que parecia estar a vingar.

pormenor do estado da folhagem.

Outro dos 4 liquidambares (os outros dois 'continuam' mortos).

Esta Tília  - já é a 2ª - não parece estar de boa saúde.


Um grande número dos novos lodãos parecem querer antecipar o Outono.


Aqui fica o alerta para os (ir) responsáveis pelo jardim verificarem o que se passa.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ex libris do Jardim inspira cuidados.

O 'Cedro-do-Buçaco', ex libris do jardim, não goza de boa saúde. Apesar das podas cirúrgicas que sofreu no decurso da intervenção quem o observar com atenção verifica a existência de um grande número de ramos secos, principalmente na parte inferior da copa:


Estes ramos secaram desde que foi efectuada essa poda, como é óbvio. Se este ritmo de envelhecimento se mantiver não passarão muitos anos até o Jardim perder o seu mais famoso e mais visitado exemplar. Será que a própria intervenção, com uso e abuso de máquinas pesadas, não terá contribuído para acelerar o envelhecimento deste magnífico Cupressus macrocarpa ? Será ainda possível salvar o "Cedro-do-Buçaco"? Esperemos que sim.