quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A chacina continua... agora no jardim das Amoreiras


Abate de tílias no Jardim das Amoreiras é um “crime ambiental”, dizem activistas

«O corte de três tílias no Jardim das Amoreiras, iniciado nesta terça-feira (20 de Outubro), está a ser fortemente criticado pelos membros da Plataforma em Defesa das Árvores, que vêem na operação um “crime ambiental”. O abate das árvores, realizado por uma empresa ao serviço da Câmara Municipal de Lisboa (CML), a pedido da Junta de Freguesia de Santo António (...)»

Ler mais: http://ocorvo.pt/2015/10/22/abate-de-tilias-no-jardim-das-amoreiras-e-um-crime-ambiental-dizem-activistas/

Pode até o presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Vasco Morgado (PSD), alegar que é por motivos de segurança pública, mas a imagem abaixo desmente-o.


Imagem de http://cidadanialx.blogspot.pt/2015/10/o-vendaval-arrancou-lhe-uma-pernada-os.html
também publicada em http://somosarvores.blogspot.pt/2015/10/pobre-lisboa.html

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Reposição de árvores.


Congratulamo-nos e felicitamos a Junta da Freguesia da Misericórdia, JFM, pela plantação de duas novas árvores, duas araucarias,  à entrada dos Ladeirões e desejamos que as mesmas vinguem e cresçam saudáveis e belas.
Esperamos, no entanto, que estas duas auraucarias não se destinem a, de certo modo, substituir as três icónicas palmeiras que aí existiam, vítimas do escaravelho e da incúria da CML.
É que, assim sendo, continuamos a acumular deficits em termos de reposição do arvoredo pré-existente à "requalificação" que o jardim sofreu em 2009/10, quer no interior do jardim quer nesta área, pois no topo Norte da praça, junto aos Ladeirões, existiam além dessas três grandes palmeiras, uma quarta, ainda em crescimento  e dois canteiros com plantas e relvas.
foto onde se vê a quarta palmeira e um dos canteiros já muito degradado (foto tirada no início das obras)
 Esses dois canteiros foram sacrificados para aí reposicionar a feira biológica durante a fase das obras no Jardim. A sua eliminação não constava do projecto de requalificação e, segundo o próprio vereador José Sá Fernandes, seriam repostos findas essas obras. Até hoje.

O projecto não contemplava a eliminação dos dois canteiros. No canteiro superior, marcado a vermelho a área para a feira da agricultura biológica.

Esperamos que a JFM, no âmbito das suas novas competências, venha a devolver ao Jardim a sua antiga beleza e equilíbrio, começando por repor esses canteiros e colmatar o deficit de árvores aí existente, bem como no próprio interior do Jardim.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Eléctrico 24

Foi suspenso

 Fotos cedidas pela Plataforma24E

mas só temporariamente, diz a Carristour.
Em 2016 voltará, com percurso mais alargado, mas só para turistas.

A cidade ao serviço dos turistas nem aos turistas interessará.

Petição para a reposição do Eléctrico24

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76734


Consultar também:

https://www.facebook.com/electrico24




terça-feira, 15 de setembro de 2015

Palacete.

Segundo nos informam o palacete da esquina da Rua Cecílio de Sousa com a Praça do Príncipe Real vai sofrer uma transformação radical do seu belo interior e aumentado em um andar para albergar bares, restaurantes e outras lojas em mais um dos espaços comerciais que se acumulam na nossa bela zona do Príncipe Real. O Príncipe Real está já saturado deste tipo de empreendimentos. Não precisamos de mais.
Este caso será ainda mais gravoso na medida em que os bares que aí funcionarem até altas horas nocturnas venham depois de encerrados despejar os seus jovens ruidosos clientes em plena Praça e ruas residenciais circundantes.
À atenção da Direcção Geral do Património Cultural, DGPC, para que imponha limites à destruição dos belos interiores deste palacete, já que não o tem conseguido em outros casos. A Praça do Príncipe Real e o seu tão mal tratado jardim mereciam ser classificados para evitar a proliferação destes atentados.




sábado, 22 de agosto de 2015

A proposta.


