segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Rol das Vítimas não pára de Aumentar.

Sucedem-se no jardim as árvores doentes. Nunca tal se tinha verificado. Só há uma explicação possível para esta sequência infindável de árvores que vão adoecendo e morrendo: são as vítimas diferidas da desastrosa e desastrada intervenção de 2009/10.
Agora é este Ulmeiro que dá sinais evidentes de morte prematura:


O piso 'correu mal', já o admite o responsável pelo desastre. Infelizmente não foi só o piso, como se vê. Tudo ou quase tudo correu mal. E ninguém é chamado à pedra!
 

domingo, 13 de julho de 2014

O Parque Automóvel Subterrâneo. Vamos Permitir Isto?

Estas duas plantas do projecto do parque automóvel que a Empark pretende construir na nossa bela praça/jardim do Príncipe Real são sintomáticas dos estragos irreversíveis que esse parque, se permitirmos a sua construção, irá causar às dezenas de Árvores directamente afectadas, algumas delas classificadas, outras recém plantadas, ao Reservatório da Patriarcal, Monumento nacional, e seus aquededutos subterrâneos, aos edifícios, à estética da praça, com as entradas para os elevadores à superfície e os pórticos da entrada e saída dos tunéis, ao aumento de tráfego, aos engarrrafamentos e poluição em toda a zona.


Vistas das zonas, árvores e edifícios que serão directamente afectados:

Uma das entradas/saídas será feita por aqui.

Estes terrenos são de aterro. Suportarão a gigantesca estrutura do parque?
Estes edifícios vão ser seriamente afectados...
...e estes também.
O Platáno, ai o Platáno! De nada lhe vai valer ser uma Árvore Classificada.
Estas também serão todas sacrificadas...
...e estas também...
...esta Robínea e as outras seis que foram salvas in extremis aquando da 'requalificação' desta vez não escaparão...
...e mais estas. Ao todo serão umas largas dezenas de árvores abatidas.

Vamos permitir isto? Só depende de nós dizer NÃO a este absurdo parque. A Empark que vá tentar ganhar dinheiro para outro lado. Senhor Presidente da CML, Dr. António Costa: não diga 'para já não'; diga antes 'PARA NUNCA MAIS'; sr. Presidente: 'deite ABAIXO este Parque'




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Alto do Penalva.

O problema do estacionamento no Alto do Penalva tarda a ser resolvido. As fotos, recentes, que Ernst Schade nos fez chegar mostram a que ponto o estacionamento selvagem no Alto do Penalva tornou difícil a vida para os residentes nesse simpático beco:




 até mesmo o Arco do Evaristo não escapa à praga
E claro, o abate há anos das árvores que existiam ao cimo das escadas, árvores que nunca mais foram substituídas, só veio piorar ainda mais a situação:

Quem? Quando, se resolverá esta vergonhosa situação e se voltam a plantar as árvores que embelezavam o sítio e impediam o estacionamemto selvagem? Já é tarde!


terça-feira, 1 de julho de 2014

Carta Aberta

  A seguir transcrevemos a Carta Aberta enviada ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa:



