terça-feira, 17 de abril de 2018

Aspectos.


Um Buraco Residente.
Assentou Praça vai para 3 meses.

Apesar das chuvas de Março e Abril.

Caldeiras vazias que tardam em ser preenchidas; árvores abatidas que tardam em ser substituídas.

 Alguns dos atalhos persistem e persistem.

 A incúria matou-a; permanece por incúria.

 Estado do famoso piso dois anos após.

 Isto é o que se chama colocar o lixo debaixo do tapete.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Eléctrico 24

Finalmente:

Fotos tiradas esta manhã.

Quando a carreira 24 entrar em funcionamento regular adivinham-se problemas em conciliar este transporte público nesta via saturada com veículos privados.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Gabriela Cerqueira

Faleceu esta Terça-feira a nossa querida amiga e companheira deste grupo dos "Amigos do Príncipe Real", Gabriela Cerqueira


Apesar das suas diversas ocupações e interesses conseguiu sempre arranjar tempo para participar nas actividades deste grupo. Iremos sentir a sua falta; falta das suas ideias e opiniões e sobretudo da sua amizade.
Apresentamos as nossas condolências à família.

O velório será amanhã, dia 8, na Basílica da Estrela entre as 17 e as 23h. O funeral será Sexta-feira às 15h para o cemitério dos Prazeres.

sábado, 3 de março de 2018

Como classificar isto? Será só incompetência?

A saga dos ecopontos na praça tem vários capítulos e dura há quase dois anos. Em meados de 2016 os ecopontos que existiam no lado nascente da praça foram substituídos por uns novos, como aqui e aqui reportamos. Só que, para espanto de muita gente, estes novos ecopontos nunca chegaram a entrar em funcionamento:
 ecopontos, 6, que nunca chegaram a entrar em funcionamento

Assim estiveram, envolvidos neste gradeamento, mais de meio ano. Indagamos a razão dessa não entrada em funcionamento e foi-nos dito que iriam ser substituídos por um novo modelo de ecoponto, com características técnicas mais avançadas. Muito bem. Mas então porque não instalaram logo esses novos modelos de ecopontos?
De facto a 20 de Julho de 2017 estes ecopontos, repetimos, novos e nunca entrados em funcionamento, começaram a ser retirados:
para serem substituídos pelos novíssimos modelos, que entretanto, também estavam a ser instalados do outro lado da praça, em frente ao palacete Cor de Rosa:
 e assim, ao fim de alguns dias lá foram instalados 4 novíssimos ecopontos no lado poente do jardim:
e 6 no lado nascente, que entraram em funcionamento a 15 de Agosto de 2017:
Os 6 novíssimos ecopontos colocados no lado nascente.

Destes 6 dois são para lixo doméstico; um para vidro; um para metal/plástico e dois para papel/cartão. Distribuição absurda, como aqui já referimos. O único para metal/plástico está quase sempre repleto o que leva a frequentes situações como a abaixo ilustrada:

Mas os quatros colocados no lado poente, esses nunca entraram em funcionamento!
Estes quatro nunca entraram em funcionamento.

Até que "A velha Senhora" a 11 de Dezenbro de 2017 sobre eles caiu:
deixando-lhes a parte metálica superior um pouco amachucada:
De observar que a instalação destes quatro ecopontos obrigou a obras avultadas e ao alargamento do passeio.
Estamos agora em 2018. 
No início de Fevereiro é marcada mais uma área, quase em frente ao quiosque dos refescos, para estacionamento de motociclos. É pintada, colocados pilaretes de demarcação, estampado o logotipo dos ciclomotores, mas quase não chega a ser usada por nenhum motociclista! É que poucos dias depois, começam a abrir dois enormes buracos que atingem a área recém marcada para os motociclos, roubando mais de metade dessa área:
Para que são estes dois buracos? Para colocar do lado do jardim, oposto ao lado onde estão os outros quatro contentores, dois novos contentores!

e assim ficamos com quatro contentores de um lado e dois do outro, estrangulando a passagem à entrada para rua da Escola Politécnica:
Já pensaram no que vai acontecer quando um camião, para a recolha do lixo, parar ali entre os dois lados onde estão colocados os contentores?
E assim ficou agora a área reservada para os motociclos

