sábado, 7 de novembro de 2015

Algumas notas elogiosas sobre a intervenção da Junta da freguesia da Misericórdia no Jardim


Como é sabido as Juntas de Freguesia tem agora competências na gestão e manutenção dos espaços verdes, pelo que a Junta de Freguesia da Misericórdia é agora a responsável pelo nosso jardim.
E, como se constata pelas fotos que incluímos nesta nota, tem merecido, até agora, o reconhecimento dos utentes e defensores do Jardim. A replantação de plantas, de algumas árvores e a recuperação de espaços arrelvados, já está a conseguir inverter a patente degradação que se notava no Jardim.


Também nos cabe apreciar e louvar o facto de a JFM estar a recuperar os Ladeirões conforme o projecto que entregamos.


Há no entanto muito mais a fazer. O déficite de árvores continua grande, há que retirar os cepos e raízes das árvores abatidas e preencher espaços vazios:
 Alguns dos cepos a retirar
Alguns dos espaços a preencher
 
Não entendemos também porque se fecha(?) só um dos caminhos que o pisoteio dos passantes criaram, após a retirada das cercas de ferro que existiam em torno dos canteiros, e se deixam todos os outros por fechar:
 Se este caminho é para fechar porque é que ficou o resto por preencher?

Porque é que não se fecham estes e todos os outros caminhos?

Por último resta ainda a questão do piso. A promessa feita pelo gabinete do vereador dos espaços verdes de refazer o piso até Outubro de 2014! valeu o que valeu, ou seja nada.
É pois altura de a JFM tomar esse problema em mãos, aproveitando a solução que irá ser aplicada no Jardim Botânico, exigindo no entanto a contribuição financeira à CML que lhe é devida por esse encargo suplementar.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

A Enxurrada.

Mais uma noite de forte chuvada, mais umas tantas toneladas do piso do jardim rua abaixo:


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A chacina continua... agora no jardim das Amoreiras


Abate de tílias no Jardim das Amoreiras é um “crime ambiental”, dizem activistas

«O corte de três tílias no Jardim das Amoreiras, iniciado nesta terça-feira (20 de Outubro), está a ser fortemente criticado pelos membros da Plataforma em Defesa das Árvores, que vêem na operação um “crime ambiental”. O abate das árvores, realizado por uma empresa ao serviço da Câmara Municipal de Lisboa (CML), a pedido da Junta de Freguesia de Santo António (...)»

Ler mais: http://ocorvo.pt/2015/10/22/abate-de-tilias-no-jardim-das-amoreiras-e-um-crime-ambiental-dizem-activistas/

Pode até o presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Vasco Morgado (PSD), alegar que é por motivos de segurança pública, mas a imagem abaixo desmente-o.


Imagem de http://cidadanialx.blogspot.pt/2015/10/o-vendaval-arrancou-lhe-uma-pernada-os.html
também publicada em http://somosarvores.blogspot.pt/2015/10/pobre-lisboa.html

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Reposição de árvores.


Congratulamo-nos e felicitamos a Junta da Freguesia da Misericórdia, JFM, pela plantação de duas novas árvores, duas araucarias,  à entrada dos Ladeirões e desejamos que as mesmas vinguem e cresçam saudáveis e belas.
Esperamos, no entanto, que estas duas auraucarias não se destinem a, de certo modo, substituir as três icónicas palmeiras que aí existiam, vítimas do escaravelho e da incúria da CML.
É que, assim sendo, continuamos a acumular deficits em termos de reposição do arvoredo pré-existente à "requalificação" que o jardim sofreu em 2009/10, quer no interior do jardim quer nesta área, pois no topo Norte da praça, junto aos Ladeirões, existiam além dessas três grandes palmeiras, uma quarta, ainda em crescimento  e dois canteiros com plantas e relvas.
foto onde se vê a quarta palmeira e um dos canteiros já muito degradado (foto tirada no início das obras)
 Esses dois canteiros foram sacrificados para aí reposicionar a feira biológica durante a fase das obras no Jardim. A sua eliminação não constava do projecto de requalificação e, segundo o próprio vereador José Sá Fernandes, seriam repostos findas essas obras. Até hoje.