Exm. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Caro Dr. António Costa,


Fazendo fé no que a comunicação social informou, a viabilidade da construção de um parque de estacionamento automóvel na Praça/Jardim do Príncipe Real, mereceu da parte de V. Exa. a afirmação de que  ‘não é para já’.  Esta terá sido a expressão usada para sintetizar a sua posição, no debate sobre o assunto ocorrido na Assembleia Municipal do passado dia 17 de Junho.
Senhor Presidente, um ‘não é para já’ não basta. A nós, cidadãos e residentes, e às organizações cívicas que representamos, um ‘não é para já’ não nos sossega, antes pelo contrário, deixa-nos muito inquietos. Por isso apelamos ao seu proverbial bom senso e ao seu intransigente sentido de defesa dos interesses dos cidadãos para não ceder a injustificados interesses de terceiros, para, agindo com base nos poderes que os cidadãos desta cidade recentemente lhe conferiram, transformar esse ‘para já, não’ num ‘para nunca mais’. Para nunca mais se voltar a falar numa tal monstruosidade.
Senhor Presidente, como antigo residente na zona, e profundo conhecedor dos problemas que a afectam, tem com certeza noção de que os problemas que a construção de tal parque se propõe obviar não só não serão resolvidos, mas, antes pelo contrário, agravados.
O brutal acréscimo de tráfego viário, que as condicionantes ao trânsito na Avenida da Liberdade - facto agravado pela recente explosão do comércio e ‘gentrificação’ da zona - provocaram no eixo Chiado-Rato só poderá agravar-se ainda mais com a oferta das centenas de lugares de estacionamento previstos para o parque. É sabido que a oferta incrementa a procura pelo que o aumento do tráfego na zona e especificamente no referido eixo não é uma mera hipótese mas sim uma certeza. Ora, como certamente os serviços da Autarquia a que V. Exa preside, terão já recolhido dados e feito estudos, o trânsito nesse eixo atingiu o ponto de saturação não só nas chamadas horas de ponta como em muitos outros períodos do dia, pelo que qualquer incremento nesse trânsito vai tornar a vida insuportável quer para residentes quer para quem é obrigado a utilizar essa via de comunicação. Acresce que a poluição atmosférica que se faz cada vez mais sentir, irá, como é óbvio, aumentar ainda mais, ultrapassando os limites toleráveis para a saúde humana, para não falar da de outras espécies vivas. Acresce que a entrada e saída de veículos do parque será mais um obstáculo à fluidez do tráfego.
Os aspectos negativos da construção de tal parque na Praça/Jardim do Príncipe Real, não se ficam, contudo, pelo acréscimo do trânsito e consequentes malefícios já referidos.
A esse aspecto há que acrescentar ainda outros, não menos graves, entre os quais sobressai a impossível convivência com o Reservatório da Patriarcal e o conjunto de galerias subterrâneas que dela emanam.
A “Patriarcal”, como V. Exa. sabe, faz parte do Aqueduto das Águas Livres, Monumento Nacional. A construção de um parque com vários pisos subterrâneos paredes meias com essa construção do século XVIII, além da forte probabilidade de lhe causar danos, directa ou indirectamente, através da alteração do regime de infiltração das águas pluviais, irá inviabilizar a futura candidatura a Património da Humanidade desse Monumento Nacional.
Além da “Patriarcal” também o Jardim, tão maltratado na ‘requalificação’ de 2009, será seriamente prejudicado pela construção do parque subterrâneo. Duvidamos mesmo que consiga sobreviver se essa construção for avante. Nesse Jardim, autêntico oásis para caminhantes e turistas, existem 7 árvores classificadas, sendo uma delas ex-libris de Lisboa.
A construção do parque além de roubar área ao Jardim - muitos dos recém-plantados lódãos da envolvente, terão de ser abatidos - irá afectar o sistema radicular de todas as árvores aí existentes, incluindo as 7 classificadas, o que será a sua sentença de morte.
Não exageramos nem falamos de cor. O uso de maquinaria pesada e abertura de profundos roços para instalação do novo sistema de iluminação no Jardim, durante os trabalhos de 2009/10, por nós atempadamente e publicamente denunciados, mostraram-se e continuam infelizmente a mostrar-se, altamente prejudiciais para a saúde das árvores, como a ‘taxa de mortalidade’ entretanto verificada entre as espécies do Jardim o comprova.
Ora, se uma intervenção superficial, que pretendia requalificar o Jardim, causou os estragos que são do conhecimento geral e até, recentemente, reconhecidos publicamente pela tutela, que pensar de uma intervenção em profundidade e que envolverá forçosamente meios e maquinaria muitíssimos mais agressivos?
Outro aspecto ainda que há que considerar com muita apreensão é o do impacto negativo que a construção de um parque com 4 pisos subterrâneos e pelo menos 12 metros de profundidade, terá sobre os edifícios centenários que ladeiam a praça. É que as paredes exteriores desse parque ficariam a escassos metros das fundações desses edifícios, que não poderão deixar de se ressentir quer com as vibrações e trepidações do terreno durante a fase de construção, quer com as consequências que a mudança do regime de infiltração das águas pluviais produzirá ao longo do tempo.
Aliás, os estudos técnicos encomendados para suportar o projecto em apreço, são claros quando afirmam que os impactes negativos nas estruturas dos edifícios que bordejam a praça, e no aqueduto, não estão estimados e, pior, podem ser irreversíveis.
O equilíbrio estético da praça/jardim é outro dos aspectos a considerar. É óbvio que por mais cuidado que se tenha, a construção do parque irá impor a implantação de mais painéis de sinalização aumentando ainda mais a poluição visual da praça/jardim. Mas mais grave ainda para a preservação da estética da praça será a construção dos pórticos de entrada e saída do parque.
Senhor Presidente, como o senhor saberá, melhor do que ninguém, o problema da fluidez do tráfego na zona e da escassez de lugares de estacionamento não se resolverá com mais oferta de lugares, pois, como já acima afirmamos, a mais oferta sucede mais procura. Esse problema resolve-se, pelo contrário tomando medidas de desincentivo ao trânsito de veículos particulares e aumentando e melhorando, simultaneamente, a oferta do transporte público.
Senhor Presidente, permita-nos que parafraseemos a célebre frase de Ronald Reagan:
 Deite abaixo este parque’.

