Há dias foi abatido um dos últimos choupos da meia-dúzia que tinha sido poupada durante as obras da chamada "requalificação" do jardim:
É certo que este choupo, como se diz na fundamentação do abate, estava seco, mas não oferecia qualquer perigo para a segurança de pessoas e bens, motivo invocado pelos serviços por não terem cumprido o estipulado nos pontos 2 a 5 do despacho 60/P/2012, que obriga os serviços, entre várias outros requisitos, à fixação no exemplar a abater de informação atempada respeitante a esse abate.
De entre as razões ou causas que conduziram à morte deste exemplar não será de descartar as sucessivas e excessivas podas que os serviços tem realizado nos últimos anos nestas árvores:
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Para quando?
Desde finais de Junho que um destes dois candeeiros à entrada dos Ladeirões do Príncipe Real foi destruído não se sabe se por acidente devido a manobra mal feita de algum pesado ou se por puro vandalismo:
Para quando a reparação deste pilar e a reposição do candeeiro? Estar-se-á à espera de nos aproximarmos de Outubro? Das eleições?
É que além do mau aspecto que apresenta esta entrada dos Ladeirões a coisa pode apresentar perigo na medida caso a corrente eléctrica não tenha sido cortada.
Para quando a reparação deste pilar e a reposição do candeeiro? Estar-se-á à espera de nos aproximarmos de Outubro? Das eleições?
É que além do mau aspecto que apresenta esta entrada dos Ladeirões a coisa pode apresentar perigo na medida caso a corrente eléctrica não tenha sido cortada.
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Ladeirões
sexta-feira, 7 de junho de 2019
O lago e outros aspectos deprimentes.
Após a nota que publicamos sobre o lago, possivelmente graças aos pedidos de informação que pessoas ligadas aos "Amigos do Príncipe Real" fizeram, este finalmente foi limpo, mas continua sem água:
Já aqui temos abordado o desolador aspecto de alguns dos canteiros do jardim, principalmente os do lado poente:
Aspectos que constratam vivamente com a recente intervenção no jardim das Amoreiras onde houve o bom senso de se manterem as protecções dos canteiros:
Já aqui temos abordado o desolador aspecto de alguns dos canteiros do jardim, principalmente os do lado poente:
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quinta-feira, 16 de maio de 2019
Quem cuida do lago?
O belíssimo lago do jardim que encima o reservatório da Patriarcal encontra-se neste estado deplorável há já vários meses:
Um lago limpo, com água e repuxos dá outro encanto ao jardim, que tão maltratado tem andado. Aqui fazemos apelo a quem de direito (EPAL?; Junta da Freguesia da Misericórdia?) para que reparem, limpem e voltem a por a brilhar esta jóia do nosso jardim.
Se as causas que levam a que o lago se encontre neste estado lastimável são mais graves do que aparentam ser então ao menos que o seu fundo seja limpo enquanto se aguarda pelos meios para resolver esses problemas.
Um lago limpo, com água e repuxos dá outro encanto ao jardim, que tão maltratado tem andado. Aqui fazemos apelo a quem de direito (EPAL?; Junta da Freguesia da Misericórdia?) para que reparem, limpem e voltem a por a brilhar esta jóia do nosso jardim.
Se as causas que levam a que o lago se encontre neste estado lastimável são mais graves do que aparentam ser então ao menos que o seu fundo seja limpo enquanto se aguarda pelos meios para resolver esses problemas.
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lago
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Finalmente!
Finalmente foram preenchidas 6 das 7 caldeiras que permaneciam há meses, senão anos, vazias:
mas ficou ainda uma caldeira por preencher:
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
domingo, 11 de novembro de 2018
100 anos; 100 árvores.
Hoje, dia 11, pelas 11 horas no Parque Eduardo VII plantaram-se mais 4 árvores deste interessante projecto que consisti na plantação de 100 árvores como comemoração do armistício assinado a 11 de Novembro de 1918.
O grupo dos "Amigos do Príncipe Real" fez-se representar por um dos seus elementos:
Esperemos que o nosso jardim possa também vir a receber uma árvore desta série comemorativa.
Fotos retiradas de: https://100anos100arvores.wordpress.com/
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Estrago da tempestade.
Os ventos fortes que se fizeram sentir no último Sábado causaram poucos estragos no nosso jardim, à excepção desta buganvília num dos Ladeirões que foi arrancada dos arames que a seguravam à parede:
Entretanto já se passaram alguns dias e ela permanece assim tombada. Espera-se que a reponham tal como estava e não cortem mais do que já tinha sido há bem pouco tempo, ver aqui.
Entretanto já se passaram alguns dias e ela permanece assim tombada. Espera-se que a reponham tal como estava e não cortem mais do que já tinha sido há bem pouco tempo, ver aqui.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Cortar é preciso, regar não é preciso.
Há mais de três anos que entregamos um projecto na JFM para voltar a cobrir as paredes dos ladeirões com buganvílias, ver aqui. Esta proposta foi muito bem aceite, elogiada, com a promessa de ser concretizada.
Inicialmente verificou-se a colocação dos arames para fixação e a plantação de meia dúzia de pés de buganvília. Mas, como sempre, não houve o cuidado de acompanhar e promover o crescimento dessas plantas. Resultado, tudo como dantes.
Entretanto as velhas e resistentes buganvílias sempre que se atrevem a crescer são logo podadas:
Pena é que não haja a mesma atenção e cuidado para não deixar morrer à sede os novos pés:
Inicialmente verificou-se a colocação dos arames para fixação e a plantação de meia dúzia de pés de buganvília. Mas, como sempre, não houve o cuidado de acompanhar e promover o crescimento dessas plantas. Resultado, tudo como dantes.
Entretanto as velhas e resistentes buganvílias sempre que se atrevem a crescer são logo podadas:
Pena é que não haja a mesma atenção e cuidado para não deixar morrer à sede os novos pés:
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Ladeirões.
domingo, 26 de agosto de 2018
Clareira
Aquando da chamada requalificação do jardim em 2009/10 os dois choupos do alinhamento que existiam junto ao quiosque foram abatidos e não substituídos para não interferirem com a Ficus vizinha, ficando aí um enorme espaço aberto:
Faltam aqui duas árvores de alinhamento.
Entretanto, no passeio oposto, foram abatidas as três palmeiras, duas das quais neste sector, e, já este ano, dada a queda de uma Ailanthus Altissima e o abate de outra abriu-se um enorme espaço vazio que urge preencher com novas árvores para atenuar esta notória clareira:
Há que preencher as caldeiras vazias, há já demasiado tempo, arrancar dois cepos e plantar novas árvores.
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