O projecto não contemplava a eliminação dos dois canteiros. No canteiro superior, marcado a vermelho a área para a feira da agricultura biológica.

Esperamos que a JFM, no âmbito das suas novas competências, venha a devolver ao Jardim a sua antiga beleza e equilíbrio, começando por repor esses canteiros e colmatar o deficit de árvores aí existente, bem como no próprio interior do Jardim.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Eléctrico 24

Foi suspenso

 Fotos cedidas pela Plataforma24E

mas só temporariamente, diz a Carristour.
Em 2016 voltará, com percurso mais alargado, mas só para turistas.

A cidade ao serviço dos turistas nem aos turistas interessará.

Petição para a reposição do Eléctrico24

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76734


Consultar também:

https://www.facebook.com/electrico24




terça-feira, 15 de setembro de 2015

Palacete.

Segundo nos informam o palacete da esquina da Rua Cecílio de Sousa com a Praça do Príncipe Real vai sofrer uma transformação radical do seu belo interior e aumentado em um andar para albergar bares, restaurantes e outras lojas em mais um dos espaços comerciais que se acumulam na nossa bela zona do Príncipe Real. O Príncipe Real está já saturado deste tipo de empreendimentos. Não precisamos de mais.
Este caso será ainda mais gravoso na medida em que os bares que aí funcionarem até altas horas nocturnas venham depois de encerrados despejar os seus jovens ruidosos clientes em plena Praça e ruas residenciais circundantes.
À atenção da Direcção Geral do Património Cultural, DGPC, para que imponha limites à destruição dos belos interiores deste palacete, já que não o tem conseguido em outros casos. A Praça do Príncipe Real e o seu tão mal tratado jardim mereciam ser classificados para evitar a proliferação destes atentados.




sábado, 22 de agosto de 2015

A proposta.


Manuel Magro, ex-Director do Diário Popular, e residente no Príncipe Real, não se conforma com a degradação em que se encontram os chamados Ladeirões do Príncipe Real. Pediu a um arquitecto amigo que esboçasse uma solução que, embora modesta em termos de custos, reponha alguma beleza nessas paredes.
Aqui deixamos para vossa apreciação o descritivo da proposta e algumas das imagens de como se apresentarão essas paredes caso a Junta da Freguesia da Misericórdia adopte essa solução para os Ladeirões.

Antiga vista parcial dos Ladeirões.
A ideia é cobrir as duas paredes principais com buganvílias que se fixam com arames.
As paredes superiores, com menor área, também serão recobertas com plantas, mas agora brancas.

Este projecto não contempla o passeio superior, onde existiam dois canteiros ajardinados e as três emblemáticas Palmeiras.
Não nos esquecemos que no projecto da "requalificação" do jardim não se previa a eliminação desses canteiros. O pretexto para a sua eliminação foi o de transferir para aí, durante as obras, a feira biológica. Mas, promessa do vereador Sá Fernandes, esses canteiros seriam repostos logo que as obras ficassem prontas. Estamos em 2015. As obras terminaram em Maio de 2010.
Para que toda esta área recupere a beleza e elegância de outrora é essencial adoptar este projecto ou outro equivalente, repor os canteiros na parte superior e replantar as três palmeiras, agora que a praga está dominada.
Segue-se a memória descritiva do projecto para os Ladeirões.



 


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O abate do Ulmeiro.


É certo que já estava morto, há muito tempo.


 Mas porque é que morreu? Que causas poderão explicar a sua morte? Isso é que seria importante averiguar. É que, após a desastrada intervenção de 2009/2010 não param de morrer árvores no jardim.




sábado, 18 de julho de 2015

Este Eléctrico Não é o 24


Queremos o verdadeiro eléctrico 24 e não este simulacro que se passeia quase vazio de turistas entre o Camões e o Príncipe Real.

Queremos que a linha seja reactivada, que não pare no Príncipe Real, que ligue, pelo menos Campolide ao Carmo, ou, em alternativa, Campolide ao Camões.
Queremos que o 24 sirva as populações e não só os turistas. Que permita a quem desembarque no Rato o apanhe para ir para o Príncipe Real ou para o Camões, ou então o apanhe para ir para as Amoreiras ou para Campolide.