quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Pequenos estragos.
O vendaval que se fez sentir este Natal não provocou grandes estragos no arvoredo do Jardim, felizmente. O maior estrago foi o sofrido por um dos jacarandás que perdeu uma pernada:
mas por todo lado se podiam observar pequenos ramos partidos:
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Eram três esbeltas irmãs...
Das tês icónicas Palmeiras já só resta uma:
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Desistiram.
Será que desistiram de vez em plantar qualquer coisa neste canteiro? Parece que sim.
Congratulemo-nos, pois, com a 'requalificação' sofrida pelo Jardim.
* Araucaria que entretanto perdeu a copa.
domingo, 10 de novembro de 2013
O Piso, outra vez o Piso.
Desde que em Maio de 2010 a colocação do actual piso do Jardim foi terminada, que os problemas com o mesmo não param de se suceder. O pó tem sido o mais apontado e é talvez o mais pernicioso. Mas não é o único. Sempre que chove com um pouco mais de intensidade lá vai a camada superior do piso delizar pelas ruas limítrofes abaixo e depositar-se nas caldeiras das árvores do alinhamento, impedindo-as de absorver a água. A erosão provocada pelo uso humano e pela chuva tem acentuado a degradação do piso que apresenta inúmeras depressões e irregularidades. A CML não se cansa de ir tentando remediar esses problemas -como a rega do piso no verão, a decapagem e a rega com cola, os remendos nas zonas mais degradadas- à custa de avultadas verbas. Mas estão sempre a resurgir os mesmos e novos problemas, como os causados pelas mais recentes chuvadas que as fotos documentam:
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Ver para crer. Amanhã:
Prç do Princípe Real, nº18
10h às 12h e das 12h30 às 16h
domingo, 3 de novembro de 2013
O Desporto Favorito.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Movimento "Em defesa do Príncipe Real"
«Boa tarde,
Escrevo-lhe relativamente ao movimento recentemente criado na rede social Facebook "Em defesa do Príncipe Real". Este movimento nasceu quando a embaixada dos Emirados Árabes Unidos, em Lisboa, se sentiu no direito de entaipar vãos, cortar sistemas de drenagem de águas, fixar as suas estruturas nas paredes de um Palacete vizinho, propriedade particular.
Em plena praça do Príncipe Real em Lisboa, na zona oeste, existem dois palácios construídos há muitos anos pela Condessa de Penalva de Alva. Foi edificado primeiro o mais pequeno, nº18 actual propriedade de um particular e depois o maior, actual Embaixada dos Emirados Árabes. Naturalmente os edifícios, tendo sido mandados construir pela mesma pessoa, ocupam um terreno cujos limites de propriedade são difíceis de apurar, e não têm qualquer barreira física que os separe.
Durante anos esta situação não foi um problema, mesmo quando os palácios foram vendidos – a relação e gestão do espaço “comum” era civilizada e simples.
Acontece que há cerca de seis meses, sendo a embaixada dos Emirados vizinha do referido palacete nº18, a convivência de espaços comuns tornou-se claramente mais complicada – com a legitimidade própria de qualquer Embaixada ao querer garantir a segurança do seu espaço. A solução mais óbvia seria pensar num gradeamento, chegar a um acordo, dividir o espaço exterior conforme as respectivas cadernetas prediais, e assim se protegia a embaixada do seu vizinho.
Mas em vez de uma solução civilizada a Embaixada entendeu ser mais apropriado construir um volume abarracado, e encostá-lo às janelas de sacada do palacete vizinho, literalmente colado. A imagem de quem está dentro do espaço é aterradora, e a situação é inaceitável.
Como se não bastasse, a Embaixada construiu uma estrutura também colada à parede do vizinho onde colocou um elevador que serve de acesso subterrâneo à Embaixada – esta estrutura impede o acesso a umas escadas que pertencem ao palacete. E para que houvesse espaço para a estrutura encostar serraram um tubo de queda de águas pluviais.
Podem consultar toda a informação na página do Facebook do movimento https://www.facebook.com/EmDefesaDoPrincipeReal?fref=ts Nesta sexta-feira dia 25 de outubro está convocada uma conferência de imprensa que terá ligar no Palacete (nº18 da Praça do Príncipe Real), pelas 11h00 com a presença do Olissipógrafo José Sarmento de Matos; Eng. João Appleton; Dr. Alexandre Melo, Crítico de Arte e Dr. António Rego, representante do proprietário.
Sem outro assunto.
Atentamente,
Inês Teixeira»
Cristina Guerra Contemporary Art»
domingo, 20 de outubro de 2013
Mais duas... a menos.
viviam estas duas árvores:
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
A Corda pelo Botânico.
VOTEM NO JARDIM BOTÂNICO.
Envie SMS gratuito para 4646 com a mensagem OPLX 121
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Mais um atropelo.
Mas o que vem agora ao conhecimento público ultrapassa todo o que é imaginável de atropelos à legalidade e à boa vizinhança:
"Nessa denúncia, dirigida ao presidente do município, diz-se que as obras (que incluem uma caixa de elevador e um barracão de metal que tapam janelas e uma porta do imóvel do denunciante) "não foram sujeitas a controlo prévio municipal, situação que comporta uma manifesta violação das normas urbanísticas vigentes". O representante legal do proprietário, José Miguel Júdice, afirma que foram "desrespeitadas, de modo cabal, regras elementares de construção" consagradas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas, bem como o Plano Director Municipal. O advogado acrescenta outra acusação: a de que a embaixada efectuou as obras em terrenos que não são seus, mas sim do denunciante, o promotor imobiliário libanês Nabil Aouad. E este, sublinha José Miguel Júdice, não autorizou a sua realização. Tudo isto, conclui-se, "consubstancia uma inflamada violação do direito português em geral e do direito do urbanismo/ordenamento do território e do património cultural aplicável em particular"."
in: http://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/vizinho-da-embaixada-dos-emirados-arabes-pede-demolicao-de-obras-ilegais-27187542#/1



