Manuel Magro, ex-Director do Diário Popular, e residente no Príncipe Real, não se conforma com a degradação em que se encontram os chamados Ladeirões do Príncipe Real. Pediu a um arquitecto amigo que esboçasse uma solução que, embora modesta em termos de custos, reponha alguma beleza nessas paredes.
Aqui deixamos para vossa apreciação o descritivo da proposta e algumas das imagens de como se apresentarão essas paredes caso a Junta da Freguesia da Misericórdia adopte essa solução para os Ladeirões.

Antiga vista parcial dos Ladeirões.
A ideia é cobrir as duas paredes principais com buganvílias que se fixam com arames.
As paredes superiores, com menor área, também serão recobertas com plantas, mas agora brancas.

Este projecto não contempla o passeio superior, onde existiam dois canteiros ajardinados e as três emblemáticas Palmeiras.
Não nos esquecemos que no projecto da "requalificação" do jardim não se previa a eliminação desses canteiros. O pretexto para a sua eliminação foi o de transferir para aí, durante as obras, a feira biológica. Mas, promessa do vereador Sá Fernandes, esses canteiros seriam repostos logo que as obras ficassem prontas. Estamos em 2015. As obras terminaram em Maio de 2010.
Para que toda esta área recupere a beleza e elegância de outrora é essencial adoptar este projecto ou outro equivalente, repor os canteiros na parte superior e replantar as três palmeiras, agora que a praga está dominada.
Segue-se a memória descritiva do projecto para os Ladeirões.



 


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O abate do Ulmeiro.


É certo que já estava morto, há muito tempo.


 Mas porque é que morreu? Que causas poderão explicar a sua morte? Isso é que seria importante averiguar. É que, após a desastrada intervenção de 2009/2010 não param de morrer árvores no jardim.




sábado, 18 de julho de 2015

Este Eléctrico Não é o 24


Queremos o verdadeiro eléctrico 24 e não este simulacro que se passeia quase vazio de turistas entre o Camões e o Príncipe Real.

Queremos que a linha seja reactivada, que não pare no Príncipe Real, que ligue, pelo menos Campolide ao Carmo, ou, em alternativa, Campolide ao Camões.
Queremos que o 24 sirva as populações e não só os turistas. Que permita a quem desembarque no Rato o apanhe para ir para o Príncipe Real ou para o Camões, ou então o apanhe para ir para as Amoreiras ou para Campolide.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Intervenção de Fátima Castanheira em nome da "Plataforma em Defesa das Árvores" na CML.


No passado dia 24 de Junho a "Plataforma em Defesa das Árvores" usou o seu direito à palavra no tempo dedicado ao público, na reunião aberta do executivo camarário.


ver video em: https://www.youtube.com/watch?v=-w6-6avI58M&feature=youtu.be&t=3h5m
a partir do tempo 3:05:31.

Vale a pena ouvir as intervenções que se seguiram à intervenção da representante da plataforma.

Texto completo da intervenção:

Exmo. Senhor Presidente,
Exmos. Senhores Vereadores,


Como todos devemos saber, as árvores representam um bem essencial sem o qual a vida na Terra não seria simplesmente possível, e por força disso, também a vida nas cidades seria impossível.

Como todos devemos saber, as árvores são seres vivos e não mobiliário urbano, e como tal devem ser tratadas. Na sua manutenção, tratamento e abate, devem-se utilizar boas práticas, baseadas no respeito pela vida desses seres vivos e no conhecimento científico. Ora, tal não se tem verificado em muitas das intervenções no arvoredo da cidade de Lisboa.

