domingo, 8 de setembro de 2013

'Cedro do Buçaco'...outra vez.

Já aqui se fizeram inúmeras referências ao estado lastimoso em que se encontra este ícone do Jardim. As intervenções que a CML tem realizado para suster a degradação deste valioso espécime tem tido pouco sucesso como as fotografias que agora publicamos ilustram.  Mas há outra razão para a publicação destas fotos recentes. É que o lado do Cedro que está voltado para o exterior do Jardim se mostra muito mais seco e envelhecido do que o lado voltado para o interior do Jardim:
As imagems acima documentam o lado voltado para o exterior do Jardim.

As imagems abaixo documentam o lado voltado para o interior do Jardim.

A diferença entre os dois lados é notória. O lado exterior aparece bastante mais seco e com grandes manchas de folhas já mortas. Pelo contrário, no lado interior o verde é mais vivo e não se notam as manchas de folhas mortas que sobressaem no lado exterior.
Estranho? Talvez não se nos lembrarmos dos alertas que aqui foram deixados sobre a falta que as árvores de alinhamento e a figueira fizeram para a protecção deste Cupressus lusitanica.


domingo, 4 de agosto de 2013

Lódão abatido, Araucaria decapitada.

E 'prontos': Sexta-feira resolveu-se o problema do Lódão e da Araucaria:

com uma grua e uma moto serra não há problema que resista!

O resultado das operações:

O jardim está cada vez mais bonito e cuidado!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Se me enchessem de pó...

Todas as crianças sabem que as plantas respiram pelas suas folhas. Mas será que os responsáveis pelos espaços verdes desta cidade, e deste Jardim em particular, também o saberão? É que, a julgar pelo que acontece aqui, parece que desconhecem esse facto tão elementar quão fundamental para a vida de uma planta:

Uma folha antes e depois de ser limpa do pó.

As árvores e plantas deste jardim há mais de três anos que respiram...PÓ.




domingo, 28 de julho de 2013

Censura à Vereação do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Espaço Público.


A Vereação do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Espaço Público merece ser censurada pela desastrada  intervenção que levou a cabo no Jardim do Príncipe Real e pela continuada recusa em assumir e corrigir, na medida do possível, os erros cometidos. Alguns desses erros, embora à custa de grandes gastos e fortes incómodos para os utentes e habitantes da zona, são reversíveis, como é o caso do piso do Jardim.

Outros, infelizmente, não tem reparação possível. É o caso das agressões ao coberto arbóreo.
Para além do abate de árvores em bom estado de saúde, o descuidado modo como foram realizadas as obras, com o uso de maquinaria pesada, abertura de profundos roços junto às árvores, tem tido gravosas consequências na saúde de grande número de exemplares do jardim, como aqui se tem vindo a dar nota.
Infelizmente a degradação não pára. O grande lódão que se encontra no topo Norte do Jardim, defronte ao Palacete Ribeiro da Cunha, que tinha já sido alvo do corte de uma pernada, será agora abatido. Este imponente lódão encontrava-se em perfeito estado de saúde antes da intervenção, como o atesta o facto de, após inspecção pelos serviços camarários, não ter sido incluído na lista de árvores a abater ou a tratar. Mas pouco tempo após as obras uma das suas pernadas começou a mostrar sinais de rotura pelo que foi cortada. Os roços, ver foto anexa, que foram efectuados junto a essa árvore não terão sido alheios a esse facto. Mas a árvore continuou a ressentir-se desses mau tratos, pelo que irá agora ser abatida segundo a nota camarária que nela se encontra afixada. Irá ser substituída, afirma a mesma nota. Seja, mas quantos anos teremos nós, terão todos os utentes deste Jardim, de esperar para voltar a ter preenchido de verde e de sombra todo o espaço que agora ficará vazio? Tudo isto teria sido evitável tivesse havido da parte desta vereação mais respeito e cuidado ao lidar com este, outrora, romântico Jardim.

 O lódão antes das obras.
O roço aberto rente ao lódão
os primeiros sinais de rotura da pernada logo após as obras.
o corte da pernada.





quarta-feira, 17 de julho de 2013

Estado de algumas árvores do Jardim.


Uma das pretensas razões para a desastrada e dispendiosa intervenção que foi feita no Jardim em 2009 foi a do estado das árvores do jardim muitas das quais estariam doentes. A que temos assistido após essa intervenção, que tinha como um dos seus mais importantes propósitos revitalizar a coberto arbóreo do Jardim? A uma acelerada degradação desse coberto arbóreo, como temos vindo a documentar. Aqui se deixam mais alguns exemplos dessa degradação:



terça-feira, 16 de julho de 2013

Infanticídio

O que terá levado a que este jovem lódão tenha sido tão barbaramente decepado? Estaria doente?


Não vimos nehum aviso afixado na jovem árvore alertando-nos para a iminência do seu sacrifício nem para as razões que justificariam essa condenação à morte.

domingo, 30 de junho de 2013

Alerta, ALERTA.

Será que as entidades que tem a responsabilidade pela preservação das árvores do Jardim, e  em particular, pelas classificadas, já se deram conta do estado em que se encontra a copa da Araucaria Columnaris?




Será este envelhecimento prematuro desta bela Araucaria mais uma das nefastas consequências da desastrada intervenção neste Jardim?

sábado, 29 de junho de 2013

Será que vai vingar?

Desde há alguns dias que nesta moribunda palmeira um rebento no seu topo começa a tornar-se bem visível:

Mesmo com este estranho aspecto desejamos que este rebento cresça e se torne tão forte e saudável quanto a palmeira original.

Ora molha, molha...

Voltamos ao mesmo de sempre:


borrifa-se o piso para comabater o pó que este constante e permanentemente gera.
Só há uma solução para isto, sr. (ir)responsáveis da CML: um novo piso!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Será isto Normal?

Hoje de manhã uma equipa de lenhadores ao serviço da CML fizeram este lindo trabalho:
em pouco tempo a coitada da bela trepadeira em plena floração ficou assim:
e assim:
Será isto normal? Não há maneiras mais profissionais e amigas da planta em plena floração de evitar que esta cresça para o passeio? E mesmo que cresça para o passeio, que mal isso tem? As pessoas nunca usam esse passeio!  E os carros não podem aí estacionar, ou poderão? Seria bom que fosse permitido à planta ocupar todo esse espaço. Pelo menos evitava-se o triste e mal cheiroso espectáculo de pessoas a urinar contra as paredes. Sim porque sempre que há festa no Jardim, a CML esquece-se de providenciar sanitários móveis e de fechar mais tarde os sanitários que existem no lado poente, ao cimo dos Ladeirões.