terça-feira, 29 de março de 2016

Florir

Sou a primeira Olaia do Jardim a anunciar a Primavera:
 

tinha uma companheira perto de mim, a nº 2, que desapareceu:
Rectificação em 31 de Março: a olaia nº 2 continua no Jardim. As minhas desculpas pelo engano.

sábado, 19 de março de 2016

A Maxasphalt corrige o texto mas não o piso.

Na sequência da nota "Alguém se digna explicar?" a página da Maxasphalt onde referiam o trabalho feito no jardim do Príncipe Real, que aqui reproduzimos na parte que interessa

foi agora substituída por esta outra

sem qualquer referência à correcção feita.

O novo texto refere agora "argamassas coloridas aplicadas sobre um Betuminoso". O plural "argamassas" é que deixa dúvida sobre se se refere à extensão, ou seja aplicadas a todos os caminhos, ou à espessura, ou seja, que terão diversas camadas. É que em relação à espessura deveria usar-se o singular, "fina argamassa colorida aplicada sobre um betuminoso".
Assim é que a descrição do que foi feito corresponderia à realidade no terreno.

Será isto um pavimento permeável?


Esta pequena poça de água, que aqui permanece há horas, aparentemente desconhece que não devia ali estar pois que o novo piso é constituído por "Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura e permeável."

sexta-feira, 18 de março de 2016

Alguém se digna explicar?

No sítio do representante da Maxasphalt, pode ler-se, sobre o novo piso, que: "O novo piso do Jardim do Príncipe Real, foi concluído 01 de Março de 2016 no passado dia constituído por Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura e permeável. Será o fim dos dias poeirentos que existiam naquela zona emblemática da nossa cidade de Lisboa."

 
Mas na realidade o que se observou foi, não a tal argamassa colorida, mas sim uma camada de um betuminoso preto de com cerca esses 2,5 cm de espessura:
sobre o qual foi aplicada uma fina camada de uma tinta de cor de terra:

Mais, o novo piso do jardim deveria ser semelhante ao que foi aplicado no jardim de Santos, cuja textura é a que a imagem seguinte, retirada do sítio do representante da Maxasphalt, ilustra:


Este sim, corresponde à tal "Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura".

Que importância é que isto tem, perguntarão? É que além das dúvidas que esta discrepância gera em termos das especificações dos produtos aplicados no jardim do Príncipe Real, no caso do piso do jardim de Santos o desgaste do piso não provoca mudança na cor, na aparência do piso. Já no caso do piso do Príncipe Real isso não irá acontecer. À medida que a fina camada superficial se for desgastando irá aparecer, por debaixo dela, o feio asfalto preto.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Dois meses depois.

O jardim reabriu dia 14. Estes dois meses que esteve fechado foram óptimos para recuperação das plantas, principalmente do coberto vegetal rasteiro:


é pena que não se tenha aproveitado o tempo em que esteve fechado para resolver estes casos:

Das duas uma: ou se fecham ou se aceitam estes atalhos, mas nesse caso que se calcetem.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Pintado de fresco.


A pintura cor de terra do preto alcatrão avança agora a toda a velocidade:


Vamos ver quanto tempo esta fina camada de tinta aguenta.

domingo, 6 de março de 2016

Outro exemplo aqui mesmo ao lado


Jardins do Marquês de Pombal em Oeiras

quinta-feira, 3 de março de 2016

Um exemplo.


Há alguns atrás* o piso do parque do palácio de Charlotemburgo, em Berlim, foi todo substituído. O piso actual é um piso de terra:

 Fotografias de Junho 2014

Fotografia de Março 2016.

Sujeito a grandes variações térmicas, a intenso tráfico de pessoas, animais e ciclistas. Já passaram 4 ou cinco anos após essa substituição e o novo piso continua impecável e...não faz pó.

* em 2011. Ver nota da altura aqui

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

No Inverno costuma chover em Lisboa.


As obras de repavimentação do jardim encontram-se suspensas porque choveu. Essa é a razão invocada pela empresa encarregue da obra:

"A informação fornecida à Junta de Freguesia da Misericórdia pela empresa ArquiJardim, é de que a aplicação do pavimento só poderá ser efetuada sobre superfície seca, pelo que nos dias chuvosos e nos subsequentes, a massa não poderá ser aplicada sob risco de perder propriedades qualitativas. Logo que as condições climatéricas permitam, o trabalho será retomado no Jardim do Príncipe Real."

Mas então nem a Câmara, adjudicante da obra, nem a Arquijardim, adjudicatária, sabem que é costume no Inverno chover em Lisboa?

É costume no Inverno chover em Lisboa.



E se sabem e se a chuva constituía um impedimento para colocação do betuminoso impermeável porque avançaram com a obra em Janeiro? Se estamos à espera desta obra desde 2014 qual o problema de esperar mais uns meses?

Não, esta explicação não colhe e se colhe constitui uma prova da incompetência de quem tutela o jardim. Se de facto a humidade que impregna o substrato em cima do qual se vai colocar o alcatrão é impeditiva da colocação de uma consistente e durável camada do betuminoso isso é muito preocupante pois indica que esse substrato não é adequado a receber esse alcatrão. E daqui a pouco tempo, um, dois anos, teremos novamente o piso do jardim cheio de fissuras, irregularidades, buracos.

Senhor vereador dos espaços verdes, senhores técnicos: aproveitem a oportunidade, repensem a vossa decisão, parem com esta obra, coloquem um piso de terra e que não produza poeirada, que os há.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Obras paradas, jardim encerrado. Até quando?


Há mais de uma semana que as obras no jardim estão paradas. O prazo de execução expirou no passado dia 10, mas desde a semana anterior que as obras pararam.
 
 Porquê? Alguém, Câmara ou Junta, se digne informar o que se passa!

Consta que a Câmara e a Arquijardim, a quem a Câmara adjudicou a obra, não se entendem. Mas entretanto o tempo passa e o jardim continua fechado, noite e dia. Por mais quanto tempo? Alguém, Câmara, Junta de Freguesia, se digne informar utentes e residentes o que se passa?

Nós, utentes, residentes, cidadãos em geral, agradecemos a atenção.