quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Robínias. In memoriam.


No livro 'Trinta árvores em discuso directo' de António Bagão Felix uma das trinta árvores
escolhida pelo autor é a Robínia. E a propósito de robínias seleccionámos o que o autor diz a páginas 197 do seu interessante livro:



Sim, há urbes que muito continuam a acarinhar as suas robínias. Não foi o caso desta urbe, capital do abate de árvores seculares, como as robínias que habitavam o jardim, mas não moram mais aqui.




domingo, 16 de novembro de 2014

Mais uma.

O rol de árvores que vão morrendo por uma ou outra razão não pára de aumentar. Agora é esta palmeira que está moribunda, atacada pelo escaravelho vermelho e pela incúria de quem tinha obrigação de a proteger dessa praga.




sábado, 15 de novembro de 2014

Antes e Depois.


Antes do Escaravelho Vermelho e do Sá Fernandes.

Depois do Escaravelho Vermelho e do Sá Fernandes.


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Em Outubro, disse ele.


Em entrevista concedida, em Maio do presente ano, à jornalista Marisa Matias do 'Público', o assesor do gabinete do vereador José Fernandes - o qual já em Fevereiro tinha  admitido o erro que foi o de ter sido escolhido o compósito 'Aripaq', em que um dos componentes é vidro moído, para o piso do jardim - disse que em Outubro

 “O pavimento vai ser substituído por betuminoso colorido, um agregado com 2,5 centímetros de grossura, permeável”.

in:  http://www.publico.pt/local/noticia/camara-de-lisboa-volta-a-substituir-piso-no-jardim-do-principe-real-em-outubro-1638101

Frequentadores do Jardim queixam-se do pó, que se acumula nos bancos de madeira

 Mas estamos em meados de Novembro e nada se vê. Será que esse mês de Outubro a que o sr. acessor se referiu não era o de 2014?


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Petição presencial.

A recolha em papel de assinaturas contra o parque foi um grande sucesso. Segundo os regulamentos da Assembleia Municipal uma petição para ser obrigatoriamente discutida no plenário da Assembleia necessita recolher pelo menos 250 assinaturas. A petição contra o parque recolheu ao longo dos dias de Agosto, nos diversos pontos de recolha, 567 assinaturas validadas.
Aqui expressamos os nossos agradecimentos aos subscritores e aos senhores comerciantes que aceitaram colaborar na recolha, disponibilizando nos seus estabelecimentos as listas para recolha das assinaturas.
Pontos onde foram recolhidas as assinaturas para a petição presencial.
Exemplos das folhas de subscrição.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Está a morrer, a terceira Palmeira.

Das três icónicas palmeiras que durante décadas alindaram o lado poente do jardim e da praça do Príncipe Real
já só esta resistia
mas como pararam com o tratamento, por ser muito caro, supõem-se, passados estes meses está agora a morrer:

Quando vierem abater esta última palmeira, como fizeram às outras duas, poderemos comparar a completa degradação deste recanto, entre o antes e o depois da era do Zé.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Depois do Desastre ou À Crua Luz do Dia.


Que pensa o ICNF fazer para cuidar destas preciosas árvores? Já não é a primeira vez que se rompem ramos desta e da outra ficus ao lado. Nada se tem feito para as proteger e às pessoas e animais que sob elas se abrigam.

domingo, 3 de agosto de 2014

Um Jardim a desfazer-se aos pedaços.

Um Jardim a desfazer-se aos pedaços... e não há responsáveis:



Hoje, cerca das 21h, mais três grandes ramos desta ficus macrophylla, uma das três figueiras classificadas como de interesse público existentes no jardim, romperam-se com grande estrondo. Infelizmente esta já é a segunda vez em que ramos desta mesma ficus se rompem. E a outra ficus,  sua companheira do outro lado do quiosque, também já perdeu dois ramos.
Qual a causa destas quedas de ramos das ficus? Vento? Nenhum. Chuva forte? Nenhuma. Qual então a causa deste rompimento? A causa só pode ser uma: debilidade das ficus. E essa debilidade remonta, sem qualquer sombra de dúvida aos maus tratos que as árvores do jardim sofreram durante a desastrada intervenção feita no jardim em 2009/10.
Máquinas pesadas compactando o terreno,
num excepcionalmente chuvoso inverno, roços profundos rente às árvores
 
 raízes das ficus espezinhadas meses a fio,

são a explicação mais plausível para o que está a contecer às árvores do jardim e às ficus em particular. O que foi feito em 2009/10 não devia nunca ter sido feito. E não se pode dizer que nada disto não tenha sido previsto e atempadamente alertado quem de direito. Quem de direito? Infelizmente não podemos atribuir-lhe esse epíteto.
José Sá Fernandes em entrevista à TV NET disse que o jardim estava podre. E agora senhor vereador, está o quê?

