quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Mais duas palmeiras abatidas.


Além das três icónicas palmeiras que existiam na zona Norte da praça
e que agora apresenta este desolador aspecto
existiam mais duas palmeiras, da mesma espécie*, no interior do jardim:
 Locais onde se encontravam as palmeiras agora abatidas.

Uma das palmeiras era esta, documentada nesta imagem do Google Street View:

 E a outra esta, que na época da fotografia já dava sinais de morte iminente:

 Claro, a culpa é do escaravelho. Mas quem sabia da existência da praga anos antes da sua chegada a Lisboa, nada atempadamente fez para prevenir o desastre. E quando fez, foi tarde.
O resultado só podia ter sido este:

E este loendro, afastado ainda alguns metros da palmeira, acabou por sofrer as consequências do abate, menos cuidado, da mesma:



* Palmeira-das-canárias

Árvores inclinadas não são permitidas.

Esta vereação dos espaços verdes está decidida a abater todas as árvores que apresentem alguma inclinação. E com razão. É que nunca se sabe e um dia podem cair na cabeça de alguém. Mesmo que já tenham crescido assim -por culpa de quem lhes devia ter proporcionado um tutor- e tenham já décadas de vida nessa posição, resistido a temporais e vendavais que abateram outras bem mais direitas, não importa. São para abater e não se fala mais nisso.

É o que aconteceu a esta pobre Robínia:
 Foto de 2009, onde ainda se vêem as placas ajardinadas entretanto eliminadas.
 Foto de 2014, já sem os canteiros ajardinados e com o resto do tronco de uma das três palmeiras, entretanto retirado.

fotos do Google Street View

Aqui habitou décadas a Robínia que cresceu inclinada.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Robínias. In memoriam.


No livro 'Trinta árvores em discuso directo' de António Bagão Felix uma das trinta árvores
escolhida pelo autor é a Robínia. E a propósito de robínias seleccionámos o que o autor diz a páginas 197 do seu interessante livro:



Sim, há urbes que muito continuam a acarinhar as suas robínias. Não foi o caso desta urbe, capital do abate de árvores seculares, como as robínias que habitavam o jardim, mas não moram mais aqui.




domingo, 16 de novembro de 2014

Mais uma.

O rol de árvores que vão morrendo por uma ou outra razão não pára de aumentar. Agora é esta palmeira que está moribunda, atacada pelo escaravelho vermelho e pela incúria de quem tinha obrigação de a proteger dessa praga.




sábado, 15 de novembro de 2014

Antes e Depois.


Antes do Escaravelho Vermelho e do Sá Fernandes.

Depois do Escaravelho Vermelho e do Sá Fernandes.


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Em Outubro, disse ele.


Em entrevista concedida, em Maio do presente ano, à jornalista Marisa Matias do 'Público', o assesor do gabinete do vereador José Fernandes - o qual já em Fevereiro tinha  admitido o erro que foi o de ter sido escolhido o compósito 'Aripaq', em que um dos componentes é vidro moído, para o piso do jardim - disse que em Outubro

 “O pavimento vai ser substituído por betuminoso colorido, um agregado com 2,5 centímetros de grossura, permeável”.

in:  http://www.publico.pt/local/noticia/camara-de-lisboa-volta-a-substituir-piso-no-jardim-do-principe-real-em-outubro-1638101

Frequentadores do Jardim queixam-se do pó, que se acumula nos bancos de madeira

 Mas estamos em meados de Novembro e nada se vê. Será que esse mês de Outubro a que o sr. acessor se referiu não era o de 2014?


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Petição presencial.

A recolha em papel de assinaturas contra o parque foi um grande sucesso. Segundo os regulamentos da Assembleia Municipal uma petição para ser obrigatoriamente discutida no plenário da Assembleia necessita recolher pelo menos 250 assinaturas. A petição contra o parque recolheu ao longo dos dias de Agosto, nos diversos pontos de recolha, 567 assinaturas validadas.
Aqui expressamos os nossos agradecimentos aos subscritores e aos senhores comerciantes que aceitaram colaborar na recolha, disponibilizando nos seus estabelecimentos as listas para recolha das assinaturas.
Pontos onde foram recolhidas as assinaturas para a petição presencial.
Exemplos das folhas de subscrição.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Está a morrer, a terceira Palmeira.

Das três icónicas palmeiras que durante décadas alindaram o lado poente do jardim e da praça do Príncipe Real
já só esta resistia
mas como pararam com o tratamento, por ser muito caro, supõem-se, passados estes meses está agora a morrer:

Quando vierem abater esta última palmeira, como fizeram às outras duas, poderemos comparar a completa degradação deste recanto, entre o antes e o depois da era do Zé.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Depois do Desastre ou À Crua Luz do Dia.


Que pensa o ICNF fazer para cuidar destas preciosas árvores? Já não é a primeira vez que se rompem ramos desta e da outra ficus ao lado. Nada se tem feito para as proteger e às pessoas e animais que sob elas se abrigam.

domingo, 3 de agosto de 2014

Um Jardim a desfazer-se aos pedaços.

Um Jardim a desfazer-se aos pedaços... e não há responsáveis:



Hoje, cerca das 21h, mais três grandes ramos desta ficus macrophylla, uma das três figueiras classificadas como de interesse público existentes no jardim, romperam-se com grande estrondo. Infelizmente esta já é a segunda vez em que ramos desta mesma ficus se rompem. E a outra ficus,  sua companheira do outro lado do quiosque, também já perdeu dois ramos.
Qual a causa destas quedas de ramos das ficus? Vento? Nenhum. Chuva forte? Nenhuma. Qual então a causa deste rompimento? A causa só pode ser uma: debilidade das ficus. E essa debilidade remonta, sem qualquer sombra de dúvida aos maus tratos que as árvores do jardim sofreram durante a desastrada intervenção feita no jardim em 2009/10.
Máquinas pesadas compactando o terreno,
num excepcionalmente chuvoso inverno, roços profundos rente às árvores
 
 raízes das ficus espezinhadas meses a fio,

são a explicação mais plausível para o que está a contecer às árvores do jardim e às ficus em particular. O que foi feito em 2009/10 não devia nunca ter sido feito. E não se pode dizer que nada disto não tenha sido previsto e atempadamente alertado quem de direito. Quem de direito? Infelizmente não podemos atribuir-lhe esse epíteto.
José Sá Fernandes em entrevista à TV NET disse que o jardim estava podre. E agora senhor vereador, está o quê?