quarta-feira, 1 de maio de 2013

Remendando.

Quem nasce torto...
Neste caso é mais apropriado dizer-se "O que é mal concebido tarde ou nunca fica bem".
Mas este não era o único buraco que existia no piso. Há mais muitos mais, aqui vai mais um:
e mais outro:
dois exemplos para além dos que já foram tapados na orla Norte do Jardim.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Caminhos.

Quando se retiram as protecções de ferro que existiam em volta dos canteiros está-se a fazer um convite aos incivilizados cidadãos desta cidade para encurtarem em alguns metros os seus percursos:
mas afinal um Jardim não será um local para descansar e usufruir? Não deveria ser um lugar pensado para dissuadir as pressas e os 'stresses'?
Não tarda que apesar das chuvas que tanto beneficiaram estas relvas e dos esforços dos cuidadores do Jardim todo este verde dê lugar à triste cor da terra nua.

sábado, 27 de abril de 2013

Pó.

Jardim do Pó.


Ele aí está de novo e em força, como era de esperar. A foto não é a mais ilustrativa mas nehum dos utentes do Jardim negará as nuvens de pó que atacam caras e olhos, plantas e animais e se depositam em carros e casas à volta deste Jardim que era do Príncipe Real e agora é do Pó.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Um aspecto do Jardim cerca de 1900.


Cortesia de Paulo Ferrero

sábado, 19 de janeiro de 2013

O Jardim num raro dia de neve (em 1954).


Cortesia de Rosa Casimiro e:
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=415323901877108&set=a.220046558071511.53294.209600022449498&type=1&ref=nf

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Era uma vez...

Era uma vez Três Icónicas Palmeiras:
que já cá viviam há mais de 50 anos. Gozavam de boa saúde mas veio o escaravelho vermelho:
e a Incúria da CML:
que preferiu remediar a prevenir, apesar de estar avisada do perigo há mais de dois anos, e o resultado foi este:
e agora corta, corta:

Resultado: desolador.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Uma chamada de atenção.

Seja porque razão fôr o facto é que além dos dois ramos que, mais recentemente, já cairam de uma das três figueiras, mais um ramo, de uma outra figueira, dá sinais de eminente ruptura:
esta pernada estende-se até ao passeio fronteiro e a sua extremidade toca já os passantes:
Não era isso que acontecia em 2009 antes do início das lastimáveis obras de 'requalificação' do jardim, como se pode observar nesta imagem do 'Google':
Não sugerimos que se mutile ainda mais a pobre figueira, mas tão só que se tomem providências, como por exemplo a colocação, com algum cuidado estético, de uma ou mais escoras:



domingo, 9 de setembro de 2012

Ontem à noite.

Ontem, Sábado dia 8 de Setembro, pelas 23h, numa noite calma, sem qualquer vento, tempo seco, ouviu-se um terrível barulho de qualquer coisa a partir-se e cair com fragor:


Uma das três Ficus, por sinal a mesma que a aqui há tempos já tinha sofrido semelhante ruptura de um dos seus ramos perdeu agora um outro grosso ramo:


Felizmente o ramo caiu para dentro do canteiro não causando danos pessoais, mas foi pura sorte porque se a ruptura se tivesse dado horas mais cedo há sempre crianças que gostam de trepar pelos ramos destas imponentes árvores.
Um dos objectivos da 'requalificação' que o jardim sofreu era torná-lo menos 'sombrio'. Pois agora as árvores estão a fazer-lhes a vontade auto-mutilando-se. Ou será que os profundos roços abertos junto a estas Ficus não tem nada a ver com estas cada vez mais frequentes mortes de árvores e rupturas dos seus ramos?

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Quero aplaudir.

Tal como nos célebres sketches do Jo Soares eu também quero aplaudir a 'solução' encontrada pela CML para acabar com o pó no Jardim do Príncipe Real:

De facto quem não conhecer a história recente das intervenções neste jardim só tem de apreciar e agradecer a atenção da CML em cuidar da saúde e bem estar dos frequentadores deste jardim acabando de vez com dois anos de poeiras.
Mas quem criou estas poeiras que agora são eliminadas? A própria CML!
E porque é que o fez? Porque o anterior piso estava degradado e era impermeável. O Jardim merecia um piso de alta tecnologia que não só emulava os antigos pisos de terra batida como também era permeável e não fazia pó.
Ora apesar de muito ter chovido o pó continuava a não dar sinais de ir desaparecer, cada vez mais pó, cada vez mais insuportável. Acabe-se então com ele! Mas como? Ora, removendo-se a camada superior já desagregada, fica um piso rijo como pedra, rega-se esse piso com um líquido cola e pronto. Acaba-se o pó...mas fica o piso IMPERMEÁVEL:


...impermeável mas sempre dá para matar a sede

...e as manchas de um branco azulado sujo da cola bem nítidas

IMPERMEÁVEL? Mas não era essa uma das deficiências a corrigir com o novo piso Aripaq?

E como nestes dois anos muito do piso foi por água abaixo:


ficam agora as irregularidades bem à vista e a serem sentidas por quem nele caminha:


Quanto tempo vai aguentar este remendo para evitar o pó? Pouco tempo. Passado pouco mais de um mês sobre a colocação desta pele de cola já começa a sentir-se a sua desagregação. Mas talvez dê até ao fim do verão. E para o ano logo se vê, não é assim senhores (irre)responsáveis da CML?


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Estacionamento subterrâneo no Príncipe Real? Não, Obrigado.


Segundo notícia saída no 'Público' do passado dia 27 de Julho, e que aqui se reproduz, a CML quer retomar a tonta ideia de construir um parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real - congestionando ainda mais uma zona já saturadíssima, quando o que importa é precisamente o contrário, é dissuadir o transporte privado -  tendo já pedido pareceres nesse sentido ao IGESPAR e AFN (Autoridade Florestal Nacional).
Desde já alertamos a CML que se prosseguir com essa absurda ideia irá contar com a mais forte e determinada oposição da população residente em geral e  em particular com a deste grupo de empenhados cidadãos. 
Do mesmo modo alertamos o IGESPAR e a AFN para que não se demitam, uma vez mais, das suas obrigações de defesa do património edificado e do património vegetal, já tão erodido e mal-tratado por quem dele deveria cuidar.
Será que a CML já se esqueceu da veemente rejeição por parte dos residentes e população em geral que a anterior tentativa de levar por diante este tipo de projecto sofreu? Quererá a CML comprar outra guerra que deveria saber, de antemão, que perderá? Esperemos que por uma vez o bom senso e o sentido político prevaleçam sobre estas absurdas ideias.