sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sempre que chove...

Sempre que chove um pouco mais


formam-se outros lagos no Jardim.

(coisa que não acontecia antes da 'requalificação')

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"Um Jardim em Perigo"


"O Corvo" publicou um belo texto da autoria da jornalista Isabel Braga, ilustrado com fotografias de Fernando Faria, sobre o nosso pobre jardim.

"O jardim do Príncipe Real deixou de ser um dos mais belos jardins românticos de Lisboa. A requalificação realizada em 2009, por iniciativa da Vereação do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Espaço Público da Câmara Municipal de Lisboa (CML), substituiu canteiros de flores por relvados que não conseguem nascer, arrancou as sebes e o maciço de buxo antigo e, principalmente, levou ao abate de quase cinquenta árvores, algumas de grande porte, deixando as restantes em precário estado de saúde."


 Ler artigo completo em:

http://ocorvo.pt/2014/01/02/principe-real-um-jardim-em-perigo/


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Noutras paragens.

Noutras paragens as árvores  juvenis são assim protegidas:


à atenção dos nossos (ir)responsáveis.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pequenos estragos.


O vendaval que se fez sentir este Natal não provocou grandes estragos no arvoredo do Jardim, felizmente. O maior estrago foi o sofrido por um dos jacarandás que perdeu uma pernada:


 mas por todo lado se podiam observar pequenos ramos partidos:




terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Eram três esbeltas irmãs...


Das tês icónicas Palmeiras já só resta uma:

 As três belas palmeiras como ainda podiam ser admiradas em Outubro de 2010




 mas em Novembro de 2012 o escaravelho e a incúria da CML mataram a do meio e deixaram a da direita muito doente


 mas durante um tempo houve esperança que sobrevivesse

esperança gorada. Este Natal a Palmeira da direita desistiu de lutar pela vida.


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Desistiram.

Antes da 'requalificação' do Jardim este canteiro em torno da Araucaria colunaris* estava protegido por um gradeamento metálico e esteve sempre plantado. Depois da 'requalificação', que retirou todos os gradeamentos protectores, houve várias tentativas de plantação mas sempre goradas. Desde há uns meses a esta parte tem estado como a foto documenta:
Será que desistiram de vez em plantar qualquer coisa neste canteiro? Parece que sim.

Congratulemo-nos, pois, com a 'requalificação' sofrida pelo Jardim.

* Araucaria que entretanto perdeu a copa.

domingo, 10 de novembro de 2013

O Piso, outra vez o Piso.


Desde que em Maio de 2010 a colocação do actual piso do Jardim foi terminada, que os problemas com o mesmo não param de se suceder. O pó tem sido o mais apontado e é talvez o mais pernicioso. Mas não é o único. Sempre que chove com um pouco mais de intensidade lá vai a camada superior do piso delizar pelas ruas limítrofes abaixo e depositar-se nas caldeiras das árvores do alinhamento, impedindo-as de absorver a água. A erosão provocada pelo uso humano e pela chuva tem acentuado a degradação do piso que apresenta inúmeras depressões e irregularidades. A CML não se cansa de ir tentando remediar esses problemas -como a rega do piso no verão, a decapagem e a rega com cola, os remendos nas zonas mais degradadas- à custa de avultadas verbas. Mas estão sempre a resurgir os mesmos e novos problemas, como os causados pelas mais recentes chuvadas que as fotos documentam:

 Estado do piso junto à primeira barraca da feira da agricultura biológica.
 Um exemplo no interior do jardim...
...e junto ao Quiosque.
Quando chove o areão -que colocaram recentemente sobre o piso original, para impedir o pó- escorre para as ruas limítrofes e para as...
 ...as caldeiras das árvores de alinhamento.
 As 'depressões' do piso atingem já alguns centímetros e dão direito a tropeçar e a quedas das pessoas de mais idade.

Será pedir de mais à CML para não se acobertar por de trás do Orçamento Participativo e resolver de vez este problema que ela própria criou?

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ver para crer. Amanhã:


Pode-se visitar o interior do palacete, para ver os danos causados pelas obras ilegais.
Prç do Princípe Real, nº18
10h às 12h e das 12h30 às 16h

domingo, 3 de novembro de 2013

O Desporto Favorito.

Cortar e decepar as árvores é a actividade que mais gozo deve dar a quem cuida dos nossos jardins. As árvores do jardim do Príncipe Real tem sido uma das vítimas favoritas desse desporto tão ao gosto português. Eis aqui mais um exemplo:

Mas nada a dizer. Ao cortar esta pernada desta Tília tentou restabelecer-se a igualdade com a outra Tília ao lado a quem também já tinham sido cortados dois ramos:



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Movimento "Em defesa do Príncipe Real"




Chegado por e-mail:

«Boa tarde,

Escrevo-lhe relativamente ao movimento recentemente criado na rede social Facebook "Em defesa do Príncipe Real". Este movimento nasceu quando a embaixada dos Emirados Árabes Unidos, em Lisboa, se sentiu no direito de entaipar vãos, cortar sistemas de drenagem de águas, fixar as suas estruturas nas paredes de um Palacete vizinho, propriedade particular.

Em plena praça do Príncipe Real em Lisboa, na zona oeste, existem dois palácios construídos há muitos anos pela Condessa de Penalva de Alva. Foi edificado primeiro o mais pequeno, nº18 actual propriedade de um particular e depois o maior, actual Embaixada dos Emirados Árabes. Naturalmente os edifícios, tendo sido mandados construir pela mesma pessoa, ocupam um terreno cujos limites de propriedade são difíceis de apurar, e não têm qualquer barreira física que os separe.

Durante anos esta situação não foi um problema, mesmo quando os palácios foram vendidos – a relação e gestão do espaço “comum” era civilizada e simples.

Acontece que há cerca de seis meses, sendo a embaixada dos Emirados vizinha do referido palacete nº18, a convivência de espaços comuns tornou-se claramente mais complicada – com a legitimidade própria de qualquer Embaixada ao querer garantir a segurança do seu espaço. A solução mais óbvia seria pensar num gradeamento, chegar a um acordo, dividir o espaço exterior conforme as respectivas cadernetas prediais, e assim se protegia a embaixada do seu vizinho.

Mas em vez de uma solução civilizada a Embaixada entendeu ser mais apropriado construir um volume abarracado, e encostá-lo às janelas de sacada do palacete vizinho, literalmente colado. A imagem de quem está dentro do espaço é aterradora, e a situação é inaceitável.

Como se não bastasse, a Embaixada construiu uma estrutura também colada à parede do vizinho onde colocou um elevador que serve de acesso subterrâneo à Embaixada – esta estrutura impede o acesso a umas escadas que pertencem ao palacete. E para que houvesse espaço para a estrutura encostar serraram um tubo de queda de águas pluviais.

Podem consultar toda a informação na página do Facebook do movimento https://www.facebook.com/EmDefesaDoPrincipeReal?fref=ts Nesta sexta-feira dia 25 de outubro está convocada uma conferência de imprensa que terá ligar no Palacete (nº18 da Praça do Príncipe Real), pelas 11h00 com a presença do Olissipógrafo José Sarmento de Matos; Eng. João Appleton; Dr. Alexandre Melo, Crítico de Arte e Dr. António Rego, representante do proprietário.

Sem outro assunto.

Atentamente,
Inês Teixeira» Cristina Guerra Contemporary Art»