Pela Plataforma Contra a Construção do Parque,
Amigos do Príncipe Real
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Fórum Cidadania Lisboa
Associação Lisboa Verde
Cidadãos subscritores das Petições Contra a Construção do Parque

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Reservatório da Patriacal em risco.

Carta a ser distribuída aos residentes

Cara Vizinha, Caro Vizinho
Parece que foi ontem, mas foi há 13 anos que os moradores disseram NÃO à construção do parque de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real, por o mesmo colocar em sério risco o Reservatório da Patriarcal, situado sob o lago do jardim e que faz parte do Aqueduto das Águas Livres (Monumento Nacional). O jardim tem ainda 7 árvores de Interesse Público que ficariam afectadas.
Pensámos que o assunto tivesse então sido arquivado mas, há 2 semanas, fomos
surpreendidos pela realização de SONDAGENS técnicas em 3 pontos diferentes em redor do jardim do Príncipe Real.
Depois de consultarmos a Direcção Geral do Património Cultural (instância que tutela o património classificado), ficámos estupefactos: trata-se da CONSTRUÇÃO futura de um parque de estacionamento subterrâneo! Ao qual a DGPC deu parecer negativo!!
E o projecto é ainda PIOR que o de 2001 – 4 caves, elevador à superfície, rampas de acesso, construção a 1 metro das galerias do Aqueduto das Águas Livres – o que acarretará efeitos colaterais irreversíveis e imprevisíveis.
Não menos importante será o problema de trazer ainda mais tráfego para a zona, já de si
saturada. A promessa de alguns lugares de estacionamento para os moradores não deve
iludir-nos, pois isso não resolverá o problema, tal como o parque da Praça Camões não o fez.
  Uma melhor mobilidade não se consegue com a vinda de mais carros, mas com transportes públicos, de que aliás a zona já está bem servida: o metro no Rato e no Chiado, além dos autocarros e dos parques nas imediações, dão acesso fácil aos forasteiros. O regresso do eléctrico 24, sim, será sempre uma mais-valia em termos de mobilidade do século XXI.
Por isso, lançámos uma petição «Contra a Construção do Parque de Estacionamento
Subterrâneo na Praça do Príncipe Real», disponível em http://amigosprincipereal.blogspot.pt.
Não nos iremos calar enquanto não arquivarem DEFINITIVAMENTE todo e qualquer projecto de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real. Esteja atento a mais iniciativas neste âmbito, muito em breve. Obrigado.

JUNTE-SE A NÓS, ASSINE A PETIÇÃO E PASSE PALAVRA, POR FAVOR!

Lisboa, 18 de Junho de 2014
P’ O Grupo de Amigos do Príncipe Real

José Calisto                            Gabriela Cerqueira                        Manuela Correia  


terça-feira, 3 de junho de 2014

Substituição do piso no Jardim do Príncipe Real em Outubro?


Segundo nos reporta a jornalista do 'Público' Marisa Soares, o piso do jardim será finalmente mudado no próximo mês de Outubro. A ver vamos se se cumprem as promessas. Mas entretanto seria bom, a bem dos contribuintes, que fossem apuradas as responsabilidades pelos gastos inúteis e pelos estragos causados durante todos estes anos em que estivemos, pessoas, plantas, animais e bens, sujeitos a um poeirento piso, com componentes perniciosos como o pó de vidro. Reconhecer um erro é de louvar, mas quando esse erro foi previamente denunciado como tal, e quando só ao fim de várias tentativas e respectivos gastos associados se reconhece esse erro, não nos é mais permitido relevar esse comportamento.


