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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Três meses depois.


Três meses e um dia depois da inauguração verificamos algumas melhorias no coberto vegetal do jardim graças à realização de uma série de medidas correctivas ao projecto inicial e graças também às duas esforçadas senhoras encarregues da manutenção do jardim.
Entre as medidas correctivas realça-se a colocação de mais aspersores e a resolução do problema da falta de pressão da água.
Parece, no entanto, que se passou do 8 para o 80, quer no caso da densidade de aspersores, quer no que respeita à pressão da água. Como as fotos seguintes documentam estamos agora em risco de em vez de termos canteiros arrelvados passarmos a ter uns pequenos pântanos onde se poderá plantar arroz em vez de relva.


Do 8 para o 80.
Se antes os terrenos estavam secos agora estão encharcados.



e os bancos levam por tabela.

Mas apesar dessas melhorias, algumas zonas continuam no estado que se documenta:



Se em relação às áreas arrelvadas houve, apesar de tudo, melhorias sensíveis, já o mesmo se não pode dizer das áreas com heras rasteiras que, apesar de serem diariamente regadas manualmente, o que lhes corta um pouco o ar esbranquiçado que o pó do piso que se acumula sobre as suas folhas lhes empresta, estão no estado que se documenta a seguir:



O preenchimento de espaços vazios com casca de pinheiro sempre atenua o ar desolador de certas áreas plantadas com pouca densidade de arbustos:


O problema é que a própria casca de pinheiro se vai degradando pelo que terá de ser regularmente substituída.

A questão do piso continua por resolver, embora também ela se tenha atenuado graças às constantes regas a que é sujeito e graças ao facto de em muitos locais a força dos aspersores se estender ao próprio piso:

Piso húmido por efeito dos aspersores.
Não seria esta coloração do piso preferível ao 'branco pó' do piso quando seco?

Que se passa aqui? Não se vê nenhum aspersor por perto e o banco está seco. Será uma experiência falhada com a tal 'cola' para evitar o pó?


Três meses depois o estado do jardim é este. Algumas melhorias no coberto vegetal rasteiro. Mas que será desse coberto vegetal rasteiro quando o contrato para a manutenção do jardim acabar daqui a 9 meses? Será que a Câmara terá então dinheiro para novo contrato? Ou terá criado alguns postos de trabalho para ter os seus próprios jardineiros?

Entretanto o cedro do Buçaco e outras espécies definham a olhos vistos. Mas isso é assunto que será para ser abordado na próxima visita guiada ao jardim.

E a estrutura de suporte do cedro? Não tinha sido dito que ela seria objecto de uma posterior intervenção? Para quando essa intervenção?

Pormenor da estrutura de suporte do cedro. Foto de Nuno Caiado.

Nota: fotos, com excepção da última, tiradas Domingo dia 22.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Correcção de erros, II.

Em nota anterior apontamos dois factores causadores do pobre estado dos relvados do jardim: o primeiro o escasso número de aspersores; o segundo a falta de pressão da água, que seria 1/4 do valor adequado.
O primeiro factor foi corrigido poucos dias depois da nota acima referida com a instalação de mais aspersores por todas as zonas arrelvadas, como aqui também se deu já nota.
O segundo factor, a falta de pressão da água, que exigia uma intervenção da EPAL, acaba agora, há dois dias atrás, de ser também corrigido com a instalação de novas tubagens e de um novo e mais potente contador:


As melhorias no relvado já se fazem sentir:

antes

depois

Mas é caso para dizer que não há fome que não dê em fartura:

A água sai agora com imensa pressão.

quer a potência, ver exemplo acima, quer o número de aspersores por área arrelvada, ver foto abaixo, estarão agora exagerados. Mas enfim, talvez valha a mais do que a menos!

Este canteiro tem 5 aspersores para tão poucos metros quadrados de área arrelvada.
Nota de 24 de Agosto: não são 5 mas sim 6 aspersores!

Estas correcções são de aplaudir, mas, infelizmente, há muitas mais correcções a fazer a esta desqualificação que o jardim sofreu:
- O piso continua a encher tudo e todos de pó;
- Das 10+1 árvores cortadas no interior só 5 foram substituídas, e dessas, 3 estão mortas e uma meio morta;
- os pobres lódãos plantados nos alinhamentos só - e se - daqui a muitos, muitos anos, poderão ombrear com os choupos abatidos:

Os lodãos e os poucos choupos poupados.

- As robínias continuam a vingar-se de quem as matou:




Esta já é a quinta vez que estas robínias despontam das raízes, da mãe, que por lá ficaram.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Correcção de erros.


A relva, principalmente em torno do lago, mas não só, apresenta-se em muitas zonas no estado que a foto acima documenta.
Esta situação já aqui tinha sido apontada. As razões para este pobre estado da relva devem-se a dois factores:
1- poucos e mal distribuídos aspersores;
2- falta de pressão da água. Segundo nos informam a água chega com uma pressão de 1 kg, quando deveria ser de 4 kg*

A correcção do primeiro factor começou há dias a ser feita, com a colocação de mais aspersores como as fotos abaixo documentam.



A correcção da falta de pressão será, ao que parece, mais complicada e problemática e passa pela EPAL.
Enfim, pouco mais de dois meses após a inauguração os responsáveis começam a dar-se conta - e ainda bem - dos inúmeros problemas que esta "requalificação" apresenta.
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* Esta unidade de pressão é muito pouco ortodoxa mas vendo o peixe como mo venderam. O que importa é verificar que a pressão existente é 1/4 da pressão necessária.