Minoru Nagashima; Exposição no restaurante japonês Bonsai, rua da Rosa 244; abre dia 15 Novembro.
terça-feira, 14 de novembro de 2017
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Imagens comentadas
Ela e a irmã foram plantadas e deixadas morrer à sede. Esta houve um tempo em que parecia que ia conseguir recuperar. Mas não, agora está completamente morta.
Morta. Completamente.
A irmã também está a dar sinais preocupantes.
Aqui habitavam duas lindas árvores.
Agora está assim há mais de um ano.
O contraste: estes choupos escaparam por pouco ao arboricídio de 2009. Os lódãos, do lado poente, plantados em 2010, continuam assim, raquíticos.
A árvore em honra de Vaclav Havel é para deixar morrer?
Desolador. Há mais recantos assim.
Em vésperas de eleições limpa-se o lago e calcetam-se passeios. Devia haver eleições todos os dias.
Este choupo morreu e foi cortado. Muito bem. E agora, quanto tempo mais vai ficar aí o cepo? (já aqui está assim há quase um ano). Mas há mais.
Uma caldeira vazia. Faz mais de um ano. Mas há mais.
Sábados de manhã; Domingos de manhã. Estas papeleiras estão sub-dimensionadas para a multidão que frequenta hoje em dia o jardim. E há zonas em que não há uma única.
Os ratos gostam disto assim. Nós não.
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Vária.
sábado, 30 de setembro de 2017
Sem comentários.
Já aqui referimos por mais do que uma vez a absurda distribuição dos novos contentores para os diversos tipos de lixos em que só existe um contentor para os plásticos, havendo contudo dois para lixos domésticos indiferenciados. Os efeitos de tão inexplicável distribuição estão à vista de todos, todos os dias:
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Contentores,
lixo
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Visita guiada ao Jardim.
No próximo dia 23, das 16h às 17h30, a Liga para a Protecção da Natureza organiza uma visita às árvores do Jardim no âmbito das Jornadas Europeias do Património. O guia será o nosso amigo Rui Pedro Lérias, biólogo, a quem este jardim muito deve.
Ponto de encontro: à sombra do cedro-do-Buçaco monumental.
A participação é livre mas sujeita a prévia inscrição em em:
geral@lpn.pt
- T. 217 780 097 - TM. 964 656 033.
e terá um custo de 3 euros excepto para os sócios da LPN.
Ponto de encontro: à sombra do cedro-do-Buçaco monumental.
A participação é livre mas sujeita a prévia inscrição em em:
geral@lpn.pt
- T. 217 780 097 - TM. 964 656 033.
e terá um custo de 3 euros excepto para os sócios da LPN.
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Visita Guiada
domingo, 27 de agosto de 2017
Ecopontos. Distribuição errada.
A má distribuição dos contentores em utilização no lado Nascente do jardim é patente e todos os dias se verifica a situação ilustrada pelas imagens seguintes:
dos 6 contentores, há dois para lixo doméstico indiferenciado que permanecem quase vazios; um para vidro quase sempre cheio; um para plástico/metal que quase sempre transborda; dois para papel/cartão também raramente cheios.
Estes dois, 2, contentores, de lixo doméstico indiferenciado, estão sempre praticamente vazios;
e, pelo contrário, este único contentor para plástico/metal quase sempre transborda.
Será que quem planeia estas coisas não se baseia em nenhuns dados de produção de resíduos, nesta zona da cidade?
Será que as pessoas não depositam o seu lixo doméstico indiferenciado, preferencialmente, à porta de suas casas?
Para quê dois contentores para este tipo de lixo e um só para plástico? E um só para vidro?
dos 6 contentores, há dois para lixo doméstico indiferenciado que permanecem quase vazios; um para vidro quase sempre cheio; um para plástico/metal que quase sempre transborda; dois para papel/cartão também raramente cheios.
Estes dois, 2, contentores, de lixo doméstico indiferenciado, estão sempre praticamente vazios;
e, pelo contrário, este único contentor para plástico/metal quase sempre transborda.
Será que quem planeia estas coisas não se baseia em nenhuns dados de produção de resíduos, nesta zona da cidade?
Será que as pessoas não depositam o seu lixo doméstico indiferenciado, preferencialmente, à porta de suas casas?
Para quê dois contentores para este tipo de lixo e um só para plástico? E um só para vidro?
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Ecopontos. Finalmente.
Finalmente os novos ecopontos do lado nascente estão a funcionar:
mas, estranhamente, a abertura é feita para o lado da rua. Assim quem vai despejar o seu lixo nestes contentores fica voltado de costas e a poucos decímetros da rua onde passam e se cruzam imensas viaturas, incluindo pesados.
Os ecopontos do lado poente ainda não estão abertos mas sofrem do mesmo mal: as aberturas ficam voltadas para a rua.
Os contentores do lado nascente, 6, sofrem de outros defeitos pelo que se tem observado nestes poucos dias de funcionamento:
Há um único para vidro e um único para plásticos/metais. Dois para papelão e dois para lixo doméstico indiferenciado.
Como se pode ver nas imagens quer o de plástico, quer o de vidro estão já, ao fim de poucos dias, repletos. O que significa que o volume disponível, em cada contentor, é insuficiente.
Haverá talvez que reconverter um dos contentores em uso para lixo doméstico em "vidrão" ou em "plasticão".
mas, estranhamente, a abertura é feita para o lado da rua. Assim quem vai despejar o seu lixo nestes contentores fica voltado de costas e a poucos decímetros da rua onde passam e se cruzam imensas viaturas, incluindo pesados.
Os ecopontos do lado poente ainda não estão abertos mas sofrem do mesmo mal: as aberturas ficam voltadas para a rua.
Os contentores do lado nascente, 6, sofrem de outros defeitos pelo que se tem observado nestes poucos dias de funcionamento:
Há um único para vidro e um único para plásticos/metais. Dois para papelão e dois para lixo doméstico indiferenciado.
Como se pode ver nas imagens quer o de plástico, quer o de vidro estão já, ao fim de poucos dias, repletos. O que significa que o volume disponível, em cada contentor, é insuficiente.
Haverá talvez que reconverter um dos contentores em uso para lixo doméstico em "vidrão" ou em "plasticão".
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Contentores
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Ecopontos.
Há meses que nos interrogávamos sobre as razões que levavam à não entrada em funcionamento dos novos ecopontos situados no lado Nascente da praça:
Segundo informações não oficiais, mas que se confirmam pelo que nos foi dado observar, a razão da não entrada em funcionamento destes ecopontos é que...vão ser destruídos e substituídos por outro modelo de ecoponto.
De facto estão já a retirá-los:
Vão ser substituídos por um novo sistema, que ao que parece, será eléctrico e semelhante ao que está a ser instalado do outro lado da praça:
Duas notas apenas:
1 - como é possível ter acontecido o que aconteceu com os ecopontos do lado nascente? Seria bom que a CML e/ou JFM se dignassem dar uma explicação para tão insólitos acontecimentos;
2 - será que se justifica a existência destes dois mega-ecopontos a pouco mais de 100 metros um do outro e com manifesto prejuízo para o espaço de estacionamento tão escasso na zona?
Segundo informações não oficiais, mas que se confirmam pelo que nos foi dado observar, a razão da não entrada em funcionamento destes ecopontos é que...vão ser destruídos e substituídos por outro modelo de ecoponto.
De facto estão já a retirá-los:
Vão ser substituídos por um novo sistema, que ao que parece, será eléctrico e semelhante ao que está a ser instalado do outro lado da praça:
Duas notas apenas:
1 - como é possível ter acontecido o que aconteceu com os ecopontos do lado nascente? Seria bom que a CML e/ou JFM se dignassem dar uma explicação para tão insólitos acontecimentos;
2 - será que se justifica a existência destes dois mega-ecopontos a pouco mais de 100 metros um do outro e com manifesto prejuízo para o espaço de estacionamento tão escasso na zona?
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ecopontos
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