Assim, é natural o sentimento de revolta generalizado dos lisboetas, em resultado da forma desrespeitosa como viram serem tratadas as suas árvores, e a falta de informação e envolvimento num processo que pela sua dimensão, a todos diz respeito. Acresce que muitas destas intervenções extravasaram de uma forma inaceitável, qualitativa e quantitativamente, os pareceres técnicos emitidos pelos serviços da CML e pelo ISA. Também foram efectuados pareceres na sua maioria assentes unicamente no chamado método “à vista” (inspecção visual de acordo com o método VTA - Visual Tree Assessment), insuficiente para se ter a certeza absoluta se determinada árvore está em processo de morte irreversível ou se se manterá de médio e grande porte por muitos e bons anos.

Essa revolta também se compreende pelo facto da CML e das JF não cumprirem nem com o Regulamento em vigor nem com o Despacho do anterior PCML, designadamente sobre a obrigatoriedade de prestar informação concreta e cabal e atempada, junto da população, sobre a poda/abate em curso árvore a árvore.

Dando seguimento a essa revolta foi recentemente criada a “Plataforma em Defesa das Árvores”, que aqui represento e que é formada por cidadãos e por várias ONG com passado credível na defesa das árvores. Não pretendemos mais nada senão lutar pela boa manutenção das árvores de Lisboa, sejam as de alinhamento sejam as dos nossos jardins e logradouros. Queremos apenas que a legalidade seja cumprida e que as boas práticas sejam uma prática corrente em Lisboa

Não conseguimos compreender como se mutilam árvores em vez de as podar com saber (ex. recentes: Av. Guerra Junqueiro e Pç. Cottinelli Telmo), ou se abatem árvores porque tal é apenas necessário para que um projecto de paisagismo seja possível (ex. antigos: Campo Pequeno) ou porque alguém ficou com o automóvel sujo (ex. Av. Rio de Janeiro). Ou que os cepos das árvores abatidas se mantenham durante muito tempo por arrancar, por razões que a razão desconhece. Também não é justificável, à luz do saber actual, que estas intervenções sejam feitas fora da época adequada, como acontece actualmente. Ou que, com base em mitos urbanos, leia-se “os malefícios das árvores”, sejam legitimadas e caucionadas pelas JF e CML, intervenções altamente lesivas da qualidade da biodiversidade do espaço urbano.

Queremos uma Lisboa com sombras e árvores de grande porte, e não hesitaremos em denunciar e em recorrer a quem de direito, sempre que tal se justifique.

O que pretendemos é que a CML:

Tenha e forme jardineiros e técnicos devidamente certificados para executar trabalhos de arboricultura urbana, e que dependa menos do “out sourcing”;
Valorize e recupere os viveiros municipais;
Cumpra e faça cumprir escrupulosamente os pareces técnicos emitidos pelo ISA e pelos serviços da própria CM, e que introduza, de forma complementar, métodos mais robustos do que o chamado “à vista” (VTA).
Utilize na avaliação e monitorização de cada árvore, os procedimentos consentâneos com o conhecimento científico actual: medição das variáveis biométricas, características dendrométricas, bem como os parâmetros relativos à estabilidade, estado vegetativo e perspetivas de conservação;
Materialize na prática a prorrogativa legal disponível de procedimento de classificação de árvores e maciços verdes como de Interesse Municipal;
Respeite escrupulosamente o estatuto de Interesse Público dos espécimenes e conjuntos já classificados, designadamente pelo respeito do raio de 50m de protecção e por via da requisição de pareceres escritos pelo ICNF;
Proceda à fiscalização da legislação em vigor, no sentido da sua plena aplicação, nomeadamente no que respeita no acesso e conservação das árvores classificadas, quando estas estão localizadas em espaços privados; aplicação efectiva das coimas previstas na lei, aquando da prevaricação das normas de regulamentação;
Alargue o conceito de defesa do património urbanístico às árvores, nas respectivas áreas de intervenção e que os processos do seu planeamento e gestão estejam sempre em estreita articulação com as dimensões das intervenções urbanísticas;
Proceda à monitorização e actualização permanente do património arbóreo da cidade, com acesso fácil e livre para todos os cidadãos, de um sistema de informação geográfico e de um “Cartão de Identidade” personalizado para cada árvore;
Proceda à elaboração de planos anuais de gestão e manutenção do arvoredo;
Desenvolva a necessária pedagogia junto da população, incluindo a desmistificação de matérias como a das alergias (vide acção recente da CM Odivelas);
Possibilite às árvores de alinhamento as condições adequadas de sobrevivência, desenvolvimento e sustentabilidade (dimensões da caldeira, rega, etc.).

