sábado, 30 de abril de 2016

Uma instalação.

Não sabemos quem, que organização, colocou esta espécie de espantalho numa das árvores do jardim:

mas não deixa de ser oportuna na medida em que chama a atenção para as árvores da nossa cidade que tão maltratadas estão a ser.

sábado, 16 de abril de 2016

Outra vez.

Passado pouco mais de um mês da reabertura do jardim eis que de novo parte dele, ou todo ele (?), irá novamente ser fechado ao público. Sem pré-aviso, quer da Câmara quer da Junta de Freguesia. Mas é isso que nos informam os feirantes da feira biológica que todos os Sábados tem lugar no lado poente do jardim e que este Sábado já se posicionaram do outro lado da rua:
Porquê? Porque, segundo nos dizem, o novo piso vai ser reforçado pelo menos nas áreas onde costumam instalar-se. É que nessa zona já se apresenta cheio de buracos, buracos feitos pelas estacas das suas tendas:
Mas não só aí existem buracos no novo piso. Junto às esplanadas também:
e por todo o lado do jardim se encontram buracos e degradação do recém inaugurado piso:
junto aos bancos começa também a aparecer o negrume do betume que se encontra por debaixo da fina camada colorida do compotop, que deveria ter entre 2 a 5 mm de espessura e terá, quando muito 1 mm. Vicissitudes das nossas obras públicas?




sábado, 9 de abril de 2016

A visita à Vila Martel.


Largas dezenas de pessoas juntaram-se esta manhã para visitar a Vila Martel e ouvir os interessantes e sábios esclarecimentos da prof. Raquel Henriques da Silva:
 Após a introdução ao tema das vilas operárias e ao caso muito especial da Vila Martel que, desde muito cedo, foi também casa de trabalho de muitos artistas pintores, subiu-se até ao conjunto das casas geminadas que constituem a Vila, agora em risco de demolição para dar lugar à expansão do hotel que está a ser erigido mais acima:
Aí, junto a um dos atelier, onde até bem pouco tempo trabalhou Nikias Skapinakis, a prof. Raquel prendeu-nos a todos com saborosas histórias aí passadas ou com estes lugares relacionadas:

Esperemos que a reformulação do projecto imobiliário hoteleiro, que implicava a descaracterização da Vila Martel, em boa hora chumbado pela Direcção Geral do Património Cultural, permita agora a sua preservação a bem da nossa história e cultura.
Agradecemos à Prof. Raquel Henriques da Silva pela generosa oferta do seu tempo e saber, ao Paulo Ferrero e a Luísa Ramos pela iniciativa da visita.

A petição contra a demolição da Vila Martel, que continua em perigo, pode ser assinada aqui.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Visita guiada à Vila Martel.


A vila Martel está em vias de desaparecer caso não se consiga obstar os planos dos promotores imobiliários para o local. O grupo dos "Amigos do Príncipe Real", com o apoio do forum CidadaniaLx, está a organizar uma visita guiada ao local, a qual terá lugar no próximo Sábado dia 9 de Abril, pelas 11h.  A prof. Raquel Henriques da Silva será a nossa guia. O local de encontro será na rua das Taipas, nº 55,  junto ao portão que dá acesso à vila Martel.


Se não concorda com a destruição da Vila Martel assine a petição aqui

terça-feira, 29 de março de 2016

Florir

Sou a primeira Olaia do Jardim a anunciar a Primavera:
 

tinha uma companheira perto de mim, a nº 2, que desapareceu:
Rectificação em 31 de Março: a olaia nº 2 continua no Jardim. As minhas desculpas pelo engano.

sábado, 19 de março de 2016

A Maxasphalt corrige o texto mas não o piso.

Na sequência da nota "Alguém se digna explicar?" a página da Maxasphalt onde referiam o trabalho feito no jardim do Príncipe Real, que aqui reproduzimos na parte que interessa

foi agora substituída por esta outra

sem qualquer referência à correcção feita.

O novo texto refere agora "argamassas coloridas aplicadas sobre um Betuminoso". O plural "argamassas" é que deixa dúvida sobre se se refere à extensão, ou seja aplicadas a todos os caminhos, ou à espessura, ou seja, que terão diversas camadas. É que em relação à espessura deveria usar-se o singular, "fina argamassa colorida aplicada sobre um betuminoso".
Assim é que a descrição do que foi feito corresponderia à realidade no terreno.

Será isto um pavimento permeável?


Esta pequena poça de água, que aqui permanece há horas, aparentemente desconhece que não devia ali estar pois que o novo piso é constituído por "Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura e permeável."

sexta-feira, 18 de março de 2016

Alguém se digna explicar?

No sítio do representante da Maxasphalt, pode ler-se, sobre o novo piso, que: "O novo piso do Jardim do Príncipe Real, foi concluído 01 de Março de 2016 no passado dia constituído por Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura e permeável. Será o fim dos dias poeirentos que existiam naquela zona emblemática da nossa cidade de Lisboa."

 
Mas na realidade o que se observou foi, não a tal argamassa colorida, mas sim uma camada de um betuminoso preto de com cerca esses 2,5 cm de espessura:
sobre o qual foi aplicada uma fina camada de uma tinta de cor de terra:

Mais, o novo piso do jardim deveria ser semelhante ao que foi aplicado no jardim de Santos, cuja textura é a que a imagem seguinte, retirada do sítio do representante da Maxasphalt, ilustra:


Este sim, corresponde à tal "Argamassa colorida,  com 2,5 centímetros de grossura".

Que importância é que isto tem, perguntarão? É que além das dúvidas que esta discrepância gera em termos das especificações dos produtos aplicados no jardim do Príncipe Real, no caso do piso do jardim de Santos o desgaste do piso não provoca mudança na cor, na aparência do piso. Já no caso do piso do Príncipe Real isso não irá acontecer. À medida que a fina camada superficial se for desgastando irá aparecer, por debaixo dela, o feio asfalto preto.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Dois meses depois.

O jardim reabriu dia 14. Estes dois meses que esteve fechado foram óptimos para recuperação das plantas, principalmente do coberto vegetal rasteiro:


é pena que não se tenha aproveitado o tempo em que esteve fechado para resolver estes casos:

Das duas uma: ou se fecham ou se aceitam estes atalhos, mas nesse caso que se calcetem.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Pintado de fresco.


A pintura cor de terra do preto alcatrão avança agora a toda a velocidade:


Vamos ver quanto tempo esta fina camada de tinta aguenta.