quinta-feira, 9 de março de 2017

Podas.


Ontem fomos confrontados com uma faixa ao longo do lado poente da praça do Príncipe Real avisando que hoje entre as 8h e as 16h se iria proceder a podas nas árvores de alinhamento:
Assim, sem mais explicações no local nem no sítio electrónico da Junta de Freguesia da Misericórdia, nem na sua página no Facebook, avançou a Junta para as podas que estão agora a decorrer.

Perguntado um dos "lenhadores" qual a razão porque iam ser podadas estas árvores foi-nos dito que certos ramos estavam a cair sobre a rua e havia então necessidade de os cortar.
Ora o que se verifica é que as árvores estão a ser podadas em volta da sua copa, independentemente de os ramos se situarem sobre a rua ou sobre o passeio.
Acresce que são poucos os ramos que caem sobre a rua e, ao ficarem a um nível mais baixo, podem perturbar o trânsito automóvel.
Acresce ainda que esta não é a melhor época para podas. Num tempo em que as árvores começam a cobrir-se da nova folhagem são submetidas a um enorme "stress". Necessário? Não nos parece.
Acresce ainda que a empresa que está a proceder a estas podas, a Perene/Fitonovo, tem sido notícia na comunicação social, não pelas melhores razões.

Por isto tudo enviamos o seguinte pedido de esclarecimento à srª presidente da JFM, drª Carla Madeira:

Exmª Srª Presidente
Drª Carla Madeira

Confrontados com as podas que estão a decorrer na parte poente da praça do Príncipe Real solicitamos esclarecimentos sobre:
1 - a necessidade dessas mesmas podas, uma vez que elas envolvem toda a copa das árvores e não só os poucos ramos que caem sobre a rua e que ficam um nível que pode perturbar o trânsito automóvel;
2 - a escolha desta época do ano, início da Primavera, em que as árvores já se começam e cobrir de nova folhagem, submetendo-as a mais este desnecessário stress;
3 - a razão pela qual foi escolhida a empresa Perene/Fitonovo para esta acção, empresa cujo bom nome deixa muito a desejar como é público.
Com os melhores cumprimentos,
Pelos "Amigos do Príncipe Real"

Jorge Teixeira Pinto





quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Proibido Subir à Árvore.


Proibido Subir à Árvore, dizem os dois novos letreiros, mais pequenos e colocados mais altos, que a Junta de Freguesia da Misericórdia colocou no "Cedro do Buçaco", em posições diametralmente opostas:
Serão estes discretos letreiros suficientes para demover os jovens incivilizados de continuarem a trepar à velha senhora? Duvidamos, até porque pouco tempo após a colocação dos letreiros um deles foi logo partido:
tendo sido já substituído por um novo.

Deixamos aqui uma sugestão à JFM: porque não experimentar plantar, rodeando o "cedro", várias plantas e uns cactos, daqueles com espinhos bem visíveis e salientes? Talvez isso seja mais dissuasor além de dar um aspecto mais cuidado ao conjunto.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Entrega de Cervejas.

Em 2009/10 foram retirados os gradeamentos de protecção dos canteiros. Essa foi uma opção deliberada dos conselheiros e dos decisores pois havia que democratizar (!!!) o jardim. O resultado da retirada dessas defesas conjugado com a falta de civismo das pessoas está à vista de quem queira ver: o elegante desenho original do jardim está completamente comprometido pelos inúmeros atalhos e caminhos selvagens abertos por todo o lado.

Nas imagens seguintes fixamos uma entrega de cervejas para a esplanada do jardim:
 O camião pára à entrada poente do jardim e espera-se que os empregados sigam o caminho existente para alcançarem a entrada da esplanada.
 Mas não, o que os dois funcionários fazem é cortar a direito usando um atalho, que eles e outros como eles já fizeram, pelo meio da vegetação.

 A vermelho o "caminho" usado pelos funcionários; a azul o caminho existente.

No esquema dá para observar que por uns meros metros poupados os funcionários pisam e degradam ainda mais as plantas deste canteiro.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Até quando?

Há meses atrás -Julho de 2016?- um carro galgou o passeio do lado poente da praça, derrubou o gradeamento e quase caiu no fosso que separa as casas do Páteo do Ferreira do patamar do passeio, mais elevado:
 A entrada para o Páteo do Ferreira
Fotos de Agosto de 2016
Passados estes meses todos a perigosa situação mantém-se inalterada:

À atenção de quem de direito, JFM? CML?, para que tomem as devidas providências antes que ocorra algum grave acidente.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Desprotegida.

Após o último grave atentado sofrido pelo "Cedro do Buçaco" a Junta de Freguesia da Misericórdia colocou um pequeno letreiro preso ao gradeamento protector proibindo a subida à árvore:
Como aqui se deu devida nota.

Passadas algumas semanas o pequeno letreiro já lá não está:

 Quem o retirou? Porquê? Não conseguimos saber se foi retirado pela JF ou por desconhecidos.
Se este letreiro, de um grafismo chocante para o local, era manifestamente inadequado para o objectivo que se pretende, a não existência de qualquer aviso sobre o valor da árvore e a necessidade de a respeitar e preservar é ainda mais chocante.
Há dias, uma pessoa do nosso grupo avistou e interpelou um grupo de jovens empoleirado na árvore. Admoestados não quiseram saber das razões apontadas para descerem da árvore. Esse nosso membro telefonou então para a polícia que levantou muitas reservas para se deslocar ao jardim. Felizmente uma 2° inspecção mostrou que os jovens tinham já abandonado o local.
Estas situações vão repetir-se e acabarão por danificar irremediavelmente o belo "Cedro-do-Buçaco" caso não se tomem as devidas providências.

À atenção da JFM e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, pois que se trata de um exemplar classificado.



domingo, 1 de janeiro de 2017

Os dois novos ecopontos.

No lado poente da praça estão a crescer dois novos ecopontos:


Estes novos ecopontos são, como agora se diz, resilientes: de vez em quando desaparecem mas logo logo voltam ao seu estado normal. Estes que as imagens documentam já permanecem assim há uma semana.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Atalhos, descampados, desleixo.

A Junta de Freguesia da Misericórdia, JFM, a actual entidade responsável pelo jardim, desistiu, ao que parece, de cortar os atalhos que as pessoas mais apressadas persistem em calcorrear, a despeito das tímidas tentativas levadas a cabo pela JFM em os impedir de tal incivilidade e desrespeito para com a essência do jardim.
E eis que os atalhos aí estão de novo com toda a pujança:


Além dos atalhos há áreas onde o que predomina é o descampado:

e noutras o desleixo:


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Sempre que chove.

Sempre que chove um pouco mais...


Os problemas de drenagem do jardim permanecem por resolver.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Não chega.

Após os vários actos de vandalismo praticados contra esta velha senhora, incluindo acender fogueiras no topo do tronco, a Junta de Freguesia da Misericórdia colocou este diminuto aviso na cercadura da árvore:
Não chega, é manifestamente insuficiente, além de que o seu grafismo não é o mais adequado para o local.
Esperávamos que a JF colocasse um painel informativo e pedagógico sobre o valor e interesse desta velha árvore, de dimensões apropriadas e grafismo não berrante.
Porque não repor a inscrição, ou outra semelhante, que se observa à esquerda da fotografia abaixo, inscrição que foi retirada aquando da "requalificação" do jardim em 2009/10:

E porque não voltar a preencher o espaço entre o gradeamento e o tronco com plantas como sempre existiram até há poucos anos:
 Fotografia de 1959 de Fernandes Almeida.

Essas plantas serviriam como elemento dissuasor de quem quisesse trepar à árvore.


sábado, 19 de novembro de 2016

Qual a racionalidade desta gestão?

Um jardim romântico como o nosso não é para gente apressada que pisa e corta a direito pelo meio dos canteiros com relva ou mesmo com plantas. Quem o desenhou, desenhou os seus caminhos para que as pessoas neles passeassem usufruindo das árvores e demais plantas, não para correrias apressadas.
A Junta de Freguesia da Misericórdia em boa hora resolveu obstruir alguns dos atalhos abertos por essa gente apressada e incivilizada. Mas o sucesso dessas operações deixa muito a desejar. No caso abaixo documentado, por exemplo, já é a 2ª tentativa que é feita de reposição do relvado.

Este atalho foi feito após a "requalificação" de 2009/10
Em Agosto de 2016 a JFM inicia a recuperação do relvado.
Cerca de um mês depois a protecção é retirada e as pessoas retomam o atalho.
A JFM volta a recuperar o relvado. 
E uma vez a protecção retirada eis que de novo surge o atalho.

Conclusão: ou de facto se quer cortar este atalho e então há que encontrar outra solução, ou não, e então mais vale abrir uma passagem como deve ser.
Claro que ceder e abrir a passagem significa ir aos poucos descaracterizando cada vez mais o desenho original do jardim.