Mostrar mensagens com a etiqueta As novas árvores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta As novas árvores. Mostrar todas as mensagens

sábado, 25 de janeiro de 2014

Quanto tempo mais?

Ninguém sabe ao certo porque é que a deceparam


mas o facto é que permanece assim há mais de um ano. Será que vai ficar como uma alegoria do estado do Jardim?

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Finalmente.


A promessa de plantar à volta do lago um número igual ao das árvores abatidas concretizou-se finalmente:



Já que estão com a 'mão na massa' não se esqueçam de plantar uma árvore aqui:

onde estava uma figueira,

e outra aqui:
onde estava a oliveira.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Precoce?

Precoce ou dentro do tempo? É que todas as outras novas árvores do alinhamento ainda se apresentam assim:
 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Deficit.

O nosso jardim, para não destoar do que se passa com o nosso pobre país, também tem vários deficits. O que hoje vamos aqui retratar é o deficit do arvoredo do interior do jardim:


(Clicar na imagem para aumentar)

Além das 6 robínias, à volta do lago, foram abatidas mais 4 árvores - a última das quais, a figueira do canto NE, não estava sequer marcada para abate no plano aprovado - totalizando 10 árvores.


Figueira abatida poucos dias antes da inauguração. Esta árvore não estava no plano de abates.

Contrariamente ao propalado pelo responsável pelos espaços verdes da cidade, que todas as árvores abatidas no interior do jardim seriam substítuidas por outras da mesma espécie*, foram plantados 4 liquidambares à volta do lago, sendo que dois deles estão mortos e bem mortos e um luta desesperadamente pela vida, e replantada um tília que entretanto morreu e viu o seu cadáver já retirado do jardim.

Aqui estava a tília nado-morta.

Um dos liquidambares mortos.

O outro ...

...e o que tenta sobreviver.

Temos assim um deficit de 8,5 árvores no interior do jardim.

A somar a estas falhas há ainda que considerar a morte do ulmeiro na orla Norte e, na ex-zona verde a poente do jardim, a morte e retirada da pequena palmeira.

Seria bom que os responsáveis do Jardim, inspirando-se no objectivo do governo, reduzissem este deficit vegetal do jardim o mais depressa possível.

* Lembram-se? As robínias iam ser substituídas por outras robínias, ao arrepio da lei.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Os nossos problemas

Em Novembro de 2009, a Câmara Municipal de Lisboa abateu mais de 50 árvores no jardim do Príncipe Real. Pedro Lérias fala dos actuais problemas da sua vegetação.



Um dos principais problemas após a intervenção tem sido o estado do piso; foi colocado um piso de saibro que produz muito pó e que prejudica todas as actividades e lazeres do jardim.



Assine a petição em papel (ver abaixo) nos quiosques do jardim.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

As 6 que restaram.


As 6 que se salvaram.

As seis que se salvaram do arboricídio estão bem de saúde e recomendam-se. As restantes árvores do alinhamento que foram estúpida e cobardemente abatidas também poderiam estar agora a contribuir para amenizar o agreste ambiente que se vive no jardim.

Quando for grande.

Agora só nos resta esperar não sei quantos anos para que as recém plantadas cresçam e venham a desempenhar esse importante papel.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Asneira atrás de asneira



Foto nº 1



Foto nº 2



Foto nº 3 de Ernst Schade


No Jardim do Príncipe Real as asneiras sucedem-se umas às outras sem parar. Assistimos no passado dia 1 de Março à descarga dos lódãos-bastardos (Celtis australis) que irão ser plantados no lugar das abatidas árvores de alinhamento. Estes, como se pode observar nas fotos nº 1 e 2, foram transportados uns em cima dos outros e retirados para o chão com a ajuda de uma máquina. Aí estão, no chão, tombados e empilhados, há nove dias, ver foto nº3.

Destas árvores quantas irão vingar? Cremos que muitas delas não resistirão a este transplante. O torrão, i.e. a massa e volume de terra que trazem envolvendo as raízes, é muito pequeno, o que indica um sistema radicular muito diminuído. Se o transporte e manuseamento na descarga não foi o mais indicado, estarem há já nove dias deitadas umas sobre as outras também não as ajuda em nada, antes pelo contrário. A árvore jovem, como ser vivo que é, está já a tentar adaptar-se o melhor possível a essa estranha, para a sua natureza, posição, gastando preciosas energias em vão. E as raízes, em contacto próximo com o ar, estão expostas há tempo excessivo a variações rápidas de temperatura e humidade.

Os responsáveis pela intervenção no jardim querem atenuar a enorme asneira que fizeram ao abater todas as árvores de alinhamento, colocando agora estes lódãos-bastardos já crescidinhos, com uns três metros de altura. Mas estão a esquecer-se de um facto muito importante. É que estas árvores, as que vingarem, vão gastar meia dúzia de anos a tentarem adaptar-se ao novo ambiente, e durante esse período não vão crescer em altura, visto terem um sistema de raízes excessivamente pequeno para o seu tamanho. Este atraso será ainda mais agravado pelo abandono que aqui relatamos.

Desta forma, pouco adianta plantar árvores com já alguns anos de desenvolvimento em vez de acabadas de despontar, visto o resultado final ser o mesmo: só daqui a uns 15 a 20 anos é que elas atingirão um porte comparável às que foram abatidas. As que sobreviverem.