segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Que se passa com as árvores do jardim?

Grande parte das árvores do jardim apresentam sinais de stress, de doença. Este liquidambar, por exemplo, que foi o primeiro a ser plantado onde anteriormente estava uma robínea, sempre mostrou estar de boa saúde, contrariamente a outros que acabaram por não vingar, até que este ano se apresenta com este aspecto que nada augura de bom:




terça-feira, 16 de agosto de 2016

Qual a racionalidade desta gestão?


Em Novembro de 2015 a Junta de Freguesia da Misericórdia, JFM, tentou cortar este atalho plantando uns arbustos num dos topos do canteiro:
Sem grandes resultados porque as pessoas começaram a percorrer o canteiro um pouco mais à direita do anterior atalho.
Mas de Janeiro a Março o jardim foi fechado para substituição do piso e graças a esse período de descanso e também das chuvas de inverno o canteiro que antes do fecho apresentava este estado deplorável
melhorou bastante:
 Entretanto a JFM preocupada com os estragos que os cãezinhos provocam nos canteiros plantou uma série de sugestivos avisos no jardim:
Mas esqueceu-se de que mais do que os animais de quatro patas são os de duas os mais destrutivos dos canteiros e relvados do jardim, que cortam a direito, tudo pisoteiam e confundem um pedaço de relva com um campo de jogos:
e o relvado do canteiro que com tanto empenho a JFM tentou preservar foi ficando cada vez mais pelado
 e cada vez mais apetecível para um jogo de bola
e o (ini)vitável resultado só podia ser o que agora se observa:

É capaz de estar na altura de a JFM colocar agora avisos destes:

Talvez assim as pessoas se comportem um pouco mais civilizadamente e respeitem os bens públicos comuns.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Mais vale tarde do que nunca.


Finalmente, mais de um ano após nos terem informado da intenção de fechar os atalhos que gentes apressadas e incivilizadas por todo o lado abrem no jardim, a Junta de Freguesia da Misericórdia, que é agora a entidade responsável pelo estado do Jardim, está a proceder ao fecho destes dois atalhos:


Aplaudimos mas há que tomar mais e mais decididas medidas para a protecção do Jardim.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Tarde demais.


Deixar morrer árvores recém plantadas à sede é demasiado triste para se classificar:

Como temíamos as intervenções que a Junta da Freguesia da Misericórdia realizou para tentar salvar estas árvores, após o nosso alerta, já terá sido demasiado tarde para esta araucária. Só por milagre terá ainda hipóteses de se salvar.
 

Esta sua irmã talvez consiga ainda ser salva se a mantiverem sob apertada vigilância, principalmente agora que vamos entrar em Agosto, período de tempo seco e quente...e de férias.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Será que ainda vai a tempo?

Depois do alerta que aqui fizemos e das mensagens à Junta da Freguesia da Misericórdia verificou-se alguma acção quer em relação às duas araucárias recém plantadas quer em relação aos pés de buganvília plantados nas rampas dos ladeirões


Antes
Depois

Esperemos porém que não seja já demasiado tarde:
e que não voltem mais a deixá-las morrer à sede.

Em relação às buganvílias a JFM admite que alguns dos pés estão já mortos e serão substituídos: 

"As Araucárias e Buganvílias da Rua Cecílio de Sousa estão a ser regadas e acompanhadas regularmente pela equipa de manutenção, que anda no terreno diariamente.
Face ao calor que se verifica, a Engª florestal que nos presta serviços recomendou um reforço na rega das araucárias. No entanto, segundo o parecer técnico, nas buganvílias devem se manter a rega diária actual (1x/dia). Infelizmente, as Buganvílias que secaram foram danificadas por viaturas mal estacionadas, e não pelo calor, pelo que a Junta de Freguesia da Misericórdia irá instalar pilaretes para a protecção das mesmas antes de as substituir.

Agradecemos a vossa colaboração, sempre tão atenta, e pedimos desculpas pela demora na resposta. A equipa de manutenção, por andar no terreno, tem pouco tempo de gabinete para responder todos os mails que nos chegam.