Numa palavra, queremos que a CML considere como estruturantes para a cidade todas as manchas verdes significativas nela existentes, pela sua exuberância, pela sua antiguidade e pela relação de afectividade que mantêm com quem aí vive. As nossas árvores de alinhamento, as árvores das nossas praças e dos logradouros públicos, dos nossos jardins.

E, desde logo, que o projecto de novo Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa (Proposta 315/2015), adapte estes requisitos essenciais para o estabelecimento das “normas disciplinadoras do planeamento, implantação, gestão e manutenção do património arbóreo sob responsabilidade das autarquias locais do concelho de Lisboa” - Sobre este projecto de Regulamento, apenas uma chamada de atenção para o Artigo 10º, em relação ao qual achamos que deviam ser eliminados os números 2 e 3.

Por fim, que esta Plataforma seja convocada pela CML para o debate decisório em matéria de estrutura verde da cidade.

Obrigado.


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quarta-feira, 27 de maio de 2015

O Eléctrico 24.

O eléctrico 24 foi ontem, pelas 12h, visto a circular na Rua D. Pedro V:

Fotografia de Ernest Schade.


Seja Bem Vindo, Eléctrico 24, mas que não seja só para turistas. Que seja para todos nós.


Carta Aberta ao presidente da CML. A propósito do presente arboricídio.


Os "Amigos do Príncipe Real" associaram-se às restantes organizações signatárias da Carta Aberta ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, para expressarem a sua preocupação e repúdio pelas más práticas que se observam no tratamento das nossas árvores nos jardins e arruamentos de Lisboa:

Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. Fernando Medina


Face à onda de intervenções radicais e devastadoras que as árvores de Lisboa têm sofrido nas últimas semanas - empreitadas de poda, abate e substituição de árvores de alinhamento e de jardim um pouco por toda a cidade, de Alvalade à Estrela, das Avenidas Novas a Arroios, da Graça à Ajuda, com menor ou maior grau de intensidade e número de árvores objecto das mesmas, com mais ou menos gravidade e grau de irreversibilidade, sob esta ou aquela justificação, não poucas vezes caricata, e outras tantas por razões que a razão desconhece - considera esta Plataforma recém-constituída ser seu imperativo dirigir-se ao novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que nos parece ser tempo de se virar de página e da cidade partir para outro paradigma.

Porque entendemos que quando estão em causa valores tão nobres e elementares como a preservação de um património que temos a obrigação de legar às gerações vindouras, o direito à informação, os afectos, o respeito por todas as formas de vida, a qualidade de vida  e o bem-estar da população; ficar-se calado não serve!

É verdade que esta insensibilidade e este menosprezo pelo indispensável contributo dado pela árvore à cidade e por aqueles que as defendem não são de agora. Todos nos lembramos da destruição massiva de jacarandás nas transversais à Avenida da República e dos 153 plátanos abatidos nem há 10 anos no Campo Pequeno porque havia que implementar determinado projecto de paisagismo. Ou do “vendaval” no Vale do Silêncio, as “desmatações” de Monsanto e a “requalificação” do Príncipe Real, só para enumerarmos algumas reconhecidas más práticas. Mas é neste preciso momento que o flagelo assume proporções inauditas, com o confluir de uma série de constatações e de procedimentos menos claros (por exemplo, ajustes directos através dos quais é diagnosticado o estado do arvoredo - que compete aos serviços municipais e após parecer do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida – e se procede aos abates e às podas, e posteriormente ainda dentro do mesmo ajuste, se vendem os espécimes de substituição - cuja determinação a competência continua na esfera do Município e não das Juntas), a que importa obviar de uma vez por todas, Senhor Presidente, a saber:

As árvores não são podadas nem conservadas nem tratadas, quando doentes. Antes se mutilam, agridem, abatem e substituem como se fossem objectos de decoração descartáveis e sujeitos à ditadura da última moda, nem sequer respeitando a época mais propícia para as árvores e para a bio-diversidade que albergam. Há árvores de primeira (as estruturantes) e de segunda (as de alinhamento).

Não existem jardineiros, mas abundam os curiosos e os madeireiros de serra em punho, cujas intervenções deveriam ser adjudicadas com transparência, critério e sem conflitos de interesse, tantas vezes ao arrepio dos pareceres fitossanitários de entidade idónea e, ultimamente, ao abrigo do não exercício da prorrogativa de declarar esta temática como estruturante, delegando nas Juntas de Freguesia de forma a nosso ver errada e contraproducente, transferindo direitos a nível da gestão do arvoredo, mas esquecendo-se de transferir as boas práticas já regulamentadas, logo agora que aquelas ainda estão numa fase de auto-afirmação e de delimitação de território.

Continuam a não ser aplicados e cumpridos o Regulamento aprovado pela AML (51/AM/2012), que resultou da deliberação 102/CM/2009, nem o Despacho do 60/P/2012 do Senhor Presidente de CML de então, mas quando há um parecer sério que indica a necessidade de abater determinada árvore, logo esse mesmo parecer serve para uma dúzia de outras sãs.

Perdeu-se a boa-prática de consulta preferencial ao LPVVA, preferindo-se o parecer de empresas que depois procedem elas próprias à poda e ao abate no que se configura como procedimento a carecer de sindicância.

Cultiva-se a ignorância, acenando com pragas e alergias, velhice excessiva das árvores (quando árvores com 60 anos devem ser consideradas jovens)cataclismas inevitáveis e a corrosão da chapa. Alimenta-se o ódio instalado ao choupo, cipreste, plátano, freixo e, quiçá a breve trecho, à tília, à tipuana e ao jacarandá! Não se percebe de onde vêm os novos espécimenes que se plantam, mirrados e sem copa frondosa previsível que não por várias décadas, nem para onde vai a lenha que resulta de tudo isto. De uma assentada, como no caso recente da Av. Guerra Junqueiro, destrói-se a imagem até agora inalterável de um arruamento histórico com 60 anos.

Por isso esta nossa carta dirigida a V. Exa., Senhor Presidente, porque temos esperança que a sua juventude signifique irreverência, sensibilidade e vontade indómita em querer mudar o status quo que muitos presidentes antes não conseguiram mudar, pelas razões que cada qual saberá.

Os regulamentos existem e bastará cumpri-los, pois têm matéria suficiente para que os procedimentos de poda, abate e substituição de arvoredo se traduzam em boas práticas de arboricultura, motivo de orgulho para esta cidade, em contraponto com tantas outras onde continuam a aceitar práticas retrógradas, baseadas em mitos e inverdades.  Não aceitamos que Lisboa possa ser referida como um dos piores exemplos de gestão do arvoredo do país, quando tem todas as condições para ser exactamente o oposto, desde que corrija o que é preciso corrigir.

Estamos, como sempre estivemos, disponíveis e empenhados em colaborar com a CML e com o seu Presidente e os seus Serviços para que consigamos esse desiderato.

Conte connosco!
  
Lisboa, 26 de Maio de 2015


recém-formada "Plataforma em Defesa das Árvores":
Associação Árvores de Portugal
Associação Lisboa Verde
Fórum Cidadania Lx
GEOTA-Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente
Grupo de Amigos do Príncipe Real
Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades
Grupo Ecológico de Cascais
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Plataforma por Monsanto
Quercus