Ler artigo do 'Público' aqui.



Carta enviada ao Exmo. Senhor Provedor de Justiça.



Assunto: Projecto de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real / Reclamação em prol das Boas Práticas

Exmo. Senhor Provedor de Justiça
Professor Doutor José Francisco de Faria Costa 


Somos a apresentar queixa a Vossa Excelência, e aos Serviços que tutela, pela situação que se está a desenrolar no Jardim do Príncipe Real, em Lisboa, à margem dos moradores da zona e, por conseguinte, à revelia das boas práticas e do modelo de governança participativa que devia ser apanágio da Câmara Municipal de Lisboa, em relação ao qual, aliás, esta se diz empenhada praticante.

Com efeito fomos completamente surpreendidos, face à ocorrência de sondagens pela empresa espanhola Empark, no Jardim do Príncipe Real - trabalhos já amplamente divulgados pela comunicação social e que tem em vista o arranque da construção de um parque de estacionamento subterrâneo no local - uma vez que tal projecto nunca foi debatido em reunião de CML, nem em reunião de AML, nem muito menos em sede de Assembleia de Freguesia, pelo rápido avançar dos preparativos com vista à construção desse parque subterrâneo.

Assim,

Considerando as notícias vindas a público dando conta dessa nova realidade, referindo existir agora uma nova versão do antigo projecto de estacionamento subterrâneo, objecto de arquivamento há mais de 10 anos (“arquivado” face à forte contestação dos moradores e aos pareceres desfavoráveis emitidos na altura pelo então IPPAR, pareceres que sempre considerámos “definitivos”);

Considerando que esta nova versão estará já “autorizada” por três Vereadores do anterior executivo camarário (Arq. Manuel Salgado, Eng. Nunes da Silva e Dr. Sá Fernandes), dependendo o arranque das obras neste momento apenas dos novos pareceres da DGPC (ex-IPPAR), que estarão para breve;

E considerando que:

1.      No centro do Jardim do Príncipe Real, existe a Patriarcal, peça central do sistema de condutas que compõe o Aqueduto das Águas Livres e Monumento Nacional (Decreto n.º 5, DR n.º 42 de 19 Fevereiro 2002); e que todo e qualquer projecto de construção de estacionamento subterrâneo, com menor ou maior profundidade ou aproximação, além de atentar sobre ele, impedirá uma futura candidatura do Aqueduto a Património da Humanidade, candidatura, aliás, para a qual apontava a Recomendação aprovada recentemente pela Assembleia Municipal de Lisboa por unanimidade (http://partidodaterra-mpt.blogspot.pt/2014/02/recomendacao-apresentada-pelo-deputado_19.html), representando a construção do parque de estacionamento, uma contradição da própria CML;
2.      No referido jardim, se encontram várias espécies arbóreas protegidas, já que classificadas como de Interesse Público, pelo que nada pode ser aprovado sem o parecer favorável do Instituto de Conservação da Natureza;
3.      A construção do referido parque terá fortes repercussões em termos de trânsito e mobilidade na zona, afectando desde logo os moradores, pelo que serão precisos estudos de impacto de trânsito para que uma obra deste tipo seja construída;
4.      Tão importante quanto os pontos anteriores e dada a forte polémica aquando do anúncio da construção do parque, há 13 anos, e que levou, em primeira mão, a que a ideia fosse abandonada até … agora;

Solicitamos, por isso, a Vossa Excelência, Senhor Provedor, que diligencie junto da CML, e das demais entidades (DGPC, ICNF, AML e Junta de Freguesia da Misericórdida), no sentido de apurar:

1.      Quando é que foi aprovado pela CML semelhante projecto, por quem e em que sede; qual o grau de envolvimento das várias entidades, e quais os estudos técnicos que o suportam (impacte na rede radicular das árvores, impacte de tráfego automóvel) e pareceres técnicos que o autorizam;
2.      Quais as razões por não ter sido o referido projecto objecto de apresentação e discussão públicas, dado o seu carácter, a polémica e a contestação de há 13 anos, e, sobretudo, porque a não existência desse debate é um desrespeito claro pelas "boas práticas" europeias de que a CML é signatária.