Mas parece que esta saga ainda não terminou. Eis que agora dois dos quatro contentores, que estavam em frente ao palacete Cor de Rosa, foram retirados e os respectivos buracos preenchidos:
Será que 4+2 era demais? Ou será que 2 de um lado e 2 do outro é mais bonito?
 dois de um lado
e dois do outro
estrangulam melhor a via

Ou será que os dois que restam do lado do Palacete vão acabar por saltar para o outro lado? Parece que aos novos donos do Palacete não lhes agrada nada a ideia de terem contentores de lixo à sua porta de entrada.
Entretanto cabe perguntar: quanto dinheiro já aqui foi esbanjado? 
A suivre.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Robínias abatidas.


Como anunciado a CML e a JFM não se coibiram, apesar dos nossos protestos e não respeitando o despacho 60/P/2012, por elas próprias invocado, de abater as duas Robínias do passeio Oeste da Praça e Jardim do Príncipe Real.

Serão substituídas, dizem-nos, por Celtis australis, vulgo Lodãos. O jardim fica cada vez mais despido, imperando a mono cultura de Lódãos.

As razões invocadas para o abate destas duas Robínias, por estarem "decrépitas", por apresentarem "motivos estruturais que poderiam colocar em causa a segurança de pessoas e bens", são cabalmente desmentidas como se pode observar pelo corte feito no tronco das mesmas:

O destino que é dado à madeira destas árvores que são abatidas, principalmente das Robínias, cuja madeira é, como se sabe, preciosa, é um assunto que tarda em ser, e merece ser, cabal e publicamente esclarecido e para o qual mais uma vez chamamos a atenção de quem de direito.


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

A Olaia ferida.

Na velha, retorcida e linda Olaia que existe junto ao lago, vêem-se por vezes miúdos pendurados nos seus ramos e adultos recostados no rebaixado tronco. Em boa hora o ramo mais usado como barra de suspensão pelas crianças foi amparado por uma armação de madeira, evitando-se assim a sua certa quebra:


Mas a pobre Olaia aparece agora ferida no seu ramo rente à terra:
uma ferida extensa e profunda, como se pode observar nesta fotografia, que carece ser rapidamente tratada pois, caso contrário, corre-se o perigo de este importante ramo acabar por apodrecer.


domingo, 21 de janeiro de 2018

Por motivos estruturais.

Vão ser abatidas estas duas Robínias existentes no alinhamento Oeste da Praça:
A razão para o abate destes dois exemplares dos três que restavam na Praça e no Jardim é a de que são "Exemplares decrépitos, copa em regressão, cavidades em algumas ramificações."


Uma justificação tão pouco objectiva levou-nos a solicitar que ao abrigo do nº 2 do despacho 60/P/2012 nos fossem facultados as análises fitossanitárias e relatórios técnicos que justificam o abate destas duas árvores. Árvores que durante a florescência enchem a praça de beleza.
Não, não nos facultaram essas análises porque, ao que tudo indica, não foram feitas. Técnicos da CML olharam para estas duas Robínias, acharam que eram feias, decrépitas, tinham copas em "regressão" (pudera, com as podas que lhes fazem) e pronto, estão prontas para abate e sempre se tira partido da preciosa madeira da Robínia.
Decrépitas? Se este fôr um critério objectivo metade das árvores das praças, ruas e jardins de Lisboa estão condenadas ao abate!

Agora a sentença de morte já foi fixada ao tronco das duas condenadas:
Mas já não são condenadas por estarem "decrépitas" mas sim por motivos estruturais:
"motivos estruturais, que poderão pôr em causa a segurança de pessoas e bens". Poderão? Mas qual é a árvore, a casa, a construção, o veículo, ...que não poderá pôr em causa a segurança de pessoas e bens? Estas duas árvores acabaram de sobreviver à tempestade "Ana" que derrubou a Ailanthus altissima, vulgo, espanta-lobos, no outro extremo do alinhamento:
e para a qual os diligentes técnicos da CML não emitiram nenhum sinal de perigo por motivos estruturais! É caso para se dizer que "paga o justo pelo pecador".