sábado, 2 de agosto de 2014

Petição Presencial (em papel)

De acordo com o Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, nº 7 do artº 85, a apreciação dos relatórios realtivos às petições subscritas por mais de 250 cidadãos é obrigatoriamente inscrita na 'Orden do Dia' de uma sessão ordinária da AM, durante a qual os primeiros subscritores podem usar da palavra durante um total de 10 minutos.
Assim a Plataforma Contra o Parque decidiu lançar uma Petição em papel para ser assinada por residentes e cidadãos que se desloquem à um dos locais de distribuição onde deixamos cópia da petição a ser entregue na AM em Setembro, logo na reabertura dos trabalhos.
1- Loja José Luís Barbosa, na esquina da Politécnica com a Rua Nova de S. Mamede;
2 - Cabeleireiro Royale ao 1º andar do nº 75;
3 - Farmácia ao nº 54;
4 - Padaria na esquina com a Rua S. Marçal;
5 - Mercearia na esquina com a Rua Cecílio de Sousa;
6 - Loja do Cacau Corallo (na antiga casa das Cortiças);
7 - Quiosque dos refrescos;
8 - Esplanada no interior do Jardim;
9 - Venda de Jornais do sr. Henrique;
10 - Café Orpheu.


Petição Contra o Parque Automóvel Subterrâneo

no Príncipe Real

- A ser entregue na Assembleia Municipal de Lisboa -
 

Há 13 anos os moradores disseram NÃO à construção do parque de estacionamento automóvel subterrâneo no Principe Real, por o mesmo colocar em sério risco o Reservatório da Patriarcal, situado sob o lago do jardim, que faz parte do Aqueduto das Aguas Livres (Monumento Nacional). O jardim tem ainda um rico património vegetal, no qual se contam 7 árvores de Interesse Público, que ficaria em risco com a construção do parque.
Pensámos que o assunto tivesse sido arquivado mas, em Maio passado, fomos surpreendidos pela realização de SONDAGENS técnicas em 3 pontos diferentes em redor do jardim do Príncipe Real para relançarem, de novo, a construção do parque.
O actual projecto é ainda PIOR que o de 2001 - 4 caves, elevadores à superfície, rampas de acesso, construção paredes meia com as galerias do Aqueduto das Águas Livres - o que acarretará efeitos colaterais irreversíveis e imprevisíveis.
Também todos os edifícios nas orlas Sul e Nascente da Praça serão afectados pela construção de um parque cujas paredes se situam a dois metros de distância.
Não menos Importante será o problema de trazer ainda mais tráfego para a zona, já de si saturada. A promessa de alguns lugares de estacionamento para os moradores não deve iludir-nos, pois isso não resolverá o problema, tal como o parque da Praça Camões não o fez, nem compensará os que serão roubados à superfície pelas entradas e saídas do parque.
Uma melhor mobilidade não se consegue com a vinda de mais carros, mas com mais e melhores transportes públicos.
Por isso, lançámos a petição electrónica «Contra a Construcão do Parque de Estacionamento Subterrâneo na Praça do Príncipe Real», disponível em http://amigosprincipereal.blogspot.pt e esta, presencial, para ser entregue na Assembleia Municipal de Lisboa.
Não nos iremos calar enquanto não arquivarem DEFINITIVAMENTE todo e qualquer projecto de estacionamento subterrâneo no Príncipe Real. Obrigado.

JUNTE-SE A NÓS. ASSINE A PETICÃO E PASSE PALAVRA. POR FAVOR!

domingo, 27 de julho de 2014

À Atenção do ICNF.

Este belo Plátano, que é um rebento do Plátano de Hipócrates - à sombra do qual o pai da Medicina dava consultas na ilha de Cós - foi oferecido a Lisboa por Paulo, Rei da Grécia, é das 7 árvores classificadas do Jardim

aquela que mais perto vai ficar do parque automóvel subterrâneo, caso a construção deste venha a obter autorização de quem nunca a deverá dar
Este Plátano, classificado, verá as suas raízes cortadas pelas paredes do parque que se situarão a menos de dois metros do seu tronco.
Que saibamos o ICNF, cujos pareceres são necessários e vinculativos para qualquer obra ou alteração que se realize dentro da zona de protecção de uma árvore classificada, não tem ainda conhecimento oficial do projecto do parque subterrâneo.
Será que, como aconteceu durante a intervenção de 2009, a AFN - anterior designação do actual ICNF - que de nada tinha sido informada pela CML, voltará agora a ser a última Autoridade a saber do projecto do parque?
À Atenção do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.