Melhores cumprimentos

Pelos Amigos do Príncipe Real
Jorge Pinto

Pedido de Esclarecimento.


Abaixo se transcreve o pedido de esclarecimento enviado ao senhor Director Geral do Património Cultural acerca desta nova tentativa de construção de um parque subterrâneo para estacionamento automóvel na Praça do Príncipe Real.


"Exmo. Senhor Director-Geral do Património Cultural
Dr. Nuno Vassalo e Silva

Considerando as sondagens em curso na praça do Príncipe Real para efeitos da construção de um parque de estacionamento subterrâneo, sondagens cuja realização e objectivos já foram amplamente divulgados pela comunicação social, como é, certamente, do seu conhecimento;
Considerando que, segundo essa mesma comunicação social, o que agora se pretende é retomar um antigo projecto de construção de um parque de estacionamento subterrâneo, projecto esse que foi alvo de forte oposição por parte dos moradores e de sucessivos pareceres negativos do então IPPAR, factos que conduziram ao seu 'arquivamento';

Considerando que o actual projecto é praticamente o mesmo que o anterior (4 pisos subterrâneos, atingindo mais de 20 metros de fundo, com as fundações do parque a serem construídas praticamente encostadas às condutas do aqueduto), apresentando o mesmo, senão mais grave ainda, grau de intrusão em relação ao Monumento Nacional, que é a Patriarcal e o conjunto único de condutas do sistema de distribuição de águas, que faz parte integrante do Aqueduto das Águas Livres (MN - Monumento Nacional, Decreto n.º 5, DR n.º 42 de 19 Fevereiro 2002);

Considerando o óbvio impacto no conjunto de palacetes e edifícios de valor patrimonial reconhecido, que compõem a “moldura” da Praça do Príncipe Real e que poderão sofrer danos assinaláveis com a construção do referido parque;

Considerando as notícias vindas recentemente a público sobre este assunto, que dão conta de novos desenvolvimentos em sede dos serviços dessa Direcção-Geral;

Vimos por este meio solicitar a V. Exa. que nos informe sobre este assunto, i.e., sobre:

 1.Se deu entrada nesses serviços alguma alteração ao projecto então objecto de parecer na década de 90, que justifique uma reapreciação do mesmo e a anulação dos pareceres anteriormente considerados como definitivos, uma vez que os pressupostos continuam os mesmos: construção de um parque automóvel subterrâneo em cima de um Monumento Nacional (o que inviabilizará, aliás, qualquer candidatura futura do Aqueduto das Águas Livres a Património da Humanidade);
2 Qual a razão para uma reapreciação deste projecto? E, caso já tenha sido reapreciado pela DGPC, qual o sentido desse parecer;
3. Em relação às sondagens que estão a ser feitas no jardim do Príncipe Real, se houve ou não apreciação de algum pedido de autorização nesse sentido, quem o submeteu (CML ou promotor?) e, se tiver sido recepcionado esse pedido, qual o parecer emitido pela DGPC; quando e por quem;

Com os melhores cumprimentos,

Pelos Amigos do Jardim do Príncipe Real
Jorge Pinto"

Acerca de uma petição.


Encontrando-se em curso uma petição 'online' contra a construção de um parque subterrâneo na praça do Príncipe Real é nossa obrigação informar que a mesma nada tem a ver com este grupo de cidadãos 'Amigos do Príncipe Real'; que consideramos essa petição extemporânea; que os autores da mesma foram por nós contactados para a retirarem do espaço virtual e se juntarem a nós nas difíceis batalhas que se adivinham para obstar à construção do parque, mas que se recusaram a retirar a petição e que nós próprios iremos em momento oportuno colocar uma petição online.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Casa do Guarda.

Nem tudo são más notícias sobre este tão mal tratado jardim:
A 'casa do guarda' que estava num estado deplorável está a ser restaurada:
e o horrível acrescento ao anexo da esplanada foi disfarçado com um gradeamento escuro. Do mal o menos: