terça-feira, 15 de agosto de 2017

Ecopontos. Finalmente.

Finalmente os novos ecopontos do lado nascente estão a funcionar:
mas, estranhamente, a abertura é feita para o lado da rua. Assim quem vai despejar o seu lixo nestes contentores fica voltado de costas e a poucos decímetros da rua onde passam e se cruzam imensas viaturas, incluindo pesados.
Os ecopontos do lado poente ainda não estão abertos mas sofrem do mesmo mal: as aberturas ficam voltadas para a rua.
Os contentores do lado nascente, 6, sofrem de outros defeitos pelo que se tem observado nestes poucos dias de funcionamento:
Há um único para vidro e um único para plásticos/metais. Dois para papelão e dois para lixo doméstico indiferenciado.
Como se pode ver nas imagens quer o de plástico, quer o de vidro estão já, ao fim de poucos dias, repletos. O que significa que o volume disponível, em cada contentor, é insuficiente.
Haverá talvez que reconverter um dos contentores em uso para lixo doméstico em "vidrão" ou em "plasticão".


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Ecopontos.

Há meses que nos interrogávamos sobre as razões que levavam à não entrada em funcionamento dos novos ecopontos situados no lado Nascente da praça:
Segundo informações não oficiais, mas que se confirmam pelo que nos foi dado observar, a razão da não entrada em funcionamento destes ecopontos é que...vão ser destruídos e substituídos por outro modelo de ecoponto.
De facto estão já a retirá-los:
Vão ser substituídos por um novo sistema, que ao que parece, será eléctrico e semelhante ao que está a ser instalado do outro lado da praça:
Duas notas apenas:
1 - como é possível ter acontecido o que aconteceu com os ecopontos do lado nascente? Seria bom que a CML e/ou JFM se dignassem dar uma explicação para tão insólitos acontecimentos;

2 - será que se justifica a existência destes dois mega-ecopontos a pouco mais de 100 metros um do outro e com manifesto prejuízo para o espaço de estacionamento tão escasso na zona?

sexta-feira, 23 de junho de 2017

É isto um Jardim?

O jardim França Borges, vulgo, jardim do Príncipe Real, era uma pérola da Sétima Colina da nossa Cidade. Infelizmente as suas características de jardim frondoso, sossegado, romântico, tem vindo a ser, desde há alguns anos a esta parte, degradadas.
Canteiros devassados, pisados e carentes de plantas; construções que se vão expandindo; árvores abatidas por esta ou outra razão e que não são substituídas; árvores icónicas, e classificadas, vandalizadas; atalhos que desfiguram o desenho original do jardim, e que renascem ao fim de pouco tempo após repetidas, e inadequadas, tentativas de os eliminar são alguns dos aspectos mais críticos do estado actual do jardim.
Alguém, Junta da Freguesia da Misericórdia? Câmara Municipal? lembrou-se agora de "enriquecer" o pobre jardim com mais estas duas "construções" que as fotos documentam:



Atenção: nada nos move nem contra a comunidade que a primeira destas "esculturas" pretende homenagear, nem contra Vaclav Havel. Só nos preocupa ver a continuada degradação do jardim e a sua paulatina transformação de jardim romântico para um espaço de exposições de bibelots "escultórios".


sábado, 27 de maio de 2017

Jacarandás.

Também temos:
Poucos, mas bons!

Uma sugestão à Junta de Freguesia da Misericórdia: porque não plantar mais um Jacarandá na caldeira deixada vaga por uma das três palmeiras no topo Oeste do Jardim?

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Para quando?

O anterior ecoponto, manifestamente insuficiente para o aumento exponencial do volume de detritos que estão a ser produzidos na área do Príncipe Real, foi substituído por um novo sistema com mais capacidade e maior número de recipientes:

Só que, como as imagens documentam, o novo ecoponto continua fechado!
Já há mais de um mês que a obra foi concluída mas os utentes tem de continuar a despejar os seus vidros, plásticos e cartões nuns contentores móveis, colocados em extremos opostos do passeio Leste do jardim:

 Porque o novo ecoponto continua por inaugurar.  Porquê esta demora?



Durante a abertura dos roços, largos e profundos, para colocação dos contentores, operação que decorreu a menos de 50 metros do Plátano, árvore classificada, e que não foi acompanhada pelo ICNF, como manda a lei, observou-se o corte de raízes, o que não augura nada de bom para as árvores e plantas atingidas.



quinta-feira, 4 de maio de 2017

Protegido?

O "Cedro do Buçaco", um dos ícones do Jardim, tem sido vítima de diversos vandalismos o último dos quais foi um incêndio que carbonizou parte do tronco da árvore.
Após mais esse triste e gravíssimo episódio, a Junta da Freguesia da Misericórdia, JFM, colocou duas placas, presas à estrutura metálica de suporte, com aviso de proibição de subida à árvore. As primeiras placas, duraram pouco tempo, tendo sido substituídas, pela JFM, por outras duas placas idênticas, que também desapareceram.
Impedir actos de vandalismo, propositados ou negligentes, através da mera afixação dessas placas é manifestamente insuficiente, mas sempre é melhor do que nada ter que avise os potenciais abusadores para o facto de não deverem trepar à árvore.
 Mas é isso que agora acontece: há semanas que os avisos desapareceram e não foram substituídos por outros semelhantes ou por outras medidas de prevenção e protecção da árvore.



À atenção da JFM

domingo, 23 de abril de 2017

Tirem-me esta corda do pescoço, por favor!

Já não me basta terem-me (quase) morto de sede e ainda me obrigam a servir de suporte a este grosso fio eléctrico vermelho:
que me torce o pescoço!

Agora que a feira biológica passou, finalmente, para o outro lado da rua:
porque é que tardam tanto a tirar-me esta corda do pescoço?

sábado, 15 de abril de 2017

Quantas vezes mais?

Desde que em 2009/10,  aquando da desastrosa intervenção no jardim, foram retiradas as protecções em ferro dos canteiros, que as pessoas, sempre apressadas, sempre descuidadas, cortam a direito por onde lhes apetece, criando corredores, atalhos, por cima dos canteiros. A Junta de Freguesia da Misericórdia, a quem compete agora cuidar do Jardim, tem tentado, sem sucesso, cortar alguns desses atalhos.
Nestes dois que as imagens documentam já é a terceira vez que essas tentativas se realizam sem qualquer resultado, a não ser inúteis gastos de dinheiros:
Logo que estas temporárias protecções sejam retiradas as pessoas voltaram a abrir caminho por aí sem qualquer respeito pelo trabalho realizado.
Há que repor os gradeamentos de protecção sob pena de continuarmos neste jogo de abre corta indefinidamente.
E há que repor esses gradeamentos para precaver também estes dois outros atalhos:

ou precaver situações como esta:
em que as repetidas plantações aqui feitas poucos dias perduram.

À atenção da JFM.

domingo, 9 de abril de 2017

O Jardim não é um campo de Jogos, ou será?

Além destes avisos à entrada do Jardim:
 torna-se cada vez mais imperativo colocar avisos destes nos canteiros:


sob pena de o jardim se transformar num campo de jogos:
 com os resultados que estão à vista:
canteiros pelados
Ramos partidos, plantas agredidas