segunda-feira, 7 de maio de 2012

Não perderam tempo.


A pobre oliveira que hoje ao fim da manhã apareceu derrubada, por causas ainda de nós desconhecidas*, já está cortada 'às postas' e pronta para ser removida do Jardim:

e deixa mais um enorme vazio junto ao lago:

* Segundo informação, não confirmada, terá sido o vento.

Mais uma vítima.


A única Oliveira do Paraíso existente no jardim apareceu assim ao fim desta manhã. O que terá provocado o seu derrube? O Jardim, e a moldura arbórea à volta do lago, está cada vez mais pobre.

Entupimentos.

com os bueiros entupidos, o resultado é sempre este:
Esta 'requalificação' tem menos de dois anos. Já é tempo de ser exigido ao empreiteiro a correcção destas persistentes e patentes deficiências.

Nota: fotos tiradas esta manhã.

sábado, 5 de maio de 2012

Entupimento.

Sempre que chove formam-se pequenos lagos e charcos no jardim, que lentamente desaparecem ao fim de algum tempo.
Este, porém
 já aqui está há mais de três dias:

quinta-feira, 26 de abril de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Cupressus lusitanica. Resposta do LPVVA.

Eis a resposta que o Laboratório de Patologia Vegetal Verissimo de Almeida do Instituto Superior de Agronomia teve a amabilidade de enviar, pela mão da sua coordenadora Maria Filomena Caetano, aos subscritores do pedido de esclarecimento:

Somos então informados que a degradação do 'Cipreste do Buçaco', que é implicitamente reconhecida, se deverá a um incêndio provocado por vandalismo algures em 2010, e por uma praga de difícil controlo.
Não tivemos conhecimento desse incêndio, que terá sido muito complicado de combater, segundo somos informados, mas não estranhamos uma vez que não se tomaram, nem tomam, medidas de protecção a esse exemplar nem a qualquer outro, como temos vindo a relatar.
Quanto à praga: pior que a praga em si é o descuido e o desleixo com que os responsáveis camarários actuam nestas questões.

sábado, 21 de abril de 2012

Educação Cívica ou a falta dela.



Imagens habituais numa manhã de Sábado, após uma noite de Sexta-feira.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Instituto Britânico substitui palmeiras mortas.

 
COMUNICADO DE IMPRENSA

British Council substitui palmeiras mortas pela praga do escaravelho por árvore do Jardim Botânico

Dia 21 de Abril de 2012 às 11h no Jardim do British Council em Lisboa.

Uma iniciativa da Liga dos Amigos do Jardim Botânico.

É mais uma acção meritória de conservação e renovação dos espaços verdes da cidade de Lisboa, penalizados actualmente pela terrível praga do escaravelho vermelho. O British Council e a Liga dos Amigos do Jardim Botânico colaboraram neste projeto “Árvores do Jardim Botânico para a cidade de Lisboa.
O seu objetivo é continuar a criar pontes de afecto entre o Jardim Botânico e a cidade de Lisboa, suas instituições e cidadãos. À semelhança de anteriores acções deste projeto plantam-se árvores que possam ser visitadas em jardins ou outros espaços de acesso público. Estas árvores são seleccionadas entre as que se encontrem em viveiro e que não sejam necessárias para replantação no Jardim Botânico.
No âmbito da missão dos Jardins Botânicos – promover a cultura botânica e ambiental e conservar os espaços verdes - os jardins como sistemas vivos, devem ser sustentabilizados e renovados, à luz de critérios ambientais e de mudança climática.

No caso do Jardim do British Council que perdeu este ano duas palmeiras, vitimadas pelo escaravelho vermelho, vamos compensar com a plantação de uma árvore majestosa e lindíssima. É a sumaúma, a planta escolhida, árvore das mais emblemáticas do Jardim Botânico e que já confere à paisagem de Lisboa um deslumbrante efeito visual no outono, época da sua floração.

Este evento terá a participação activa dos alunos mais novos do British Council.
A data escolhida remete simbolicamente para o Dia Mundial da Terra (22 de Abril)

imagem retirada de Amigos do Botânico

Parabéns ao British Council e à Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Não poderá a CML aproveitar a ideia?

segunda-feira, 16 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Pe​dido de esclarecim​ento à CML/AFN/LP​VVA.

Um grupo de cidadãos preocupado com o actual estado do 'Cedro do Buçaco' solicitou esclarecimentos às entidades com responsabilidades e/ou tutela sobre este espécimen em perigo:

Exmos. Senhores
Presidente da CML
Presidente da Autoridade Florestal Nacional
Coordenadora do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida
Vereador dos Espaços Verdes da CML

C.c. AML, Media, IGESPAR/DRC-LVT

Como é do conhecimento público, o cupressus lusitanica do Jardim do Príncipe Real, o "Cedro do Buçaco", venerando ex-libris daquele jardim romântico de Lisboa com cerca de 140 anos de idade e classificado Árvore de Interesse Público (D.G. nº 34 II Série de 12/02/1940), encontra-se neste preciso momento no estado em que as fotografias em anexo documentam.

Por alturas do polémico projecto de requalificação do Jardim do Príncipe Real, de 2009, e independentemente da bondade , ou não, dos objectivos que estiveram na origem daquele projecto, alertámos V. Exas., oportunamente, para o potencial perigo que adviria para determinadas espécies do jardim no pós-requalificação do mesmo, sobretudo pela previsível diminuição do factor ensombramento que, como é sabido, protege certas espécies. Tal perigo existiria, a nosso ver, sobretudo no topo do jardim junto à Rua do Século, para as árvores que aí restassem pois passariam a estar muito mais expostas ao Sol do que até então. Em, especial, e grave, no caso do "Cedro do Buçaco".

Assim, e face ao estado visível da árvore em apreço, vimos pelo presente reclamar junto de Vossas Excelências, um ponto de situação sobre a referida espécie, i.e.:

1. Procedeu alguma das instituições acima designadas, CML/LPVVA/AFN a exame recente ao Cedro do Buçaco, que permita concluir se a sua aparência actual significa, ou não, um agudizar de um processo de morte irreversível, ou se é apenas um estágio normal e cíclico daquela espécie?

2. No caso do Cedro do Buçaco estar efectivamente a morrer, alguma das instituições atrás referidas sabe explicar as razões desse súbito agravamento do seu estado de conservação, designadamente, se o projecto de requalificação do Jardim tem, ou não, que ver com isso mesmo?

3. No caso do projecto de requalificação ser efectivamente a razão da súbita degradação do Cedro do Buçaco, quem assume responsabilidades perante a opinião pública, e de que forma?
- CML/Espaços Verdes, pela irresponsabilidade de avançar com um projecto num determinado jardim sem ter antes estudos de impacte exactamente sobre a vida das árvores?
- LPVVA/AFN, pela irresponsabilidade de não terem opinado por escrito e oficialmente sobre um projecto de requalificação de um jardim com exemplares como o Cedro do Buçaco, classificados de Interesse Público?

Na expectativa, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos

António Branco Almeida, Luís Marques da Silva, Leonor Areal, Miguel Atanásio Carvalho, Júlio Amorim, Virgílio Marques, Nuno Caiado, António Sérgio Rosa de Carvalho, Jorge Pinto, António Araújo e João Mineiro


in  cidadanialx.blogspot.pt