Com os melhores cumprimentos"

chefe divisão espaço publico
Agradecemos a resposta e a tentativa de explicação mas não podemos deixar de notar que se houvesse o mesmo zelo diário que há em limpar a zona das esplanadas para com as plantas não se teria chegado ao ponto a que se chegou


domingo, 3 de julho de 2016

Estamos a morrer à sede.


Para quê plantar árvores e arbustos se depois se deixam morrer à sede?


Não é preciso ser jardineiro para ver que estas plantas estão a secar ou mesmo já secas. Será que os "jardineiros" que todos os dias vemos no jardim só servem para limpar as zonas das esplanadas?


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Jacarandás.


Os jacarandás oferecem-nos a sua beleza ímpar por toda a cidade. O Jardim do Príncipe Real merecia ter mais, uma cercadura deles à volta do lago seria como uma jóia, um diadema em azul. Os poucos que temos já nos dão uma ideia dessa beleza




sábado, 4 de junho de 2016

Sobre o novo piso.


 Como temos vindo a referir, temos sérias reservas sobre a escolha do novo piso. É certo que o maior problema do anterior piso, a produção de pó, fica com este tipo de piso resolvida. Porém um jardim histórico, romântico, como é o caso deste nosso jardim, merecia ter um piso natural e que não produzisse pó. Que os há.

A solução que foi encontrada in extremis, um betuminoso preto sobre o qual se aplicou uma fina camada de cor creme do tipo Compotop, é, apesar de tudo, bem melhor do que a que tinha sido posta a concurso, a Max IR, semelhante à que existe no Jardim de Santos, e que tão maus resultados, apresenta:
Aspectos do piso do Jardim Nun'Álvares, em Santos (fotos tiradas em 2016.03.20)

A alteração do tipo de piso, do Max IR, para o Compotop, foi afinal a verdadeira razão para a suspensão dos trabalhos iniciados a 13 de Janeiro, e não, como nos foi transmitido via Junta da Freguesia da Misericórdia, a chuva:
(Clicar na imagem para a aumentar)

A decisão da suspensão dos trabalhos foi tomada a fim de corrigir um erro que seria dramático para o nosso jardim caso se mantivesse o inicialmente previsto. Não se compreende portanto porque é que essa decisão não foi publicamente assumida, explicada e fundamentada junto aos residentes e aos cidadãos em geral.

O actual piso não está isento de problemas, longe disso, como se comprova pelos remendos já realizados:

Os buracos e os remendos feitos para os tapar.

e das manchas do betuminoso preto que já surgem aqui e acolá:


Esperamos que as garantias de oito anos, dadas pelo fabricante, sejam accionadas sempre que necessário a fim de ir corrigindo os problemas que irão fatalmente surgir ao longo do tempo.

Por último: não podemos deixar de constatar que ao fim de 6 anos, das inúmeras intervenções feitas para tentar corrigir o problema da produção do pó - afinal sobre aquele piso, tipo Aripaq, tinham-nos sido dadas garantias que era o ideal para o jardim - e de centenas de milhares de euros gastos, voltamos a ter um piso betuminoso e impermeável. Uma única diferença: a cor que, por enquanto ainda é creme.
 .

quinta-feira, 19 de maio de 2016

As Árvores de Lisboa, 2.


É já dia 21 de Maio, no S. Jorge, das 10h às 13h
-Entrada Livre-
Segue-se, às 15h, visita guiada ao Parque Eduardo VII, Avenida e Praça da Alegria
-Ponto de encontro: alto do parque (bandeira)
 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ecoponto?

O ecoponto instalado a nascente do jardim está sub dimensionado para as necessidades da zona do Príncipe Real. A sua adequação ao local, mesmo quando foi instalado há uma dezena de anos, já deixava muitas dúvidas. Entretanto, com a explosão do comércio, restaurantes e cafés a sua exígua capacidade de recolha dos diversos plásticos, vidros e cartões é manifesta.
Mas além do lixo que se espalha, quase diariamente, à volta deste ecoponto, o que não se vê é ainda mais preocupante: